O consumo de refrigerantes entre brasileiros gera prazeres instantâneos, mas traz riscos à saúde, como diabetes e hipertensão. Nutricionistas recomendam estratégias eficazes para reduzir esse hábito.

O consumo de refrigerantes é um hábito enraizado na vida de muitos brasileiros, associado a momentos de prazer, mas que traz riscos à saúde, como diabetes e hipertensão. A combinação de açúcar, cafeína e gás torna difícil romper esse ciclo de desejo, pois o cérebro associa a bebida a recompensas imediatas. Para abandonar esse hábito, nutricionistas recomendam estratégias que vão além da força de vontade.
A redução progressiva do consumo é uma das abordagens sugeridas. Parar abruptamente pode levar a recaídas, enquanto limitar o consumo semanalmente permite que o corpo e a mente se adaptem. Além disso, substituições inteligentes, como água com gás e limão ou chás gelados naturais, podem manter a sensação sensorial sem os malefícios do refrigerante.
Outra estratégia é o equilíbrio nas refeições. Dietas ricas em proteínas e fibras ajudam a manter a saciedade e a neutralizar os desejos por doces. A desconstrução do ritual também é essencial; criar novos hábitos, como caminhar ou ouvir música após as refeições, pode interromper a associação com o refrigerante.
Nos primeiros dias de redução, é comum sentir sintomas de abstinência, como dores de cabeça e irritabilidade, mas esses desconfortos tendem a passar em até uma semana. Os benefícios, por outro lado, surgem rapidamente, incluindo melhor hidratação, menor risco de doenças crônicas e uma qualidade de sono aprimorada.
Embora versões zero ou diet possam parecer alternativas saudáveis, elas mantêm o prazer do sabor doce e podem levar ao consumo excessivo de calorias. Além disso, adoçantes artificiais podem prejudicar a microbiota intestinal. O acompanhamento de profissionais, como nutricionistas e psicólogos, é fundamental para aumentar as chances de sucesso nesse processo.
Envolver a família nas mudanças de hábitos é crucial, especialmente em contextos sociais. Essa união pode facilitar a manutenção de novos comportamentos, promovendo um ambiente favorável à saúde. Em situações como essa, a solidariedade da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovam hábitos saudáveis e a conscientização sobre os riscos do consumo excessivo de refrigerantes.

O ministro Flávio Dino determinou que o governo federal deve garantir auxílio financeiro a crianças com deficiência causada pelo vírus zika, com prazo até março de 2026 para ajustar o Orçamento. A decisão busca assegurar direitos das vítimas, após veto do governo Lula por questões fiscais. O auxílio inclui R$ 50 mil e pensão mensal vitalícia de R$ 8.157,41.

Após 21 anos na Vila Maria Zélia, o Grupo XIX de Teatro encerra sua residência devido ao aumento do aluguel pelo INSS, realizando uma temporada de despedida com as peças "Hysteria" e "Hygiene". As apresentações refletem a luta da classe artística e abordam temas sociais relevantes.

A pesquisa da Bem TV, com apoio do Ministério da Igualdade Racial, revela que a evasão juvenil em Niterói e São Gonçalo é impulsionada pela falta de oportunidades e altas taxas de desemprego, especialmente entre jovens negros.

O governo do Distrito Federal inaugurou o primeiro hotel social permanente para a população em situação de rua, com 200 vagas e acolhimento a animais de estimação. No primeiro dia, 131 pessoas utilizaram o serviço.

Cresce a preocupação com cursos de baixa qualificação para formação de terapeutas no Brasil, em meio ao aumento de doenças mentais e à proposta de regulamentação da prática terapêutica. Profissionais alertam para os riscos de atendimentos inadequados.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) irá reavaliar a remição de pena para mães que amamentam na prisão, com o ministro Sebastião Reis argumentando que essa atividade deve ser reconhecida como trabalho. A decisão pode influenciar futuras diretrizes da execução penal feminina.