Juliana de Souza Dias, brasileira de 43 anos, enfrenta um tumor de 20 centímetros no fígado e busca apoio financeiro para uma cirurgia particular marcada para 10 de junho. A condição, diagnosticada como hepatocarcinoma fibrolamelar, requer intervenção urgente devido ao rápido crescimento do tumor, que já pressiona órgãos vitais.

Juliana de Souza Dias, uma brasileira de 43 anos que reside na Irlanda, descobriu um tumor de aproximadamente 20 centímetros no fígado durante exames de rotina realizados no Brasil. A operadora industrial criou uma vaquinha virtual para arrecadar fundos para uma cirurgia particular marcada para 10 de junho, uma vez que o tumor, diagnosticado como hepatocarcinoma fibrolamelar, está crescendo rapidamente e causando sérios problemas de saúde.
O médico oncologista Franklein Vieira Maia explicou que o hepatocarcinoma fibrolamelar é um tipo raro de câncer maligno primário do fígado, que geralmente afeta jovens na terceira ou quarta década de vida. Diferente dos hepatocarcinomas comuns, que ocorrem em pacientes mais velhos com fígados cirróticos, este tipo de tumor pode surgir sem a presença de cirrose e está associado a mutações genéticas raras.
Juliana, que se mudou para a Irlanda há cinco anos para estudar inglês, sempre retorna ao Brasil para realizar exames de rotina. Em abril, um ultrassom transvaginal revelou um tumor no ovário e, subsequentemente, uma ultrassonografia do abdômen detectou um tumor ainda maior próximo ao fígado. Apesar de não apresentar sintomas, ela notou um inchaço no abdômen, que atribuiu a mudanças na alimentação.
Após a descoberta, Juliana foi submetida a uma cirurgia em 1º de maio, onde os médicos conseguiram remover um tumor benigno do ovário, mas decidiram não operar o fígado devido ao risco de hemorragia. Com o diagnóstico de hepatocarcinoma fibrolamelar, ela buscou atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) em Cubatão, mas foi colocada em uma fila sem previsão de cirurgia.
Com a urgência da situação, Juliana agendou uma operação particular em São Paulo, mas precisa arrecadar mais de R$ 100 mil para cobrir os custos hospitalares. A Prefeitura de Cubatão e a Secretaria de Saúde de São Paulo informaram que ela possui uma consulta agendada com um especialista em oncologia no dia 15 de julho, mas a espera por uma cirurgia é incerta.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de Juliana e de muitas outras pessoas que enfrentam desafios semelhantes. Projetos que visam ajudar na recuperação de pacientes em situações críticas devem ser incentivados, pois podem proporcionar a esperança e o suporte necessários para a superação.

Rachel Apolinário, em tratamento de câncer de colo retal com metástases no fígado, iniciou um novo protocolo de quimioterapia (Folfiri) para reduzir nódulos e viabilizar ablação, que custa entre R$ 50 mil e R$ 60 mil. Ela busca apoio financeiro para o procedimento, que não é coberto pelo SUS, e se compromete a ser transparente com os valores arrecadados.

Juliana, tutora de Yara, busca apoio financeiro após a cadela ser diagnosticada com um cálculo no ureter, necessitando de cirurgia urgente que custou R$ 9.300, além de outras despesas.

O divulgador científico Pirulla, de 43 anos, está internado na UTI após sofrer um AVC em 25 de maio. Amigos iniciaram uma campanha para custear seu tratamento e manter suas atividades durante a recuperação.

A captação de recursos pela Lei Rouanet atingiu R$ 765,9 milhões no primeiro semestre de 2024, um crescimento de 37,8% em relação ao ano anterior, com 4.588 projetos em execução. O Ministério da Cultura destaca o aumento significativo no apoio a iniciativas culturais.

Mateus, barbeiro, sofreu um grave acidente de moto em janeiro de 2025, resultando na amputação de sua perna esquerda após complicações. Ele busca apoio para adquirir uma prótese e retomar sua rotina.

Cenoura, comerciante querido no Mercado Municipal, enfrenta a devastação de um incêndio que destruiu seus boxes e afetou outras famílias. A família busca apoio em uma vakinha para reerguer o negócio.