O Hospital Mont Serrat, primeiro de cuidados paliativos do SUS, completou seis meses com mais de 700 atendimentos e 57 leitos ocupados. A unidade, que atende pacientes em estado crítico, é uma parceria entre os governos da Bahia e Federal.

O Hospital Mont Serrat, inaugurado em janeiro de 2023, é o primeiro hospital de cuidados paliativos do Sistema Único de Saúde (SUS) e completou seis meses de funcionamento em Salvador. A unidade, conhecida como "hospital das despedidas", já atendeu mais de setecentos pacientes. Localizada em um casarão do século 19, que anteriormente abrigava o Hospital Couto Maia, a estrutura conta com setenta leitos, sendo sete pediátricos e sessenta e três para adultos, dos quais cinquenta e sete estão ocupados.
Com uma equipe de trezentos e quarenta e quatro colaboradores e oitenta e seis médicos, o hospital tem capacidade para atender mais de dois mil pacientes por mês em diversas especialidades. Os atendimentos são realizados para pacientes que buscam melhorar a qualidade de vida e aliviar sintomas de doenças graves ou incuráveis. Os pacientes são encaminhados através da Central Estadual de Regulação, provenientes de hospitais e unidades de pronto atendimento da região.
O Hospital Mont Serrat é resultado de uma parceria entre os governos da Bahia e Federal, integrando os investimentos da Política Nacional de Cuidados Paliativos, que foi implementada pelo Ministério da Saúde no ano anterior. A média de permanência dos pacientes na unidade é de dez dias, permitindo que familiares acompanhem o tratamento, o que é essencial para o suporte emocional durante esse período delicado.
A estrutura do hospital oferece uma infraestrutura adequada para os pacientes, proporcionando um ambiente acolhedor e humanizado. Essa abordagem é fundamental para os cuidados paliativos, que visam não apenas o tratamento físico, mas também o bem-estar emocional e psicológico dos pacientes e suas famílias.
O histórico de atendimentos do Hospital Mont Serrat reflete a importância de iniciativas voltadas para a saúde pública e a necessidade de um suporte contínuo para os cuidados paliativos. A unidade se destaca como um modelo a ser seguido, demonstrando que é possível oferecer um atendimento de qualidade, mesmo em um sistema público de saúde.
Iniciativas como a do Hospital Mont Serrat devem ser apoiadas e ampliadas pela sociedade civil. A união em torno de causas que promovem a saúde e o bem-estar pode fazer a diferença na vida de muitos pacientes e suas famílias, garantindo que tenham acesso a cuidados dignos e humanizados.

Carlos Eduardo Prazeres, após a perda do pai em um sequestro, fundou a Orquestra Maré do Amanhã, que, em 15 anos, impactou mais de quatro mil crianças e planeja construir um teatro para 400 pessoas. O projeto busca transformar a realidade de jovens na favela da Maré, promovendo educação e cultura, enquanto enfrenta desafios como a violência local. A iniciativa já possibilitou intercâmbios internacionais e formação profissional, com apoio de diversas empresas e leis de incentivo.

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) realizará a 25ª edição do Dia da Mulher, oferecendo serviços gratuitos em diversas áreas. O evento, que acontece no Nuclão da DPDF, visa promover a equidade de gênero e já atendeu mais de 42 mil mulheres desde maio de 2023.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou o Projeto de Lei 2179/24, que permite o uso opcional de pulseira lilás para identificar pacientes autistas em atendimentos de saúde. A proposta, do deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), visa facilitar a identificação de pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) em instituições de saúde. A medida ainda precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) antes de ser votada na Câmara e no Senado.

Estudo da Universidade Monash revela que atividades literárias e jogos podem reduzir em até 11% o risco de demência em adultos acima de 70 anos, destacando a importância do lazer mental para a saúde cognitiva.

Izabella Bicalho apresenta "A Dona dos Raios e do Vento", um espetáculo musical que aborda relacionamentos abusivos, com canções de Maria Bethânia, em única apresentação no dia 9 de julho de 2025. A peça, dirigida por Sueli Guerra, narra a luta de Helena para se libertar de um casamento tóxico, entrelaçando relatos de diversas mulheres e destacando a força feminina. A artista, que realizou extensa pesquisa sobre o tema, busca dar voz a essas histórias através da música, prometendo uma experiência emocionante e reflexiva.

Izabella Camargo criticou Ana Maria Braga por minimizar a síndrome de burnout em seu programa, ressaltando que é uma doença ocupacional reconhecida pela OMS e que muitos não percebem sua gravidade.