O projeto Aquarius retorna à Praça Mauá com grandes nomes da música brasileira, promovendo a democratização da música sinfônica e celebrando a diversidade cultural do país. O evento, que acontece no sábado, contará com artistas como Martinho da Vila, Iza, Roberta Miranda e Chico César, além de apresentações prévias de DJs e músicos variados.

O projeto Aquarius, que teve sua primeira edição em mil novecentos e setenta e dois, retorna à Praça Mauá neste sábado, a partir das 15h30. Idealizado por Roberto Marinho, Péricles de Barros e Isaac Karabtchevsky, o evento tem como objetivo democratizar a música clássica, promovendo a diversidade cultural brasileira. Este ano, a série conta com a participação de artistas renomados como Martinho da Vila, Iza, Roberta Miranda e Chico César, em parceria com a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB).
O maestro Eduardo Pereira, que fará sua estreia no projeto, destaca que a diversidade da cultura brasileira é o fio condutor desta edição. Ele regerá uma mistura de músicas que vão de Noel Rosa e Villa-Lobos a Fábio Jr. Pereira enfatiza que a proposta é apresentar diferentes estilos musicais em um único espetáculo, desmistificando a ideia de que a música clássica deve ser elitista.
Chico César, um dos artistas convidados, promete emocionar o público com seu hit "À primeira vista". Ele expressa sua esperança de que sua música tenha um impacto semelhante ao de grandes nomes da música brasileira. Roberta Miranda, que celebra quatro décadas de carreira, também se mostra animada com a oportunidade de cantar ao lado da OSB, ressaltando que a união entre a orquestra e a música sertaneja traz um brilho especial ao espetáculo.
Martinho da Vila, aos oitenta e sete anos, pretende levar a energia do samba para a Praça Mauá, apresentando o famoso samba-enredo "Kizomba, festa da raça". Ele acredita que muitos que não apreciam a música sinfônica podem mudar de opinião ao vivenciar o concerto completo. Iza, que também se apresenta pela primeira vez no evento, valoriza a importância de um evento gratuito e acessível, que renova seu desejo de cantar.
A programação do evento começa antes do espetáculo principal, com apresentações de artistas como Ryon Sax, que mistura música eletrônica com saxofone, e o Ensemble FTM, que traz uma variedade de estilos musicais. Ster do Violino, uma jovem violinista, também se apresentará, mostrando que a música clássica pode dialogar com o funk, um gênero muitas vezes marginalizado.
O projeto Aquarius, com sua proposta de inclusão e diversidade, é uma oportunidade para aproximar o público da música de orquestra e formar novas plateias. A união de diferentes estilos musicais em um mesmo palco pode transformar a percepção sobre a música clássica. Iniciativas como essa merecem ser apoiadas e estimuladas pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a cultura e a inclusão social.

Freiras Marizele e Marisa, que viralizaram com dança e beatbox, foram destaque no New York Times, mostrando como a música atrai jovens à vida religiosa em um cenário de queda de devotos no Brasil.

João Cândido da Silva, artista plástico de 92 anos, busca transformar seu ateliê em um centro cultural acessível, lançando uma campanha de financiamento coletivo para apoiar a iniciativa. Com uma trajetória marcada pela luta contra o racismo e pela valorização da cultura afro-brasileira, João deseja abrir seu espaço para a comunidade, promovendo arte e educação.

Vânia Borges de Carvalho, pedagoga que perdeu a família em um acidente em 2010, lançou um livro e realiza palestras sobre superação e esperança após a tragédia. Sua história inspira muitos.

A Audima, fundada por Luiz Pedroza, cresce no mercado de acessibilidade digital, com aumento de 23% no faturamento em 2024 e planos de rebranding e um movimento social B2B para inclusão digital. A empresa, que já atende mais de cinco mil clientes em 11 países, busca conscientizar sobre a importância da acessibilidade, destacando que cerca de 60 milhões de brasileiros são consumidores que necessitam dessas soluções.

Rafaela Silva, campeã olímpica de judô, compartilha no podcast Zona Segura suas lutas contra depressão e racismo, além de seu compromisso com a saúde mental e projetos sociais para crianças.

A Prefeitura de Niterói inicia o Programa Aluguel Universitário, destinando R$ 350 mil mensais para ajudar 498 estudantes com aluguel. A iniciativa visa reduzir a evasão no ensino superior e impulsionar a economia local.