Startups de saúde podem se inscrever até 30 de junho para a segunda edição do Maice Lab, promovido pelo Hospital Maice em Caçador (SC), com foco em inovação e pré-aceleração. O programa oferece mentoria e a chance de testar soluções no hospital, visando aprimorar a gestão e a experiência do paciente.

O Hospital Maice, localizado em Caçador (SC), está com inscrições abertas até 30 de junho para a segunda edição do Maice Lab, um programa de inovação voltado para startups de saúde de todo o Brasil. O objetivo é validar e incorporar soluções inovadoras criadas por healthtechs, focando na pré-aceleração de empresas que já possuem produtos validados no mercado e buscam parcerias estratégicas.
O programa, realizado em parceria com o Sebrae Santa Catarina e executado pela TXM Methods, oferece mentoria, capacitações e assessoria, tudo gratuito. Durante quatro meses, as startups terão a oportunidade de desenvolver suas soluções, que podem abranger desde a gestão de agendamentos médicos até a automatização de exames e ferramentas que melhorem a experiência dos pacientes.
Sérgio Schmitz Júnior, coordenador do Hospital Maice, destaca a importância da iniciativa, afirmando que as inovações podem oferecer soluções para desafios enfrentados dentro do hospital. Flora Moritz, gerente do TXM Match, ressalta que um dos diferenciais do Maice Lab é a possibilidade de as startups testarem e validarem seus produtos diretamente no ambiente hospitalar, o que é crucial para a fase de pré-aceleração.
A primeira edição do Maice Lab, realizada em 2024, trouxe inovações significativas, como uma torre de desinfecção hospitalar com Luz UV-C, desenvolvida pela MEdinnotech, que ficou em primeiro lugar. Outras soluções premiadas incluíram um sistema de monitoramento remoto de pacientes da Warux e um software de gestão de plantões da PAssPlan.
O formato híbrido do programa permitirá que startups de todo o Brasil participem, com encontros presenciais em diversos espaços criativos de Caçador. Essa abordagem visa criar um ambiente colaborativo e inovador, onde as startups possam se desenvolver e contribuir para o avanço do setor de saúde.
Iniciativas como essa são essenciais para fomentar a inovação na saúde e podem ser impulsionadas pela sociedade civil. A união em torno de projetos que buscam melhorar a qualidade de vida e a eficiência dos serviços de saúde é fundamental para o progresso coletivo.

Anásia Brandão, após mais de dois anos, voltou a nadar em piscina, graças a um evento do CER II de Taguatinga, que promove a inclusão de pacientes com estomias, combatendo o preconceito.

Marcelle Chagas, jornalista carioca, foi selecionada como fellow pela Mozilla Foundation para desenvolver o relatório "Territórios Digitais", que mapeia fluxos de informação no Brasil e promove a inclusão de vozes negras na comunicação.

Estão abertas as inscrições para a "Academia LED – Jornalismo Globo", que busca estudantes para desenvolver pautas sobre emergência climática até 30 de abril de 2025. A iniciativa, parte do Movimento LED, oferece mentorias e publicação garantida.

O seminário “O futuro do mercado de trabalho” ressaltou a urgência de parcerias entre empresas, academia e governo para enfrentar a escassez de mão de obra qualificada no Brasil diante da inteligência artificial. Líderes como Carlos Augusto Lopes, da IBM, e Rafael Segrera, da Schneider Electric, destacaram a necessidade de um diálogo contínuo e a transformação educacional para preparar o país para a nova era tecnológica.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou mudanças no Proagro, aumentando a cobertura máxima para 95% e reduzindo custos, visando beneficiar a agricultura familiar. As alterações, que entram em vigor na safra 2025/2026, buscam atender mais produtores e ajustar o orçamento do programa, que teve gastos elevados nos últimos anos.

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, anunciou um ciclo de investimentos de R$ 32 bilhões em áreas essenciais, visando reduzir desigualdades e melhorar a infraestrutura do estado. Lyra destacou a concessão de R$ 25 bilhões em saneamento, R$ 1 bilhão em educação e R$ 6 bilhões em infraestrutura, ressaltando a queda do desemprego de 15% para 10%.