Micheli Crema, engenheira agrônoma de 36 anos, foi diagnosticada com câncer de mama e metástases no fígado. Ela inicia quimioterapia em Sorriso - MT e criou uma vaquinha para ajudar com os custos do tratamento.

Em um diagnóstico preocupante, Micheli Crema, uma engenheira agrônoma de 36 anos, residente em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, foi diagnosticada com câncer de mama no dia 23 de abril de 2025. O exame de sangue CA 15-3 apresentou resultados alterados, levando a uma tomografia que revelou manchas no fígado, identificadas como "machucados" pelo oncologista Mário Bernardes. Essas lesões são consequência do tumor localizado no seio esquerdo.
Micheli iniciará um tratamento intensivo com quimioterapia, que incluirá seis ciclos e uma infusão inicial de dose de ataque, com intervalos de 21 dias entre as sessões. O tratamento será realizado no Hospital do Câncer em Sorriso, Mato Grosso, enquanto aguarda um retorno pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A engenheira compartilha que este é um período repleto de medos e incertezas, mas também de reflexões. Ela expressa a certeza de que não está sozinha nessa luta e se mostra determinada a enfrentar essa batalha com coragem e esperança. O tratamento, no entanto, traz consigo altos custos, o que motivou Micheli a criar uma vaquinha online para arrecadar fundos.
Em sua mensagem, Micheli agradece a todos que estão ao seu lado e pede apoio, não apenas financeiro, mas também em forma de orações. Ela destaca a importância da solidariedade nesse momento desafiador, ressaltando que a união pode fazer a diferença em sua recuperação.
Os custos associados ao tratamento de câncer podem ser exorbitantes, e a ajuda da comunidade é fundamental para que Micheli possa enfrentar essa fase difícil. A mobilização social em torno de sua causa pode proporcionar o suporte necessário para que ela siga com o tratamento sem preocupações financeiras.
Neste contexto, a união da sociedade pode ser um fator decisivo para ajudar aqueles que enfrentam desafios semelhantes. A solidariedade e o apoio mútuo são essenciais para que pessoas como Micheli consigam superar momentos difíceis e retomar suas vidas com esperança e saúde.

Dionatan busca apoio para seu tio, José Remí, diagnosticado com um sarcoma agressivo na perna. A cirurgia necessária custa mais de R$ 200 mil, valor que a família não pode pagar. Contribuições são bem-vindas.

Ubiratan busca apoio para trazer sua esposa Fabíola, que enfrenta sérios problemas de saúde, de Orlando para o Brasil. O transporte em UTI aérea pode custar até R$ 1 milhão, um valor inviável para a família.

Arthur, um menino que luta contra o Sarcoma de Ewing, precisa de um tratamento nos Estados Unidos, com custo superior a R$ 8 milhões. A família lançou uma vakinha para arrecadar fundos e pede apoio.

Robyn Parry, enfermeiro de 36 anos, faleceu em março devido a complicações da anemia de Diamond-Blackfan, poucos meses antes de seu casamento. Amigos organizam uma caminhada de nove dias em sua homenagem, arrecadando fundos para a causa.

Família britânica enfrenta um pesadelo após filha ser diagnosticada com câncer ósseo em seu aniversário de 11 anos, resultando em amputação e necessidade de arrecadação para reabilitação e prótese. Os Blairs, de Cambridge, vivem um momento devastador após a filha Millie, atleta promissora, ser diagnosticada com osteossarcoma. A família lançou uma campanha para arrecadar £ 130 mil e garantir a reabilitação e uma prótese especializada.

Carla Carolina, 31 anos, enfrenta a volta de um tumor raro e agressivo, o Desmoide, e precisa de R$ 12 a R$ 14 mil mensais para o medicamento Pazopanibe, não disponível pelo SUS. Ela iniciou uma vakinha para arrecadar fundos.