A morte de Dannielly Rocha, mulher trans e ativista, gerou grande comoção no Rio de Janeiro. Uma campanha arrecadou R$ 18 mil para seu velório e traslado ao Pará, com despedida marcada para quinta-feira, dia 9.

A morte de Dannielly Rocha, uma mulher trans de 38 anos e ativista, causou grande comoção no Rio de Janeiro. O corpo de Dannielly foi encontrado na madrugada da última sexta-feira, em um corredor do prédio onde residia, localizado na Rua do Riachuelo, no Centro da cidade. O caso gerou indignação entre movimentos sociais, autoridades e parlamentares, que ressaltam a violência enfrentada pela população trans no Brasil.
Uma campanha solidária foi organizada para arrecadar fundos para o velório e o traslado do corpo de Dannielly para o Pará, seu estado natal. O valor arrecadado foi de R$ 18 mil, garantindo que a despedida ocorra no Rio de Janeiro antes do traslado. A cerimônia está marcada para quinta-feira, dia 9.
A deputada estadual Dani Balbi (PCdoB) expressou sua gratidão pela mobilização da comunidade. “Agradeço profundamente a todas as pessoas que se mobilizaram, doaram e compartilharam a campanha que garantiu os recursos para o velório de Danny Rocha no Rio de Janeiro e o traslado do seu corpo para o Pará, seu estado natal”, afirmou Balbi.
O caso de Dannielly Rocha é um reflexo da crescente violência contra a população trans no Brasil, que enfrenta desafios diários em busca de respeito e dignidade. A repercussão da sua morte destaca a necessidade urgente de ações efetivas para combater essa realidade.
Além do luto, a mobilização em torno de Dannielly também serve como um chamado à ação. A sociedade civil tem um papel fundamental na promoção de iniciativas que visem a proteção e o acolhimento de pessoas trans, contribuindo para um ambiente mais seguro e justo.
Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam situações semelhantes. Projetos que promovem a inclusão e o respeito à diversidade devem ser incentivados, garantindo que histórias como a de Dannielly não se repitam e que todas as vozes sejam ouvidas e respeitadas.

A cantora Sol, ícone dos anos 1980, faleceu aos 59 anos e será velada no Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo. Amigos arrecadam fundos para o sepultamento, homenageando sua rica trajetória artística.

Mulher enfrenta luto pela perda do marido e, após um acidente de moto, precisa de ajuda financeira para adquirir uma prótese de R$ 50 mil e cuidar de suas filhas. Sua luta é por dignidade e recomeço.

Chica, uma cadelinha resgatada por Clara Molina em Brasília, está se recuperando após tratamento veterinário, com apoio de mais de 100 pessoas que contribuíram com R$ 7,4 mil em campanha solidária.

Paulo Sérgio, o Prof. Serginho, sofreu um infarto durante uma partida de futebol e, após duas paradas cardíacas no hospital, ficou com sequelas. Uma campanha solidária visa financiar um pórtico para banho e seu tratamento.

A Banda Ouverture, dedicada aos clássicos dos anos 80 e 90, enfrenta dificuldades após a perda de equipamentos essenciais. Para arrecadar R$ 9 mil, a banda realiza uma vakinha e sorteará um show particular entre os doadores.

O Missionário Claudinei Vicente lançou uma vaquinha para arrecadar R$ 180 mil, com o objetivo de adquirir cinco motos Tuk-Tuk e oferecer suporte a seis famílias endividadas da indústria de tijolos. A iniciativa visa também resgatar outras famílias em situações semelhantes.