O Ministério da Saúde assumirá os repasses à Casa Hope, prometendo um mínimo de R$ 1,4 milhão e cobrando apoio do governo de São Paulo para ampliar os serviços à crianças com câncer.

O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira, 28, que assumirá os repasses financeiros à Casa Hope, uma ONG que acolhe crianças em tratamento de câncer em São Paulo. A nova gestão promete aumentar os recursos destinados à instituição, garantindo um mínimo de R$ 1,4 milhão. A Casa Hope estava vinculada ao governo de São Paulo desde 2007, mas o convênio foi suspenso na semana passada devido a questões burocráticas.
A Secretaria de Saúde de São Paulo informou que a reativação do convênio poderá ocorrer após a adequação da documentação necessária. Durante um vídeo divulgado, os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e do Empreendedorismo, Márcio França, enfatizaram a importância de um esforço conjunto com o governo paulista. "Queremos cobrar que o governo de São Paulo não se aproveite disso para retirar o restante do convênio", afirmou Padilha.
Os ministros destacaram que a colaboração entre os governos pode resultar em um atendimento melhor para as crianças e suas famílias. "O importante é que eles tenham tranquilidade para continuar o serviço", completou França. Ambos os ministros são considerados candidatos nas eleições para o governo de São Paulo em 2026, o que pode influenciar suas ações e declarações.
No último levantamento do Datafolha, realizado em abril, o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera as intenções de voto com 47%, enquanto Márcio França aparece com 11% e Alexandre Padilha com 6%. Essa dinâmica política pode impactar a forma como os recursos são geridos e a prioridade dada a instituições como a Casa Hope.
A situação da Casa Hope ilustra a importância do apoio governamental e da mobilização social em momentos de crise. A suspensão do convênio e a subsequente intervenção do Ministério da Saúde ressaltam a necessidade de um sistema de saúde que funcione em parceria com organizações não governamentais para garantir o bem-estar das crianças em tratamento.
Nossa união pode fazer a diferença na vida dessas crianças e suas famílias. Projetos que visam apoiar instituições como a Casa Hope são fundamentais para garantir que elas continuem recebendo o atendimento necessário. A solidariedade da sociedade civil pode ser um pilar essencial para a continuidade desses serviços vitais.

Grupo de advogados fundou o GFC Solidário em 2020, doando mais de 20 toneladas de alimentos e realizando ações de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade em São Paulo. A ONG busca humanizar as ruas e conscientizar a sociedade.

A reforma tributária do consumo no Brasil, estabelecida pela Emenda Constitucional 132/2023, extinguirá incentivos fiscais, impactando severamente o terceiro setor a partir de 2024. Com a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a medida visa simplificar o sistema fiscal, mas comprometerá recursos essenciais para projetos sociais, como educação e saúde. Estima-se que R$ 800 milhões, provenientes de incentivos fiscais, deixarão de ser investidos em iniciativas sociais, afetando diretamente a atuação de instituições sem fins lucrativos.

Durante a Semana Mundial do Aleitamento Materno, o Distrito Federal celebra a solidariedade das doadoras, como Pâmella Castro, que contribuiu com mais de 19 mil litros de leite em 2024, beneficiando milhares de bebês. A doação de leite humano é vital para a saúde de recém-nascidos, especialmente os prematuros, e o DF se destaca com uma rede de 14 bancos de leite e sete postos de coleta.

A WoMakersCode está com inscrições abertas para o Bootcamp de Business Intelligence, um curso gratuito e online para mulheres cisgênero, transgênero e travestis. Com 50 vagas disponíveis até 1º de julho, o curso visa acelerar a empregabilidade na área de dados, oferecendo formação técnica e desenvolvimento de soft skills.

Conceição Evaristo é reconhecida com duas obras na lista dos 25 Melhores Livros Brasileiros do Século 21, destacando a relevância das editoras independentes na literatura negra. A escritora expressa felicidade e responsabilidade pelo reconhecimento.

A Universidade de Brasília (UnB) acolhe 976 estrangeiros, sendo 561 refugiados e imigrantes, principalmente da Colômbia e Cuba, destacando-se em medicina, relações internacionais e direito. Essa diversidade reflete a busca por oportunidades em um cenário global de conflitos.