Estão abertas as inscrições para o Programa Aristides Pacheco Leão de Estímulo a Vocações Científicas 2025/2026, com 120 bolsas de até R$ 29 mil para estágios de 35 a 50 dias. Oportunidade para alunos de graduação!

A FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) estão com inscrições abertas até a próxima sexta-feira, 8 de agosto, para o Programa Aristides Pacheco Leão de Estímulo a Vocações Científicas 2025/2026. Este programa oferece a estudantes de graduação a oportunidade de participar de intercâmbios nacionais, com um total de 120 bolsas disponíveis para estágios que variam de 35 a 50 dias.
Os alunos selecionados poderão estagiar sob a orientação de pesquisadores membros da ABC. Para se inscrever, os candidatos devem estar matriculados em um curso de graduação e ter completado pelo menos quatro semestres até a data de início do estágio. Além disso, é necessário comprovar participação em projetos científicos, com ou sem bolsa, que se enquadrem nos moldes da iniciação científica.
Das 120 bolsas, 60 são destinadas a estudantes de São Paulo que desejam estagiar em outros estados do Brasil, enquanto as outras 60 são para alunos de todo o país que desejam realizar estágios no estado de São Paulo. O valor da bolsa é de R$ 9 mil, ajustado conforme a duração do estágio, e há a possibilidade de custeio adicional de até R$ 20 mil para a realização do projeto do estágio.
Os interessados devem se inscrever por meio de um formulário disponível no site da ABC, apresentando documentos como carta de interesse, projeto do estágio e uma carta de recomendação do orientador do projeto de iniciação científica. Os resultados da seleção serão divulgados a partir de 8 de setembro.
Esse programa é uma excelente oportunidade para estudantes que buscam se aprofundar em suas áreas de pesquisa e desenvolver habilidades práticas sob a orientação de especialistas. A iniciativa visa não apenas fomentar a formação científica, mas também fortalecer a colaboração entre instituições de ensino e pesquisa em diferentes regiões do Brasil.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem transformar a trajetória de jovens pesquisadores e contribuir para o avanço da ciência no país. A união em torno de projetos que incentivem a formação e a pesquisa científica é fundamental para o desenvolvimento social e econômico.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançou 25 mil vagas em cursos gratuitos de Educação de Jovens e Adultos (EJA) para jovens de 18 a 29 anos que não completaram a educação básica. A iniciativa, em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), visa elevar a escolaridade e qualificar a mão de obra para o setor industrial, com investimento de R$ 200 milhões. As inscrições começam este mês e as primeiras vagas estão disponíveis em municípios da Bahia.

A Coordenação Regional de Ensino de Brazlândia homenageou mais de dois mil estudantes aprovados no ensino superior. A cerimônia, realizada em 10 de agosto, destacou a importância do apoio educacional e a determinação dos alunos, especialmente em cursos como medicina e odontologia. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, e a diretora do CED Incra 8, Solange da Cunha, ressaltaram o papel fundamental dos educadores e a superação dos desafios enfrentados pelos jovens da região.

O Educamídia, do Instituto Palavra Aberta, capacita profissionais em educação midiática. Renan Ferreirinha, secretário de educação do Rio de Janeiro, lidera a proibição de celulares nas escolas e resgata alunos.

Curso gratuito sobre fundamentos da IA da plataforma Eu Capacito, com certificação IBM, visa capacitar trabalhadores. Inscrições até 28 de abril; aulas começam em 5 de maio.

Brasil carece de educação técnica para enfrentar a economia digital, alerta Tatiana Ribeiro. Relatório do Movimento Brasil Competitivo propõe ações urgentes para melhorar a formação profissional e reduzir custos.

Pacientes diabéticos enfrentam confusão sobre Índice Glicêmico e Carga Glicêmica, impactados por informações erradas nas redes sociais. Profissionais de saúde devem usar linguagem acessível para esclarecer esses conceitos. A crescente desinformação nas redes sociais tem gerado confusão entre pacientes diabéticos sobre o Índice Glicêmico (IG) e a Carga Glicêmica (CG). Muitos chegam ao consultório com receios infundados sobre alimentos com alto IG, sem compreender o que isso realmente significa. O IG, criado em mil novecentos e oitenta e um, mede a velocidade de absorção dos carboidratos e seu impacto na glicose sanguínea. Alimentos com IG baixo, como feijão e maçã, promovem uma absorção mais lenta, enquanto os de IG alto, como batata frita e farinha de trigo, causam picos glicêmicos. A CG, por sua vez, considera a qualidade e a quantidade do carboidrato, sendo essencial para um controle alimentar eficaz. Profissionais de saúde têm a responsabilidade ética de comunicar esses conceitos de forma clara e acessível, evitando o uso excessivo de jargões técnicos.