Estudantes da agência de comunicação Akana, da PUC-Campinas, venceram a etapa sudeste do Intercom e agora buscam recursos para a fase nacional com uma vaquinha online. O projeto aborda a invisibilidade de pessoas com transtornos mentais.

A agência de comunicação experimental Akana, da PUC-Campinas, desenvolveu uma campanha publicitária que aborda a invisibilidade das pessoas com transtornos mentais. O projeto, que contou com a participação de seis acadêmicos bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni), arrecadou doações para uma instituição que promove o tratamento humanizado dessa população. Recentemente, o trabalho foi premiado na etapa sudeste do Intercom, o maior congresso brasileiro das ciências da comunicação.
Com a vitória, o grupo agora busca recursos para participar da etapa nacional do evento. Para isso, foi criada uma vaquinha online, onde as pessoas podem contribuir. As doações podem ser feitas através da chave pix 5671996@vakinha.com.br. O projeto que irá representar o sudeste na categoria Produção Audiovisual Publicitária para Internet é um vídeo intitulado “Quem é visto, é lembrado”.
O vídeo foi desenvolvido em parceria com o Serviço de Saúde Doutor Cândido Ferreira, uma instituição que se dedica ao tratamento de pessoas com transtornos mentais. A campanha surgiu do desafio de criar uma ação publicitária que não apenas arrecadasse doações, mas também promovesse a conscientização sobre a importância do atendimento humanizado.
O projeto é um exemplo de como a comunicação pode ser utilizada para gerar impacto social. A visibilidade dada ao tema é fundamental para desmistificar preconceitos e promover a inclusão de pessoas que enfrentam esses desafios. A participação na etapa nacional do Intercom representa uma oportunidade de amplificar essa mensagem.
Os estudantes acreditam que a presença no evento pode inspirar outras iniciativas semelhantes e fortalecer a luta por direitos e reconhecimento das pessoas com transtornos mentais. A arrecadação de fundos é crucial para garantir que o grupo possa levar sua mensagem a um público ainda maior.
Iniciativas como essa mostram como a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de pessoas em situação de vulnerabilidade. Ao apoiar projetos que visam a inclusão e a conscientização, todos podem contribuir para um futuro mais justo e solidário.

O projeto Dominó do Bem, em colaboração com a Cryptum, busca desburocratizar doações para ONGs brasileiras, promovendo transparência e auditabilidade. Com a adesão de 11 organizações, como a Educar+, a iniciativa visa facilitar a captação de recursos, especialmente para aquelas que nunca utilizaram tecnologia blockchain.

O MPRJ investiga a má gestão do patrimônio deixado por Eufrásia Teixeira Leite em Vassouras, onde colégios e um hospital estão abandonados e deteriorados. A Irmandade Santa Casa de Misericórdia enfrenta dificuldades financeiras e não cumpre decisões judiciais.

A campanha "Compartilha Amor" da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) mobiliza a população para doações de roupas e brinquedos, beneficiando famílias carentes. A iniciativa, que conta com mais de 20 pontos de coleta, promove solidariedade e oferece serviços de acolhimento, permitindo que pessoas em situação de vulnerabilidade escolham até cinco peças gratuitamente em brechós solidários. A secretária Marcela Passamani ressalta a importância da solidariedade na construção de uma sociedade mais justa.

O Espro disponibiliza duas mil vagas em cursos gratuitos de capacitação profissional para jovens de 14 a 22 anos, com foco em habilidades técnicas e socioemocionais. As inscrições são online.

A Coopemapi inicia um novo ciclo de exportações com o envio de 20 toneladas de mel silvestre para a Bélgica, parte de um total de 60 toneladas negociadas. A ação fortalece a apicultura e a agricultura familiar no Brasil.

A Associação Grupo de Trabalho Redes (AGTR), liderada por Sofía Mauricio, combate a violência e a invisibilidade das trabalhadoras domésticas no Peru, promovendo dignidade e direitos. Com projetos como La Casa de Panchita e a Van Itinerante, a AGTR busca empoderar essas mulheres, oferecendo formação e apoio jurídico, enquanto denuncia a desvalorização e a informalidade do trabalho doméstico.