No Dia do Vira-Lata, 31 de julho, o Instituto Ampara Animal destaca a adoção responsável e a valorização de cães e gatos sem raça definida, combatendo o preconceito e o abandono. A campanha "Somos Todos Vira-Latas" continua a conscientizar sobre a importância desses animais, que representam a maioria da população canina no Brasil.

No dia 31 de julho, o Brasil celebra o Dia do Vira-Lata, uma data que destaca o abandono e o preconceito enfrentados por cães e gatos sem raça definida. Este momento é uma oportunidade para reforçar a importância da adoção responsável e valorizar esses animais, que representam a maioria da população canina no país. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30 milhões de animais estão em situação de abandono no Brasil, sendo aproximadamente 20 milhões de cães, a maioria sem raça definida.
O Instituto Ampara Animal, que promove a campanha "Somos Todos Vira-Latas", busca conscientizar a população sobre a realidade desses animais. Lançada em 2014, a campanha conta com o apoio de artistas como Sabrina Sato e Bruno Gagliasso, que aparecem em vídeos ao lado de cães resgatados, enfatizando que “ninguém tem raça definida”. Essa mensagem é uma analogia à diversidade genética tanto de humanos quanto de animais.
Além dos vídeos, a campanha inclui um calendário fotográfico assinado por Bob Wolfenson, com celebridades e animais SRD, cuja renda é revertida para as ações do instituto. Produtos como camisetas e acessórios também foram criados para financiar os projetos da organização. A campanha foi amplamente divulgada em redes sociais e em salas de cinema, alcançando um grande público.
O Instituto Ampara Animal atua em diversas frentes, incluindo castração, guarda responsável e acolhimento de animais silvestres em risco. Juliana Camargo, fundadora da Ampara, destaca que ainda existe preconceito em relação aos animais sem raça definida e que o Dia do Vira-Lata é uma oportunidade para ampliar esse debate. A ONG relembra que, apesar de serem os mais numerosos, os vira-latas continuam invisibilizados na sociedade.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Brasil abriga 54,2 milhões de cães em lares, com predominância dos SRDs. No entanto, esses animais ainda são os mais deixados para trás, conforme apontam ONGs e protetores independentes. A campanha "Somos Todos Vira-Latas" é uma tentativa de mudar essa realidade por meio da conscientização e da adoção responsável.
Em um cenário onde a adoção e o cuidado com os animais são fundamentais, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar a causa dos animais abandonados e promover a adoção responsável são essenciais para transformar essa realidade. A mobilização em torno dessas iniciativas pode gerar um impacto significativo na vida de muitos animais que precisam de um lar.

Pupy, elefanta africana de 35 anos, chega ao Santuário dos Elefantes Brasil após 30 anos em Buenos Aires. Ela recebeu tratamento para uma ferida antiga e agora vive com outros cinco elefantes, aguardando a chegada de Kenya.

Cão Barão é morto por policial em Pirenópolis, gerando revolta na comunidade. O incidente ocorreu durante uma feira local, levando a Polícia Civil a investigar possíveis maus-tratos. Moradores defendem que o animal não era agressivo, enquanto a PM-GO afirma que o policial agiu em defesa. A situação provocou indignação e protestos na cidade.

O mercado de pet care em crescimento demanda cuidados com a legislação e a estrutura do imóvel. Consultar a prefeitura e formalizar o negócio são passos essenciais.

Instituto Butantan inaugura Laboratório de Ecologia e Evolução para conservação de jararacas ameaçadas. O espaço visa reintroduzir espécies na natureza, promovendo bem-estar animal e educação ambiental.

Tribunal de Justiça do Distrito Federal impede eutanásia de cadela com leishmaniose visceral, garantindo tratamento sob supervisão veterinária. A saúde do animal será monitorada com relatórios periódicos.

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