O governo do Distrito Federal inaugurou o primeiro hotel social permanente do país, oferecendo acolhimento noturno e espaço para animais de estimação, com planos de expansão em outras regiões. A iniciativa visa atender a cerca de 3.600 pessoas em situação de rua, promovendo políticas públicas integradas para reintegração social.

O governo do Distrito Federal (DF) inaugurou o primeiro hotel social permanente do país, destinado a acolher pessoas em situação de rua. O secretário da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, anunciou a abertura da unidade, que oferece acolhimento noturno das 19h às 8h, além de espaço para animais de estimação. A iniciativa faz parte do Plano Distrital de Acolhimento, que visa integrar diversas políticas públicas para atender essa população vulnerável.
Atualmente, o DF conta com aproximadamente três mil e seiscentas pessoas em situação de rua, um aumento de dezenove por cento em relação ao último censo realizado em 2023. Apesar do crescimento, o secretário destacou que a taxa de aumento no DF é inferior à de outras regiões do Brasil, onde o crescimento chegou a duzentos ou trezentos por cento, o que é atribuído às políticas públicas implementadas pelo governo local.
O hotel social é uma alternativa para aqueles que não aceitam o acolhimento em abrigos permanentes. Além de oferecer alimentação e banho, a unidade proporciona apoio social e acesso a políticas públicas. No dia da inauguração, a unidade já acolheu cento e trinta e uma pessoas, com uma taxa de ocupação superior a sessenta por cento.
Um dos diferenciais do hotel é o acolhimento de animais de estimação, reconhecendo a importância dos pets na vida das pessoas em situação de rua. Durante a inauguração, uma pessoa chegou com seu cão, que recebeu alimentação e cuidados de saúde, permitindo que ambos permanecessem juntos.
O secretário enfatizou que o hotel social é apenas o início de um conjunto de ações que visam a reintegração dessas pessoas à sociedade. O governo está ampliando o número de vagas em abrigos e promovendo ações de empregabilidade, como cursos e encaminhamentos para a obtenção de documentos. Além disso, cinco pessoas que já estiveram em situação de rua foram contratadas para atuar como agentes de articulação com essa população.
Com a resistência de parte da população em aceitar equipamentos de acolhimento em áreas centrais, o governo busca instalar os hotéis em locais mais afastados, garantindo que funcionem adequadamente e não representem riscos. A mobilidade também é uma preocupação, com planos para disponibilizar transporte entre os centros de acolhimento e os hotéis. Essa iniciativa é uma oportunidade para a sociedade civil se unir e apoiar projetos que promovam a dignidade e a reintegração das pessoas em situação de rua.

Mariska Hargitay estreia o documentário "My mom, Jayne", revelando segredos familiares, incluindo a verdadeira paternidade, e homenageando sua mãe, Jayne Mansfield, enquanto promove a Joyful Heart Foundation.

O 2° Censo da População em Situação de Rua do Distrito Federal revelou que 3.521 pessoas vivem nas ruas, com um aumento de 19,4% em relação a 2022, mas ainda abaixo de outras capitais. O censo destacou uma queda de 59% no número de crianças e adolescentes nessa situação.

Martin Scorsese está produzindo um documentário, "Aldeas – Uma Nova História", com o papa Francisco, que incluirá conversas e jovens de diversos países em projetos audiovisuais. O filme visa promover esperança e transformação.

Instituto Causa Pet faz apelo urgente por doações para abrigar 40 cães em condições insalubres em Fortaleza. A ONG busca construir canis adequados e garantir o bem-estar dos animais resgatados. Cada contribuição é essencial.

O McDia Feliz, campanha do Instituto Ronald McDonald, busca arrecadar R$ 25 milhões em 2025, com a skatista Rayssa Leal como embaixadora, apoiando 75 projetos em 48 instituições de saúde infantil.

A AACD anunciou o fechamento do Lar Escola São Francisco, após 82 anos de atendimento a pessoas com deficiência, transferindo alunos para a rede estadual até 2025. A decisão visa promover a inclusão em escolas regulares, mas gera preocupações sobre o suporte adequado aos estudantes.