Fernanda Kawani Custódio, mulher trans e empreendedora, fundou a TravaTruck, uma empresa de gastronomia que emprega exclusivamente pessoas trans, promovendo inclusão e resistência social. Desde 2021, a TravaTruck cresce, mas busca mais estrutura para expandir seus serviços e impactar positivamente a sociedade.

No Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, celebrado em 17 de maio, a história de Fernanda Kawani Custódio, mulher trans de 35 anos, destaca-se como um exemplo de força e inovação. Fernanda é a fundadora da TravaTruck, uma empresa de gastronomia gerida exclusivamente por pessoas trans, que tem crescido desde sua criação em junho de 2021. A iniciativa visa promover inclusão e resistência social, oferecendo serviços de alimentação como coffee break e catering.
Natural de São Caetano do Sul, Fernanda enfrentou dificuldades no mercado de trabalho após sua transição de gênero. Mesmo graduada em estética e cosmetologia, ela não conseguiu atuar na área e só obteve seu primeiro emprego aos 26 anos, no setor de varejo. Em suas palavras, “a transição de gênero muda a forma que a sociedade nos vê, mudando a nossa auto-percepção”, o que gerou problemas psicológicos e exclusão social.
A experiência no varejo motivou Fernanda a empreender, levando à abertura de uma loja colaborativa chamada Translúdica. Contudo, a pandemia de covid-19 forçou o fechamento do negócio, e ela precisou recomeçar. A ideia da TravaTruck surgiu em um momento de desespero financeiro, quando ela decidiu vender coxinhas veganas feitas pela mãe. Desde então, a empresa se tornou um espaço de resistência e acolhimento para pessoas trans.
Atualmente, cerca de 30 pessoas trabalham na TravaTruck, que se destaca não apenas pela qualidade da comida, mas também pelo impacto social que gera. Fernanda afirma que a empresa é um “ato político” e um espaço que acolhe aqueles que não são atendidos pelo mercado tradicional. Apesar do crescimento, ela reconhece os desafios que ainda existem, especialmente na contratação por empresas convencionais.
Fernanda já conquistou visibilidade ao participar de programas como “Shark Tank Brasil” e ao vencer o reality “SelfMadeBrasil”. No entanto, sua missão vai além do reconhecimento. Ela busca inspirar outros a empreender e acredita que o verdadeiro amor e acolhimento são fundamentais para a comunidade. “Quero deixar uma mensagem pra toda nossa comunidade: o verdadeiro Deus é o Deus do amor”, diz Fernanda.
A trajetória de Fernanda é um exemplo de como, com coragem e oportunidades, é possível transformar vidas. Projetos que promovem a inclusão e a diversidade merecem apoio e incentivo da sociedade. A união em torno de iniciativas como a TravaTruck pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas que enfrentam discriminação e exclusão.

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, anunciou um decreto que regulamenta a expansão imobiliária no Arco Jurubatuba, com incentivos para habitações sociais e populares. O plano visa transformar bairros do extremo sul, mas enfrenta desconfiança devido a denúncias de desvios em programas habitacionais. A gestão investiga 17% dos imóveis licenciados desde 2022 por suspeitas de irregularidades. O decreto permite ampliação da área construída, favorecendo empreendimentos voltados a famílias de baixa renda, mas também levanta preocupações sobre o impacto no trânsito e no preço do metro quadrado.

InovaHC lidera projeto para testar interoperabilidade entre hospitais e laboratórios no Brasil, permitindo acesso a prontuários médicos com autorização do paciente em até 120 dias. A iniciativa visa melhorar a eficiência do atendimento e reduzir desperdícios no sistema de saúde.

A Secretaria de Estado da Mulher do Rio de Janeiro lançou um protocolo para prevenir a violência contra mulheres em estádios, em parceria com clubes locais. O aumento de 23,7% nas ameaças durante jogos motivou essa ação.

Em 2023, 47,3% dos municípios brasileiros apresentaram desenvolvimento socioeconômico baixo ou crítico, afetando 57 milhões de pessoas, segundo o IFDM da Firjan. A desigualdade regional persiste, especialmente no Norte e Nordeste.

Em 2024, mulheres no Brasil ganham, em média, 20,9% menos que homens, com disparidade maior para negras. Apesar de maior confiança, obstáculos estruturais ainda limitam suas carreiras.

O Dia Nacional do Ciclista, celebrado em 19 de agosto, foi marcado por um evento no Conjunto Nacional, com uma "bicicleata" e café da manhã, promovendo a mobilidade sustentável e a segurança no trânsito. A ação, que homenageia Pedro Davison, contou com a presença da família do ciclista e reforçou a necessidade de respeito aos direitos dos ciclistas, destacando a importância de mais infraestrutura para bicicletas em Brasília.