O consumo de refrigerantes entre brasileiros gera prazeres instantâneos, mas traz riscos à saúde, como diabetes e hipertensão. Nutricionistas recomendam estratégias eficazes para reduzir esse hábito.

O consumo de refrigerantes é um hábito enraizado na vida de muitos brasileiros, associado a momentos de prazer, mas que traz riscos à saúde, como diabetes e hipertensão. A combinação de açúcar, cafeína e gás torna difícil romper esse ciclo de desejo, pois o cérebro associa a bebida a recompensas imediatas. Para abandonar esse hábito, nutricionistas recomendam estratégias que vão além da força de vontade.
A redução progressiva do consumo é uma das abordagens sugeridas. Parar abruptamente pode levar a recaídas, enquanto limitar o consumo semanalmente permite que o corpo e a mente se adaptem. Além disso, substituições inteligentes, como água com gás e limão ou chás gelados naturais, podem manter a sensação sensorial sem os malefícios do refrigerante.
Outra estratégia é o equilíbrio nas refeições. Dietas ricas em proteínas e fibras ajudam a manter a saciedade e a neutralizar os desejos por doces. A desconstrução do ritual também é essencial; criar novos hábitos, como caminhar ou ouvir música após as refeições, pode interromper a associação com o refrigerante.
Nos primeiros dias de redução, é comum sentir sintomas de abstinência, como dores de cabeça e irritabilidade, mas esses desconfortos tendem a passar em até uma semana. Os benefícios, por outro lado, surgem rapidamente, incluindo melhor hidratação, menor risco de doenças crônicas e uma qualidade de sono aprimorada.
Embora versões zero ou diet possam parecer alternativas saudáveis, elas mantêm o prazer do sabor doce e podem levar ao consumo excessivo de calorias. Além disso, adoçantes artificiais podem prejudicar a microbiota intestinal. O acompanhamento de profissionais, como nutricionistas e psicólogos, é fundamental para aumentar as chances de sucesso nesse processo.
Envolver a família nas mudanças de hábitos é crucial, especialmente em contextos sociais. Essa união pode facilitar a manutenção de novos comportamentos, promovendo um ambiente favorável à saúde. Em situações como essa, a solidariedade da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que promovam hábitos saudáveis e a conscientização sobre os riscos do consumo excessivo de refrigerantes.

Bárbara Reis será Ruth de Souza na peça "Ruth & Léa", que estreia em 7 de outubro no Teatro Glaucio Gil, sob a direção de Luiz Antônio Pilar, celebrando a amizade entre duas ícones do teatro brasileiro. A atriz expressa sua empolgação e o desafio de interpretar uma figura tão contida.

O Instituto Plano de Menina, fundado por Vivi Duarte, já transformou a vida de mais de 2 milhões de meninas, capacitando e inserindo 2.200 no mercado de trabalho. Recentemente, a organização firmou parceria com o consulado brasileiro em Nova York e promoveu o Brazilian Fashion Day, além de criar uma plataforma de apoio para mulheres imigrantes.

O município de Soure, no Marajó (PA), recebeu ações do Governo Federal para fortalecer a agricultura familiar e promover inclusão bancária, com a assinatura de microcréditos e a inauguração da primeira agência da Caixa. O secretário nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Tavares, destacou a importância do microcrédito para a autonomia dos pequenos produtores, enquanto a nova agência facilitará o acesso a serviços financeiros essenciais.

Estudo revela que apenas 98 das 150 maiores empresas brasileiras atuaram no ODS 2, com foco em ações pontuais e falta de transparência, limitando o impacto na segurança alimentar. A pesquisa destaca a necessidade de um compromisso mais estruturado.

Rebeca Alexandria compartilha a história de seu filho, que depende da imunoglobulina, um medicamento vital produzido a partir do plasma sanguíneo de doadores, ressaltando a importância da doação de sangue. A campanha Junho Vermelho destaca como esse gesto pode salvar vidas e transformar realidades.

Adhemar Ferreira da Silva, ícone do esporte e da luta antirracista, foi homenageado com um mural na Escola Municipal João de Camargo, em São Cristóvão, envolvendo a comunidade local. A iniciativa, fruto da parceria entre a Maratona do Rio e o projeto Negro Muro, retrata momentos marcantes da trajetória do atleta, que foi o primeiro bicampeão olímpico brasileiro e adido cultural do Brasil.