Bebê de Guarulhos, diagnosticado com síndrome do coração direito hipoplásico, enfrenta complicações e cirurgias. Mãe inicia vaquinha para custear despesas e busca novo lar para a família.

Ravi Gonçalves, um bebê de Guarulhos, São Paulo, enfrenta desafios desde seu nascimento, ocorrido em 20 de dezembro de 2024. Diagnosticado com síndrome do coração direito hipoplásico, uma cardiopatia congênita rara, ele já passou por duas cirurgias e continua sua luta pela vida. Sua mãe, Nayara Gonçalves, de 30 anos, relata que a gravidez foi tranquila e que não havia suspeitas de problemas de saúde até o diagnóstico, que veio quase 20 dias após o nascimento.
Após o nascimento, Ravi teve complicações, incluindo uma parada cardíaca devido à falta de medicação adequada no hospital. Nayara buscou ajuda de um vereador para transferi-lo para outro hospital, mas a estrutura também não era adequada. O bebê enfrentou dificuldades respiratórias e, após um ecocardiograma, recebeu o diagnóstico de cardiopatia, o que deixou a mãe em estado de choque.
Durante a internação, Ravi teve complicações graves, incluindo necrose em partes do rosto e três paradas cardíacas. Após uma transferência para um hospital de referência, ele foi submetido a uma cirurgia paliativa que, felizmente, foi bem-sucedida. Nayara descreve a experiência como aterrorizante, especialmente ao ver o filho em uma máquina de suporte de vida chamada ECMO, que ajuda a oxigenar o corpo quando o coração e os pulmões estão comprometidos.
Após cinco dias na ECMO, Ravi apresentou uma complicação com sangramento excessivo, mas conseguiu estabilizar. Ele foi extubado e agora utiliza uma máscara de suporte respiratório. Apesar de estar desnutrido, a mãe mantém a esperança de que ele se recupere. Nos próximos anos, Ravi precisará de mais duas cirurgias paliativas, e o médico indicou que o próximo procedimento pode demorar.
Com a dedicação integral aos cuidados do filho, Nayara começou uma vaquinha para ajudar com os custos diários, já que está desempregada e busca trabalho como autônoma. Ela também procura um novo lar, pois a atual residência não é adequada para as necessidades de Ravi. "Preciso de um ambiente que seja bom para ele", afirma Nayara, ressaltando a importância de um espaço seguro e saudável.
A síndrome do coração direito hipoplásico é uma condição que requer intervenções cirúrgicas precoces, pois não há cura. O diagnóstico precoce é crucial para o tratamento adequado. A situação de Ravi é um lembrete da importância da solidariedade e do apoio da comunidade. A união pode fazer a diferença na vida de famílias que enfrentam desafios semelhantes, proporcionando um futuro melhor para crianças como Ravi.

Luiz Carlos busca apoio para custear a imunoterapia de sua filha Gabriela, diagnosticada com câncer metastático, cujo tratamento custa R$ 50.000,00 e representa a última esperança da família.

Adriele, que enfrenta um câncer desde 2021, sofreu uma convulsão e foi diagnosticada com o vírus da herpes tipo 6, necessitando de internação na UTI. A recuperação será longa e custosa, levando a criação de uma vakinha para ajudar nas despesas.

David e Hannah, um casal que vive viajando em sua van para realizar entregas, enfrentam um desafio financeiro após o motor do veículo travar, necessitando de um novo motor avaliado em R$ 30 mil. Eles lançaram uma vaquinha para arrecadar fundos e esperam contar com o apoio de seus seguidores para retomar seus sonhos e atividades.

Amanda Ferreira Molina, 31 anos, enfrenta um câncer de mama agressivo e precisa de um teste genético urgente, que custa R$ 3.000,00 e não é coberto pelo SUS. Ela busca apoio financeiro para realizar o exame essencial para seu tratamento.

Marlúcia Ramiro, de 63 anos, é investigada por abusos contra duas meninas em Buritizal, enquanto já respondia por atos golpistas de janeiro de 2023. A mãe das crianças denunciou maus-tratos e indícios de abuso sexual.

Uma mãe brasileira e seu filho de quatro anos foram atropelados em West Vancouver, resultando na morte do menino e ferimentos graves na mãe, que está internada e passará por cirurgia. Silvana e Leonardo, inseparáveis, viviam no Canadá desde 2014. Amigos iniciaram uma campanha de arrecadação para cobrir despesas do funeral e custos hospitalares. A polícia investiga o acidente, mas não considera a velocidade do ônibus como causa.