A primeira chamada do Prouni 2025 será divulgada hoje, 7 de julho, com 211.202 bolsas, sendo 118.051 integrais e 93.151 parciais, com foco em desempenho no Enem e critérios de renda.

O resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) 2025 será divulgado nesta segunda-feira, 7 de julho, no site acessounico.mec.gov.br/prouni. O programa disponibiliza um total de 211.202 bolsas de estudo para cursos de graduação no segundo semestre deste ano, sendo 118.051 integrais e 93.151 parciais, em 370 cursos de 887 instituições privadas de ensino superior em todo o Brasil.
O estado de São Paulo lidera a oferta de bolsas, com 46.629 oportunidades, seguido por Minas Gerais, com 23.486, Paraná, com 14.000, Bahia, com 13.827, e Rio Grande do Sul, com 12.415. Roraima é o estado com o menor número de bolsas, totalizando 774. Para se inscrever, os candidatos devem ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2023 ou 2024, alcançando pelo menos 450 pontos nas provas e nota acima de zero na redação.
Os critérios de renda familiar são fundamentais para a seleção, sendo exigido que a renda per capita não ultrapasse 1,5 salário mínimo (R$ 2.277) para bolsas integrais e três salários mínimos (R$ 4.554) para bolsas parciais. O edital também reserva vagas para pessoas com deficiência e autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, que devem atender aos mesmos critérios de renda e escolaridade.
A comprovação das informações dos pré-selecionados deve ser realizada diretamente nas instituições entre os dias 7 e 18 de julho. A segunda chamada está prevista para ser divulgada em 28 de julho, com prazo de comprovação até 11 de agosto. A manifestação de interesse para a lista de espera ocorrerá nos dias 18 e 19 de agosto.
O Ministério da Educação não especificou o horário de divulgação do resultado da primeira chamada, mas no ano anterior, o resultado foi publicado às 15h21. A seleção dos candidatos considera a média do Enem, e em caso de empate, as maiores notas nas provas de redação, linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas são levadas em conta.
Essa iniciativa é uma oportunidade valiosa para muitos estudantes que buscam acesso ao ensino superior. A união da sociedade civil pode ser essencial para apoiar projetos que visem garantir a educação de qualidade para todos, especialmente para aqueles que enfrentam dificuldades financeiras. Juntos, podemos fazer a diferença na vida de muitos jovens que sonham em conquistar uma formação superior.

O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou um aplicativo com inteligência artificial para auxiliar na preparação do Enem e a possibilidade de correção da prova por IA no futuro. O MEC também discute novas diretrizes para a educação a distância.

A Quero Bolsa oferece milhares de bolsas de estudo com até 90% de desconto para o 2º semestre de 2025, sem exigência de renda ou Enem, facilitando o acesso ao ensino superior.

A Associação De Olho no Material Escolar mobilizou 39 deputados para incluir metas de fluência em leitura no novo Plano Nacional de Educação, visando melhorar a alfabetização até 2024. Dados recentes mostram que apenas 59,2% das crianças de 7 anos estão alfabetizadas, abaixo da meta de 60% do governo. A presidente da associação, Leticia Jacintho, defende que a alfabetização deve ser alcançada até o final do primeiro ano do Ensino Fundamental, com base em experiências internacionais.

Queda de 51% em estudantes de Engenharia Civil no Brasil desde 2015 gera preocupação. O aumento da educação a distância não atrai jovens para essa área, resultando em evasão alta e baixa qualidade nos cursos.

Estudantes enfrentam intensa pressão durante o vestibular, como Gabrielle Salis e Gabriel Jie Bang, que destacam a importância do equilíbrio entre estudos e saúde mental, além do apoio familiar.

O governo brasileiro relançou o Fies Social em 2024, oferecendo financiamento integral com juro zero para beneficiários do CadÚnico, visando ampliar o acesso ao ensino superior. O programa prioriza famílias em situação de vulnerabilidade e apresenta regras mais flexíveis, facilitando a inclusão de estudantes historicamente excluídos.