Bruna Biancardi e Viih Tube relatam experiências sobre a frenectomia de seus filhos, ressaltando a importância do diagnóstico precoce da anquiloglossia para um desenvolvimento saudável. A fonoaudióloga Flávia Puccini enfatiza que a intervenção rápida minimiza complicações.

A anquiloglossia, conhecida popularmente como língua presa, é uma condição que pode afetar a amamentação, a fala e até o sono de bebês. Embora o termo não seja amplamente familiar, muitos pais e especialistas reconhecem seus sintomas. O diagnóstico e tratamento precoces são essenciais para minimizar o impacto dessa condição, como demonstram casos recentes de crianças famosas. Bruna Biancardi compartilhou que sua filha passou por uma frenectomia, cirurgia que libera o freio lingual preso, enquanto Viih Tube enfrentou desafios semelhantes com seus filhos.
A fonoaudióloga infantil Flávia Puccini, que acompanha o desenvolvimento oral das crianças de Viih Tube, enfatiza a importância da identificação precoce da anquiloglossia. Segundo ela, esse diagnóstico é crucial para evitar dificuldades na amamentação, atrasos na fala e problemas respiratórios. Quando o tratamento é realizado nos primeiros meses, os resultados tendem a ser muito mais positivos. Viih Tube também relatou nas redes sociais as dificuldades que sua filha teve para mamar, um sintoma clássico da condição.
Dra. Flávia destaca que a conscientização dos pais sobre os sinais da anquiloglossia é fundamental. Dificuldades na pronúncia de sons como R, L, T e S, pouca mobilidade da língua, respiração pela boca e cansaço ao mamar são alguns dos indícios que devem ser observados. Muitas vezes, a amamentação é o primeiro sinal a ser notado. Se o bebê não consegue sugar adequadamente, é importante investigar a possibilidade de um freio lingual preso.
Além de afetar a fala, a anquiloglossia pode interferir na sucção, mastigação e deglutição, podendo levar a problemas como apneia do sono. A fonoaudióloga recomenda que a intervenção ocorra nos primeiros meses de vida, quando o procedimento é menos invasivo e a recuperação é mais rápida. O tratamento mais comum é a frenectomia, que pode ser realizada com laser, reduzindo o desconforto e o tempo de recuperação.
Entretanto, Dra. Flávia alerta que não é suficiente apenas realizar a cirurgia; é essencial o acompanhamento com terapia fonoaudiológica para que a criança desenvolva os movimentos necessários para a fala e alimentação. A especialista reforça que a avaliação precoce aumenta as chances de um desenvolvimento saudável, evitando complicações futuras. Não é necessário esperar a criança crescer para buscar tratamento, pois bebês que passam pela intervenção precoce têm mais facilidade para alcançar seu potencial pleno.
Essa situação evidencia a importância de apoiar iniciativas que promovam a conscientização sobre a anquiloglossia e o acesso a tratamentos adequados. A união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitas crianças que enfrentam esses desafios, garantindo que tenham um desenvolvimento saudável e pleno.

Estudo da Faculdade de Medicina de Botucatu revela que a suplementação de vitamina D em baixa dosagem pode potencializar a quimioterapia em mulheres com câncer de mama. Os resultados indicam uma resposta significativa ao tratamento, sugerindo novas pesquisas.

Mais de 163 mil crianças e adolescentes foram vacinados contra a dengue no Distrito Federal, mas a cobertura ainda é baixa, com 59,7% para a primeira dose e 29,5% para a segunda. O Brasil é pioneiro na vacinação pelo SUS.

O Ministério da Saúde inicia a distribuição gratuita de preservativos texturizados e finos no SUS, visando aumentar o uso entre jovens e prevenir ISTs, com expectativa de 400 milhões de unidades. A ação responde à queda no uso de preservativos e à baixa solicitação após a pandemia.
Sofia de Araújo, mãe de Ceilândia, foi homenageada por sua doação de leite materno no evento “AmamentAção”, que promoveu saúde e acolhimento a mães e gestantes durante o Agosto Dourado.

A Fundação Hemocentro de Brasília enfrenta uma queda alarmante nas doações de sangue, com média de 121 diárias, 33% abaixo do necessário. Coleta externa em 14 de agosto visa reverter a situação crítica.
Angela Ro Ro, cantora de 75 anos, está internada na UTI do Hospital Silvestre, no Rio de Janeiro, após complicações de saúde. Ela passou por uma traqueostomia e precisa de ajuda financeira para a reabilitação vocal. O advogado da artista, Carlos Eduardo Campista de Lyrio, destaca que sua renda mensal é de apenas R$ 800, proveniente de direitos autorais. Angela, que não é aposentada, enfrenta dificuldades financeiras e precisa do apoio de fãs e doações. A chave PIX para contribuições é 625.962.507-30, registrada em seu nome. A artista, que está lúcida e em recuperação, poderá receber visitas a partir de quarta-feira (9).