Preta Gil, diagnosticada com câncer no intestino, recebe apoio de amigos em Nova Iorque enquanto se prepara para tratamento experimental fora do Brasil. Ela busca retomar sua vida e carreira após recidiva da doença.

Preta Gil, diagnosticada com câncer no intestino em janeiro de 2023, recebeu a visita de amigos em Nova Iorque no último sábado, dia 31. Entre os visitantes estavam Sabrina Sato e Nicolas Prattes, que demonstraram apoio à artista. Preta, que embarcou para os Estados Unidos em maio, busca um tratamento experimental para a doença, após ter passado por duas cirurgias complexas e ter anunciado sua cura no final de 2023.
A primeira cirurgia de Preta durou 14 horas e envolveu a retirada do tumor e do útero. Após quase um mês internada, a cantora recebeu alta, mas em agosto de 2024, comunicou a recidiva do câncer, que afetou dois linfonodos da pelve. Em dezembro do mesmo ano, ela passou por uma nova cirurgia, ainda mais complexa, que durou cerca de 21 horas e resultou na remoção de parte do aparelho digestivo e do sistema linfático.
Após 55 dias de internação, Preta foi liberada em fevereiro de 2025. Em março, durante uma participação no programa Domingão com Huck, a artista compartilhou que os próximos passos do tratamento envolveriam terapias alternativas disponíveis apenas fora do Brasil. Ela expressou sua determinação em buscar a cura, afirmando que ainda tem muito a viver e realizar.
Preta Gil destacou a importância do apoio de amigos e familiares nesse momento desafiador. Além de Sabrina Sato e Nicolas Prattes, ela já recebeu visitas de outras personalidades, como Ivete Sangalo e sua irmã, Bela Gil, que também têm contribuído para elevar seu ânimo durante o tratamento.
A luta de Preta contra o câncer tem gerado uma onda de solidariedade entre fãs e admiradores, que se mobilizam para apoiá-la. A artista, conhecida por sua força e resiliência, continua a inspirar muitos com sua história de superação e esperança.
Neste contexto, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de pessoas que enfrentam desafios semelhantes. Projetos que visam apoiar a saúde e o bem-estar de pacientes oncológicos são essenciais e merecem ser incentivados. Juntos, podemos ajudar a transformar a realidade de quem precisa.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal lançará o primeiro Mestrado em Políticas Públicas voltado para Práticas Integrativas em Saúde, com investimento de R$ 21,6 milhões até 2028. A iniciativa, parte do "Colab-PIS", visa fortalecer a formação e pesquisa na área, consolidando o SUS do DF como referência nacional.

Com o frio no Distrito Federal, os atendimentos por sintomas gripais aumentaram, superando 16 mil. A vacinação contra a gripe será ampliada para todos acima de seis meses nas UBSs, visando reduzir complicações.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou o Super Centro para Diagnóstico do Câncer, que promete reduzir o tempo de espera para laudos de 25 para cinco dias no SUS. A iniciativa, que começa em julho, utiliza telemedicina e tecnologia avançada para otimizar diagnósticos, com capacidade para realizar até mil laudos diários. Com apoio do A.C. Camargo e do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o programa visa aumentar a eficiência no tratamento oncológico e garantir acesso equitativo à saúde.

A prática de exercícios físicos após os 50 anos é essencial para combater a perda muscular e prevenir doenças crônicas. Especialistas recomendam atividades de baixo impacto, como musculação adaptada, pilates e hidroginástica, para melhorar a qualidade de vida e a autonomia.
Criança faleceu após desafio viral, destacando a necessidade de supervisão parental. A tragédia gerou debates sobre os riscos das redes sociais e a importância do diálogo entre pais e filhos. A psicóloga Fernanda Jota enfatiza que a orientação sobre conteúdos perigosos é crucial. Aplicativos como Family Link ajudam na supervisão do uso do celular, promovendo um ambiente digital mais seguro. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda limitar o tempo de tela e acompanhar as tendências digitais para proteger os jovens.

O ministro Flávio Dino acatou pedido da AGU para que a União conceda R$ 50 mil e pensão vitalícia a vítimas do vírus Zika, apesar de questões fiscais levantadas. A decisão visa garantir apoio financeiro essencial.