Shamsa Sharawe, ativista britânica, compartilhou sua jornada de reconstrução genital após mutilação na infância, destacando a necessidade de acesso a tratamentos no Reino Unido. Sua luta visa quebrar o silêncio sobre o tema.

Shamsa Sharawe, ativista britânica, ganhou destaque no TikTok ao compartilhar sua experiência com a mutilação genital, uma prática que afeta milhões de mulheres. Submetida a essa prática na Somália aos seis anos, Sharawe se tornou uma voz importante na luta contra essa violação dos direitos humanos. Em 2023, aos trinta e dois anos, ela viajou para a Alemanha e passou por uma cirurgia de reconstrução genital, buscando criar uma vulva adulta e funcional.
Durante sua jornada, Sharawe utilizou as redes sociais para documentar cada passo, enfatizando a importância de discutir abertamente esses temas. Na véspera da cirurgia, gravou uma mensagem para sua filha, explicando sua decisão e expressando seu amor. "Finalmente vou ter um clitóris. Finalmente poderei viver em um corpo que não vejo mais como inimigo", disse ela, destacando a necessidade de normalizar conversas sobre saúde genital e traumas.
A mutilação genital feminina, que envolve a remoção de partes da genitália externa, continua a ser uma prática comum em várias culturas, apesar de ser ilegal em muitos países. Sharawe ressaltou que, embora a cirurgia de reconstrução possa aliviar dores, ela não está disponível no sistema público de saúde britânico (NHS). A ativista arrecadou mais de 20 mil euros para financiar sua cirurgia, realizada pelo Dr. Dan O’Dey, especialista em reconstrução genital feminina.
Após a cirurgia, Sharawe compartilhou sua felicidade ao acordar com um novo órgão. "Eu tenho uma vulva. Uma vulva funcional", comemorou. A recuperação, embora lenta, trouxe alívio para suas dores crônicas. No entanto, os custos da cirurgia a deixaram endividada, uma realidade que muitas sobreviventes enfrentam. O NHS oferece apenas a desinfibulação, um procedimento básico, enquanto a reconstrução permanece inacessível.
Sharawe expressou indignação com a falta de opções disponíveis para sobreviventes de mutilação genital no Reino Unido. "Estamos dizendo o que precisamos, e vocês não estão ouvindo", afirmou, referindo-se ao NHS. Sua luta por reconhecimento e tratamento adequado continua, e ela lançou uma petição para que a cirurgia de reconstrução seja financiada pelo sistema público de saúde.
Com sua energia vibrante, Sharawe se tornou uma fonte de inspiração para outras sobreviventes, que buscam informações sobre tratamentos e apoio. Sua história destaca a necessidade de apoio e recursos para vítimas de mutilação genital. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que garantam acesso a tratamentos e informações essenciais para a saúde e bem-estar das mulheres.

Família de Zaineite (Nete) enfrenta crise após diagnóstico de AVC hemorrágico, necessitando de tratamento urgente. Criaram vaquinha para cobrir altos custos médicos, já que o SUS não atende a tempo. Cada contribuição faz diferença.

Márcio Lacerda, protetor de animais gaúcho, lançou uma campanha no site Vakinha em seu aniversário, buscando arrecadar fundos para ração e castração de animais desamparados. Com quase 600 mil seguidores, ele se tornou referência na luta pelos direitos dos animais de rua, inspirando milhares de pessoas. A campanha, que visa oferecer dignidade aos animais, pode ser acessada através de um link específico ou por meio de uma chave pix.

Cachorra Paçoca, vítima de um acidente de trânsito, enfrenta sérios problemas de saúde e precisa de uma cirurgia de R$ 4 mil para reconstrução do joelho, marcada para 09 de maio. Ajude!

Edgar busca apoio financeiro para o tratamento de seu irmão Diogo, diagnosticado com câncer de pâncreas em estágio avançado. A família enfrenta altos custos com quimioterapia e incertezas sobre o futuro. Doações são bem-vindas.

Carla Carolina, 31 anos, enfrenta a volta de um tumor raro e agressivo, o Desmoide, e precisa de R$ 12 a R$ 14 mil mensais para o medicamento Pazopanibe, não disponível pelo SUS. Ela iniciou uma vakinha para arrecadar fundos.

Liz, uma menina de quatro anos com uma síndrome rara e epilepsia severa, precisa de um carrinho adaptado que custa R$ 15 mil, valor que seus pais não conseguem arcar. A família pede ajuda para arrecadar o montante.