O Ministério da Saúde padronizou a notificação da Doença Falciforme no SUS com a Nota Técnica nº 2/2025, visando melhorar a vigilância epidemiológica e a atenção à saúde da população negra. A medida exige notificação de casos em até sete dias e busca reduzir desigualdades no acesso aos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde (MS) anunciou a publicação da Nota Técnica nº 2/2025, que estabelece diretrizes para a notificação compulsória da Doença Falciforme (DF) no Sistema Único de Saúde (SUS). Essa medida visa aprimorar a vigilância epidemiológica e a atenção à saúde das pessoas afetadas por essa condição hereditária, que impacta principalmente a população negra. No Brasil, estima-se que entre sessenta mil e cem mil pessoas convivam com a doença.
A padronização da notificação é considerada uma estratégia crucial para monitorar a DF em todo o território nacional, além de visibilizar desigualdades e fundamentar políticas públicas mais eficazes. A partir de agora, todos os casos suspeitos e confirmados devem ser registrados no sistema e-SUS Sinan, utilizando a ficha de notificação/conclusão (código CID D57) em até sete dias após a identificação do caso. Essa exigência se aplica tanto a serviços públicos quanto privados de saúde.
O MS definiu critérios clínicos, laboratoriais e epidemiológicos para classificar os casos de DF. O documento também inclui orientações sobre o preenchimento da ficha de notificação e a conclusão dos casos no sistema, detalhando os perfis de acesso necessários, como notificador, digitador, técnico de vigilância e administrador, conforme o Manual de Instruções do e-SUS Sinan.
Essa iniciativa está alinhada com marcos normativos anteriores, como a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme, criada em dois mil e cinco, e a recente publicação do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da DF, em novembro de dois mil e vinte e quatro. A integração dessas ações fortalece a linha de cuidado das pessoas com DF no SUS.
Segundo Mariângela Gusmão, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do MS, “a correta notificação da Doença Falciforme é um instrumento fundamental para assegurar o cuidado integral, reduzir iniquidades e orientar políticas públicas que realmente reflitam a realidade das pessoas que convivem com essa condição no Brasil”.
Para capacitar os profissionais de saúde sobre o registro adequado da doença, o MS realizará uma aula online aberta ao público no dia vinte e um de agosto, às 14h. Essa mobilização é uma oportunidade para que a sociedade civil se una em torno da causa, promovendo ações que possam beneficiar aqueles que enfrentam a Doença Falciforme e suas consequências.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) desenvolve um plano de segurança hospitalar para combater a violência nas unidades de saúde, visando proteger servidores e usuários. O projeto, liderado por Valmir Lemos, envolve articulação interna e experiências passadas, buscando um ambiente mais seguro e acolhedor. Medidas imediatas já estão em vigor para lidar com agressões e danos ao patrimônio.

O Grupo Pão de Açúcar alcançou 100% de energia renovável em suas operações de média tensão e reduziu em 51% suas emissões de carbono desde 2015, com novas metas até 2040. A empresa também promove diversidade, com 49,6% de mulheres em liderança.

Menina de 12 anos grávida de oito meses faleceu durante parto em Belo Horizonte, revelando a grave realidade da gravidez na adolescência e a falta de suporte no Brasil. A cada hora, 44 adolescentes dão à luz, sendo cinco com menos de 15 anos. A maioria das gestações resulta de violência sexual, mas apenas 4% conseguem acesso ao aborto legal. A gravidez precoce impacta a saúde e a educação, com 60% das mães adolescentes fora da escola ou do mercado de trabalho.

A prefeitura anunciou um investimento de R$ 10 milhões para revitalizar praças e ruas, além de um programa de capacitação para jovens em vulnerabilidade, visando melhorar a infraestrutura da cidade.

Em 2024, o Brasil enfrentou 442 mil acidentes de trabalho e 472 mil afastamentos por saúde mental, destacando a urgência da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) para promover o bem-estar emocional no ambiente laboral. O evento "Liderando com Empatia" enfatizou a responsabilidade das empresas em cuidar da saúde mental, com especialistas alertando sobre a necessidade de um ambiente seguro e produtivo.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, lançou o programa SuperAção, com R$ 500 milhões para ajudar 35 mil famílias a romper o ciclo da pobreza em dois anos, integrando políticas públicas e atendimento personalizado.