Exposição "Entre gigantes" no Museu Nacional destaca a resiliência após o incêndio de 2018, com o meteorito Bendegó e um esqueleto de cachalote, atraindo milhares de visitantes. A reabertura definitiva ainda depende de recursos.

O Museu Nacional, fundado em mil oitocentos e dezoito, ainda se recupera do incêndio devastador que ocorreu em dois de setembro de dois mil e dezoito, quando 85% de seu acervo foi destruído. O meteorito Bendegó, com mais de cinco toneladas, sobreviveu ao fogo e se tornou um símbolo de resiliência. A instituição, que é a mais antiga do Brasil, está em processo de reconstrução e, embora a reabertura definitiva esteja prevista para dois mil e vinte e oito, a exposição "Entre gigantes" já está atraindo visitantes desde dois de julho de dois mil e vinte e cinco.
A exposição permite que o público conheça três ambientes internos do Paço de São Cristóvão, com destaque para o esqueleto de um cachalote de quinze metros e setenta centímetros, que adorna a claraboia do espaço. A entrada é gratuita e, desde a abertura, a média de visitantes tem sido de seiscentas pessoas por dia, com picos de até duas mil em alguns dias. O diretor do museu, Alexander Kellner, expressou sua satisfação com a resposta do público, ressaltando a importância emocional da instituição para a sociedade.
Além do Bendegó e do cachalote, a exposição apresenta peças restauradas, como a estatueta do sacerdote Menkheperre, que foi resgatada dos escombros. O arqueólogo Pedro Von Seehausen, responsável pela recuperação da coleção egípcia, compartilhou sua emoção ao encontrar a peça, que é única na representação do sacerdote. A restauração de cerca de trezentas das setecentas peças da coleção está em andamento, com apoio de especialistas do Museu do Cairo.
A Associação Amigos do Museu Nacional (SAMN) tem desempenhado um papel crucial na arrecadação de fundos para a reconstrução e conservação do acervo. Mariângela Menezes, presidente da SAMN, destacou a importância do apoio da sociedade civil para a recuperação do patrimônio cultural. A instituição mantém uma conta para doações, que são destinadas a reformas e à preservação de itens históricos.
As paredes chamuscadas do museu ainda lembram a tragédia, mas a equipe está determinada a transformar essa dor em esperança. Kellner enfatizou que, embora o museu não seja mais o mesmo, novas peças incríveis estão sendo incorporadas ao acervo, como um crânio de pterossauro. A recuperação de itens danificados, como o fóssil humano Luzia, também está em andamento, com planos para uma exibição especial no futuro.
A recuperação do Museu Nacional é um esforço coletivo que requer a união da sociedade. Projetos como a restauração e a preservação do acervo histórico são essenciais para garantir que a memória cultural do Brasil não se perca. A participação da comunidade pode fazer uma diferença significativa na revitalização desse importante patrimônio.

Valentina Peuckert Costa, uma jovem gaúcha de 14 anos, enfrenta um câncer raro e precisa de ajuda para custear uma cirurgia de R$ 98 mil, já arrecadando R$ 67 mil em campanha no Vakinha. A cirurgia está marcada para quinta-feira (7).

Diogo, bailarino de 39 anos, enfrenta artrose severa no quadril, limitando sua mobilidade e impedindo sua dança. Ele busca apoio financeiro para uma cirurgia urgente que pode restaurar sua qualidade de vida.

Uma vaquinha foi criada para arrecadar fundos que visam melhorar a qualidade de vida de uma menina que enfrenta uma síndrome genética rara e diversas condições de saúde. A campanha busca cobrir custos com medicamentos e equipamentos médicos essenciais.

Caminhoneiro brasileiro nos EUA, Ubiratan Rodrigues da Nova, luta para arrecadar R$ 1 milhão e trazer sua esposa, Fabíola, em estado vegetativo, de volta ao Brasil em uma UTI aérea. A família enfrenta dificuldades financeiras e falta de apoio governamental.

João Vitor, um menino de um ano e meio, está internado em Porto Alegre após sofrer queimaduras em um acidente doméstico. Ele precisará de cuidados médicos contínuos e uma Vakinha foi criada para ajudar nas despesas.

Casal católico, Sr. Manoel e Dona Bete, interrompe produção de pães caseiros devido à quebra do forno. Vaquinha solidária busca arrecadar fundos para novo equipamento e continuar a missão de ajudar os necessitados.