A morte de Dannielly Rocha, mulher trans e ativista, gerou grande comoção no Rio de Janeiro. Uma campanha arrecadou R$ 18 mil para seu velório e traslado ao Pará, com despedida marcada para quinta-feira, dia 9.

A morte de Dannielly Rocha, uma mulher trans de 38 anos e ativista, causou grande comoção no Rio de Janeiro. O corpo de Dannielly foi encontrado na madrugada da última sexta-feira, em um corredor do prédio onde residia, localizado na Rua do Riachuelo, no Centro da cidade. O caso gerou indignação entre movimentos sociais, autoridades e parlamentares, que ressaltam a violência enfrentada pela população trans no Brasil.
Uma campanha solidária foi organizada para arrecadar fundos para o velório e o traslado do corpo de Dannielly para o Pará, seu estado natal. O valor arrecadado foi de R$ 18 mil, garantindo que a despedida ocorra no Rio de Janeiro antes do traslado. A cerimônia está marcada para quinta-feira, dia 9.
A deputada estadual Dani Balbi (PCdoB) expressou sua gratidão pela mobilização da comunidade. “Agradeço profundamente a todas as pessoas que se mobilizaram, doaram e compartilharam a campanha que garantiu os recursos para o velório de Danny Rocha no Rio de Janeiro e o traslado do seu corpo para o Pará, seu estado natal”, afirmou Balbi.
O caso de Dannielly Rocha é um reflexo da crescente violência contra a população trans no Brasil, que enfrenta desafios diários em busca de respeito e dignidade. A repercussão da sua morte destaca a necessidade urgente de ações efetivas para combater essa realidade.
Além do luto, a mobilização em torno de Dannielly também serve como um chamado à ação. A sociedade civil tem um papel fundamental na promoção de iniciativas que visem a proteção e o acolhimento de pessoas trans, contribuindo para um ambiente mais seguro e justo.
Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam situações semelhantes. Projetos que promovem a inclusão e o respeito à diversidade devem ser incentivados, garantindo que histórias como a de Dannielly não se repitam e que todas as vozes sejam ouvidas e respeitadas.

Kamilly, de 21 anos, ficou tetraplégica após um acidente em outubro de 2024. Sua família enfrenta dificuldades financeiras e lançou uma vaquinha para custear tratamentos que possam ajudá-la a recuperar a mobilidade.

Paulo Sérgio, o Prof. Serginho, sofreu um infarto durante uma partida de futebol e, após duas paradas cardíacas no hospital, ficou com sequelas. Uma campanha solidária visa financiar um pórtico para banho e seu tratamento.

Isadora, uma bebê de 10 meses, enfrenta um glioma de baixo grau no tronco encefálico. A família busca ajuda financeira para a biópsia e cirurgia, essenciais para o tratamento. Cada contribuição é vital.

Caio, diagnosticado com câncer metastático, realizará cirurgia no testículo em 22 de maio e iniciará quimioterapia agressiva. Ele criou uma vaquinha para cobrir despesas médicas, pedindo apoio financeiro e orações.

Ex-soldados britânicos escalam o Everest em sete dias, utilizando gás xenônio para potencializar o desempenho físico, prática controversa semelhante ao doping. A expedição visa arrecadar fundos para órfãos de conflitos armados.

O artista britânico Peter Phillips, cofundador do movimento Pop Art, faleceu aos 86 anos em 23 de junho. Sua família anunciou a criação da Peter Phillips Foundation para apoiar artistas em sua memória.