O governo liberou R$ 7,9 milhões para o Festival Pelourinho Cultural, que terá programação gratuita em Salvador, com shows, oficinas e espetáculos, promovendo a cultura baiana. A iniciativa busca fortalecer a identidade cultural local.

O governo, por meio do Ministério da Cultura, autorizou a captação de aproximadamente R$ 7,9 milhões pela empresa Tapis Rouge Produções e Eventos Ltda. O recurso será utilizado para a realização do Festival Pelourinho Cultural, que ocorrerá em Salvador. O evento, que ainda não tem data definida, promete uma programação totalmente gratuita, abrangendo diversas manifestações artísticas.
O festival será realizado nas três praças culturais do Pelourinho e incluirá shows de artistas locais, oficinas, espetáculos de dança, teatro, além de uma mostra de cinema e música instrumental brasileira. A iniciativa busca celebrar a diversidade sonora da Bahia, abrangendo estilos que vão do samba de roda ao ijexá, do axé à música afro-baiana.
De acordo com a produtora responsável, o festival tem como objetivo promover um diálogo entre tradição e inovação, fortalecendo a identidade cultural local. A proposta é garantir que a arte e a cultura sejam acessíveis a todos, reforçando a importância de eventos que valorizem as raízes culturais da região.
Com a autorização do governo, a expectativa é que o festival atraia um grande público, contribuindo para o fomento da economia local e para a valorização dos artistas da Bahia. A realização de eventos culturais gratuitos é fundamental para democratizar o acesso à cultura e estimular a participação da comunidade.
Além disso, a realização do Festival Pelourinho Cultural pode inspirar outras iniciativas semelhantes em diferentes regiões do Brasil. A promoção de eventos que celebrem a cultura local é essencial para a preservação das tradições e para a formação de novas gerações de artistas.
Neste contexto, a união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para o sucesso de projetos culturais. A mobilização em torno de causas que valorizem a arte e a cultura pode gerar um impacto significativo, contribuindo para a realização de eventos que promovam a diversidade e a inclusão.

Ciro Barcelos revive a memória dos Dzi Croquettes na peça "Dzi Croquettes Sem Censura", destacando a importância do grupo na cultura brasileira durante a ditadura militar. A produção busca resgatar a essência do espetáculo, mas enfrenta desafios de reconhecimento e financiamento.

Zezé Motta estreia a peça "Vou fazer de mim um mundo" no Centro Cultural Banco do Brasil, adaptando a obra de Maya Angelou. A produção, que aborda a luta contra o racismo, terá sessões até 5 de outubro e acessibilidade em Libras.

O projeto "Só Taguá Tem" promove encontros para valorizar a cultura de Taguatinga. Iniciado em 10 de abril, o projeto, realizado pelo Iphan e Instituto SOMA Cidadania Criativa, busca envolver a comunidade em diálogos sobre suas tradições e memórias. Os próximos encontros ocorrerão nos dias 23, 26 e 28 de abril, com participação gratuita e sem necessidade de inscrição.

- O desabamento da Igreja de São Francisco em Salvador resultou em uma tragédia. - Giulia Panchoni Righetto foi a vítima fatal, gerando luto e indignação. - A situação impulsionou um debate sobre a preservação do patrimônio cultural no Brasil. - A fiscalização será intensificada, com ações emergenciais em todo o país. - O Iphan não é o único responsável; a conservação depende de proprietários e sociedade.

No dia 28 de setembro, um passeio gratuito de Maria Fumaça entre Campinas e Tanquinho promete resgatar a história ferroviária brasileira. A iniciativa, da Prefeitura de Campinas e da ABPF, oferece uma experiência única com paradas históricas e transporte gratuito. As inscrições começam em 20 de setembro, com apenas 40 vagas disponíveis.

Dolores Club, no Centro do Rio, celebra a música e a diversidade cultural com shows de artistas como Jesuton e Jônatas Belgrande, homenageando mulheres na música.