O programa de Passe Livre para vítimas de violência doméstica já cadastrou 1.200 mulheres em menos de duas semanas, oferecendo transporte gratuito para serviços essenciais. A vice-governadora Celina Leão destacou a importância da iniciativa durante a inauguração da Casa da Mulher Brasileira, que visa apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade.

Durante a inauguração da nova Casa da Mulher Brasileira, em Sobradinho II, a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, anunciou que mil e duzentas mulheres já foram cadastradas no programa de Passe Livre para vítimas de violência doméstica. “Nós já temos, em menos de duas semanas, mil e duzentas mulheres que estão com medidas protetivas, que já estão com Passe Livre”, destacou. “Elas já estão transitando gratuitamente para fazer curso, para ir na delegacia, para ir no psicólogo e para ter o cuidado que elas precisam de tempo para sair da violência”, completou.
O programa de Passe Livre foi anunciado pelo governador Ibaneis Rocha no início de maio, durante a inauguração do primeiro Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB) em Recanto das Emas. A iniciativa tem como objetivo facilitar o acesso das vítimas a serviços essenciais, especialmente em momentos de vulnerabilidade, como apoio psicológico e jurídico.
O cadastramento das mulheres no programa é um passo significativo para garantir que elas possam buscar ajuda e apoio sem a preocupação com o custo do transporte. O Passe Livre é uma ferramenta importante para que essas mulheres possam se deslocar com segurança e dignidade, buscando a recuperação e a autonomia.
Além do transporte gratuito, a nova Casa da Mulher Brasileira oferece uma série de serviços integrados, incluindo atendimento psicológico, jurídico e social. A vice-governadora enfatizou a importância de um espaço acolhedor e seguro para as mulheres que enfrentam situações de violência.
A criação do programa e a inauguração da Casa da Mulher Brasileira refletem um compromisso do governo do Distrito Federal em combater a violência doméstica e apoiar as vítimas. A mobilização da sociedade civil é fundamental para fortalecer essas iniciativas e garantir que mais mulheres tenham acesso a recursos e apoio.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a encontrar caminhos para a recuperação e a autonomia. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, promovendo um ambiente de apoio e solidariedade para as vítimas de violência.

Instituto Reação, fundado por Flávio Canto, completa 22 anos com reestruturação e reforma na Rocinha, ampliando atendimento e atividades para formar transformadores sociais.

Projeto de lei propõe centros de apoio 24 horas para mulheres vítimas de violência no DF. A iniciativa, do deputado Hermeto (MDB), visa oferecer atendimento especializado e acolhimento imediato, atendendo a uma demanda urgente na região. Os centros serão instalados em áreas com altos índices de violência, com equipes multidisciplinares disponíveis a qualquer hora.

A Câmara dos Deputados acelerou a tramitação do PL nº 2.628, que visa proteger crianças e adolescentes no ambiente digital, após denúncias de adultização infantil por um youtuber. O projeto, apoiado por diversas organizações, enfrenta críticas de parlamentares que temem censura.

A série "Pssica", recém-lançada na Netflix, aborda o tráfico sexual de menores no Pará, sob a direção de Quico Meirelles, com um elenco talentoso e produção visual marcante.

A Defesa Civil de São Paulo alerta sobre a baixa umidade do ar, que pode chegar a 11% em algumas regiões, recomendando cuidados com a saúde até a noite de quarta-feira, 13. A umidade deve aumentar a partir de quinta-feira, 14.

O Projeto de Lei 60/2025 em Belo Horizonte propõe a gratuidade do transporte público, financiada por multas, publicidade e contribuições empresariais, podendo arrecadar R$ 2 bilhões anuais. Essa iniciativa visa transformar o sistema e beneficiar a população, unindo vereadores de diferentes partidos em prol de um modelo sustentável.