Marjorry Alves, escritora e autora de "O Claro e o Crepúsculo", lança campanha de financiamento coletivo para publicar seu romance gótico, buscando R$ 30 mil para custos de produção e divulgação. O livro explora temas como traumas e beleza na fragilidade humana, prometendo tocar os leitores que apreciam obras profundas e emocionantes.

Marjorry Alves, escritora e leitora apaixonada, lançou uma campanha de financiamento coletivo para publicar seu romance gótico, O Claro e o Crepúsculo. Com o objetivo de arrecadar R$ 30 mil, a autora busca cobrir custos essenciais como revisão, impressão e divulgação. O livro, que reflete sua jornada de escrita ao longo de anos, é descrito como uma obra que visa curar e emocionar, abordando temas como traumas e memórias esquecidas.
A narrativa de O Claro e o Crepúsculo se passa em cenários como Praga e Milão, apresentando personagens que transitam entre o humano e o divino. Marjorry destaca que a obra não segue tendências, mas sim uma necessidade de expressão e cura pessoal. Para garantir a qualidade do projeto, a autora está em contato com editoras que oferecem suporte a escritores independentes.
O valor arrecadado será destinado a diversas etapas do processo de publicação, incluindo revisão profissional, design de capa, registro ISBN e impressão dos primeiros exemplares. Além disso, a campanha prevê a divulgação do livro em redes sociais e eventos literários, fundamentais para alcançar um público mais amplo.
Os apoiadores da campanha poderão escolher entre diferentes recompensas, que vão desde agradecimentos nas redes sociais até livros físicos autografados e dedicatórias personalizadas. As contribuições variam de R$ 20 a R$ 1 mil, permitindo que cada um participe de acordo com suas possibilidades.
Marjorry enfatiza que O Claro e o Crepúsculo é mais do que um livro; é uma expressão de sua alma e uma tentativa de dar voz a experiências profundas. A autora convida todos a se unirem a ela nessa jornada, ressaltando a importância do apoio coletivo para que histórias como a dela possam ser contadas e compartilhadas.
Iniciativas como a de Marjorry são essenciais para fortalecer a literatura independente e dar espaço a vozes que merecem ser ouvidas. A união da comunidade pode fazer a diferença na realização de projetos culturais que refletem a diversidade e a riqueza das experiências humanas.

Em novembro de 2024, um menino sofreu choque anafilático após picada de abelha, resultando em cinco dias na UTI. A família inicia vaquinha para custear o primeiro ano de imunoterapia de cinco anos.

Antônio de Sousa Lobo Neto, conhecido como Toim Lobo, luta contra o câncer e precisa de medicamentos que o plano de saúde se recusa a fornecer. Uma vaquinha foi criada para arrecadar R$ 27.816,50 para o tratamento.

Loraine, mãe de uma bebê arco-íris com problemas de saúde, busca apoio financeiro para o tratamento com capacete ortopédico de Rafaela, que requer manutenção a cada 15 dias para evitar danos ao desenvolvimento.

Douglas Mendes, violinista, enfrenta um grave desafio de saúde após ser diagnosticado com câncer e passar por cirurgia. Ele busca apoio financeiro para continuar seu tratamento e retornar à música. Cada contribuição é vital.

Rafael de Moraes, assistente de câmera, teve seu carro arrombado na Bela Vista, em São Paulo, resultando em um prejuízo de R$ 20 mil com o furto de equipamentos essenciais para seu trabalho. Ele lançou uma vakinha para reverter a situação.

A cantora Sol, ícone dos anos 1980, faleceu aos 59 anos e será velada no Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo. Amigos arrecadam fundos para o sepultamento, homenageando sua rica trajetória artística.