O engenheiro civil brasileiro Rafael Barlete Rodrigues, de 32 anos, foi encontrado morto em Mar del Plata, Argentina, com indícios de afogamento. A família busca ajuda para custear o traslado do corpo ao Brasil, estimado em R$ 21 mil.

O corpo do engenheiro civil brasileiro Rafael Barlete Rodrigues, de 32 anos, foi encontrado sem vida na quarta-feira, 7 de maio, em uma praia no sul de Mar del Plata, Argentina. O corpo foi localizado por moradores do bairro Los Acantilados, que acionaram os serviços de emergência ao avistar a vítima entre as pedras. Segundo informações do site local La Capital, os bombeiros e a Defesa Civil percorreram um quilômetro por trilha para chegar até o local do achado.
Rafael foi encontrado de bruços, vestindo uma camiseta preta e cueca branca. As investigações preliminares indicam que não havia sinais de violência, levando a promotoria a considerar a hipótese de afogamento. O engenheiro estava trabalhando como voluntário em um albergue na cidade há três meses e foi visto pela última vez na tarde de terça-feira, 6 de maio, por volta das 17h, carregando seu violão.
A família de Rafael, residente em Bebedouro, interior de São Paulo, está organizando uma vaquinha para custear o traslado do corpo ao Brasil, que tem um custo estimado em R$ 21 mil. A prefeitura de Bebedouro se comprometeu a arcar com o valor de R$ 4 mil para o transporte do aeroporto até a cidade. O Ministério das Relações Exteriores informou que não pode custear o traslado, conforme a legislação vigente.
De acordo com a nota do Ministério, o traslado dos restos mortais de brasileiros falecidos no exterior é uma responsabilidade da família, conforme o § 1º do artigo 257 do decreto 9.199/2017. As embaixadas e consulados brasileiros podem oferecer orientações gerais e auxiliar na expedição de documentos, como o atestado consular de óbito, após a conclusão dos trâmites necessários.
O pai de Rafael, João Aparecido Rodrigues, disponibilizou sua chave PIX para quem puder contribuir com a vaquinha. O CPF para doações é 407.700.015-72. A mobilização da comunidade pode ser crucial para ajudar a família nesse momento difícil, permitindo que o corpo de Rafael seja trazido de volta ao Brasil para um sepultamento digno.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de uma família enlutada. A solidariedade pode ajudar a aliviar o peso financeiro que a família enfrenta, mostrando que, juntos, podemos apoiar aqueles que precisam em momentos de dor e perda.

Família busca apoio da comunidade para custear tratamento de bebê com grave problema cardíaco, que já acumula quase R$ 3 mil em despesas hospitalares. Cada contribuição é uma chance de esperança e saúde.

A Gandhicats Projects, escola de dança em Manaus, enfrenta desafios após alagamento, buscando R$ 21 mil em doações para reparos e reestruturação. A solidariedade tem sido essencial para a recuperação da companhia.

Gabriel, que nasceu prematuro e enfrentou desafios na UTI, foi diagnosticado com paralisia cerebral, mas surpreende com sua força e determinação. Sua evolução depende de terapias e reabilitação contínuas.

Samantha e Mikhail, após perderem tudo em um incêndio em 24 de julho de 2025, estão organizando uma vakinha para arrecadar fundos e recomeçar, especialmente para suas duas crianças. Toda ajuda é bem-vinda.

Miguel, um menino com cardiopatia congênita, precisa de uma cirurgia Fontan e exames que totalizam R$ 200 mil, não cobertos pelo plano de saúde. A família criou uma Vakinha para arrecadar fundos e pede apoio.

Rochane e Ruggeri enfrentam a grave condição de saúde da filha, diagnosticada com miocardiopatia dilatada, e lançaram uma campanha no Vakinha, arrecadando R$ 24 mil em dez dias para o tratamento. A família, que reside em Belo Horizonte, vive um momento desafiador enquanto Aurora, internada e aguardando um transplante cardíaco, recebe apoio de centenas de doadores. A mãe deixou o emprego devido à situação, mas a solidariedade tem trazido esperança.