Alexsandro Ribeiro, ex-catador de latinhas, foi convocado pela primeira vez para a seleção brasileira por Carlo Ancelotti. Ele defenderá o Brasil nas Eliminatórias contra Equador e Paraguai, celebrando sua trajetória inspiradora.

Alexsandro Ribeiro, zagueiro do Lille, foi convocado pela primeira vez para a seleção brasileira pelo técnico Carlo Ancelotti. Aos 25 anos, ele expressou sua felicidade ao receber a notícia, destacando a importância desse momento em sua carreira. Alexsandro, que começou sua trajetória como catador de latinhas em um lixão, jogou na base do Flamengo ao lado de Vini Jr. e agora defenderá o Brasil nas Eliminatórias contra Equador e Paraguai.
Em entrevista ao portal ge, o defensor compartilhou sua emoção: "Estou muito feliz. Aqui em casa, com a minha família, estávamos todos muito ansiosos para esse momento. Vim trabalhando muito para isso." Ele agradeceu a todos que o apoiaram ao longo de sua jornada, ressaltando a honra de ser convocado para a seleção.
A seleção brasileira se apresentará na próxima segunda-feira e se preparará no Centro de Treinamento do Corinthians. Após os treinos, a delegação embarcará para Guayaquil, onde enfrentará o Equador. Alexsandro, que cresceu na comunidade do Dique II, em Duque de Caxias, superou diversas dificuldades em sua vida, incluindo a falta de recursos básicos durante a infância.
O zagueiro recordou momentos difíceis em Jardim Gramacho, onde sua mãe lutava para sustentar a família. Ele transformou essas experiências desafiadoras em motivação para seguir em frente. "A situação que a gente estava era muito precária, e eu queria tirar dessa situação", afirmou Alexsandro, que se reergueu ao longo dos anos, mesmo enfrentando obstáculos.
Atualmente, ele é titular absoluto do Lille e já disputou a Champions League, destacando-se na vitória sobre o Real Madrid. Alexsandro compartilhou um reencontro emocionante com Vini Jr., que o inspirou ainda mais. "Fico feliz por ele. Ele vem de uma situação difícil, e eu lembro do primeiro jogo dele. Aquilo me motivou a avançar", disse o zagueiro, elogiando o amigo e reconhecendo a importância de suas histórias de superação.
Histórias como a de Alexsandro são um lembrete poderoso do que a perseverança pode alcançar. A união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam dificuldades semelhantes. Projetos que apoiam jovens em situações vulneráveis podem ser fundamentais para transformar realidades e oferecer novas oportunidades.

O Censo 2022 indicou apenas 7,3% da população brasileira com deficiência, gerando controvérsias sobre a metodologia utilizada, que excluiu informações cruciais. A invisibilidade social compromete políticas públicas essenciais.

Luiza Trajano, CEO do Magazine Luiza, revelou a Galeria Magalu no Conjunto Nacional, que incluirá produtos do grupo e um espaço cultural. Um programa de treinamento para mulheres empreendedoras também será lançado. A Galeria Magalu, que ocupará o local da antiga Livraria Cultura, reunirá diversas marcas e manterá um espaço para livros e teatro. O programa "Mulheres de Negócios de Luiza" visa capacitar e apoiar mulheres no e-commerce, oferecendo treinamentos e redução de taxas.

O governo federal estabeleceu a reserva de 8% das vagas em contratações públicas para mulheres vítimas de violência, incluindo mulheres trans e travestis, priorizando as pretas e pardas. A medida visa fortalecer a proteção e inclusão dessas mulheres no mercado de trabalho.

O Sesc São Paulo planeja inaugurar 11 novas unidades, incluindo o Sesc Galeria e o Sesc Marília, além de lançar um concurso de arquitetura para novos projetos. A expansão visa atender áreas periféricas e menos assistidas.

Produtores de mel orgânico no Piauí buscam apoio do governo brasileiro para enfrentar tarifas de importação de 50% impostas pelos EUA, essenciais para sua subsistência e a de 40 mil famílias.

A Penitenciária Feminina do Distrito Federal lançou o projeto "CorpoConsciente – Escuta de Si", que promove oficinas de bem-estar emocional para detentas, permitindo a redução da pena. As atividades, realizadas às sextas-feiras, incluem caminhadas, automassagens e movimentos livres, visando a saúde mental e a dignidade no sistema prisional. As psicólogas Clara Costa e Thais Germano conduzem as oficinas, que já mostraram resultados positivos nas primeiras semanas, com relatos de leveza e alívio entre as participantes.