Aumento de afogamentos no Lago Paranoá preocupa autoridades. O Corpo de Bombeiros intensificou a vigilância após seis incidentes e três mortes em abril, mas um novo afogamento ocorreu em maio.

O Lago Paranoá tem enfrentado um aumento alarmante no número de afogamentos, com seis incidentes e três mortes registrados entre 19 e 26 de abril. Em resposta, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) intensificou a vigilância nas áreas mais críticas. No entanto, em 4 de maio, um jovem de 22 anos foi encontrado afogado no Piscinão do Lago Norte, a 20 metros da margem e a 3 metros de profundidade, evidenciando a urgência de medidas preventivas.
As rondas das embarcações dos bombeiros, que incluem jetski e flex boat, tornaram-se obrigatórias em pontos de risco, como a Ponte JK, onde ocorrem muitos afogamentos. O sargento Jean Costa alerta que a combinação de álcool e natação é uma das principais causas dos incidentes. Ele enfatiza a importância de nadar próximo à margem e de ter sempre um flutuador à mão, além de evitar deixar crianças sem supervisão.
Marcos André Oliveira, com 15 anos de experiência em aluguel de equipamentos aquáticos, destaca que muitos afogamentos ocorrem devido à falta de conhecimento sobre o local e à imprudência, como nadar embriagado. Ele já presenciou e até salvou pessoas em situações de afogamento, reforçando a necessidade de conscientização sobre os riscos da natação em áreas abertas.
A situação é ainda mais crítica na Ponte JK, onde a profundidade do lago pode mudar abruptamente. O sargento Gabriel Costa observa que muitos se arriscam a nadar até ilhas próximas, mas a falta de habilidade pode levar a tragédias. Ele recomenda que, em caso de afogamento, quem tenta ajudar deve ter cuidado para não se tornar uma segunda vítima.
Além disso, o uso de equipamentos inadequados, como boias caseiras, aumenta o risco de acidentes. O subtenente R. Ricardo menciona que a prevenção é uma prioridade, e os bombeiros estão sempre prontos para intervir quando percebem nadadores em dificuldades. A conscientização sobre os perigos do lago é essencial para evitar novas tragédias.
Com a chegada dos meses mais quentes, a atenção deve ser redobrada. A união da comunidade é fundamental para promover a segurança nas atividades aquáticas. Vítimas de afogamentos podem precisar de apoio em sua recuperação, e iniciativas que incentivem a conscientização e a segurança no Lago Paranoá são essenciais para proteger todos que frequentam essa área.

Chuvas intensas no Rio de Janeiro causaram mais de 600 atendimentos, com 523 pessoas desalojadas e situação de emergência em Angra dos Reis e Petrópolis. Força-tarefa do governo atua na região.

- Incêndio na fábrica Maximus em Ramos deixou várias vítimas e danos severos. - Nove pessoas estão em estado grave devido a queimaduras e inalação de fumaça. - Perícia investiga possível furto de energia elétrica no local do incêndio. - Liga RJ decidiu que algumas escolas de samba afetadas desfilarão fora de competição. - Funcionários presos no incêndio geraram cenas dramáticas de socorro nas janelas.
Fortes chuvas em São Paulo causaram desabamento em Mauá e alagamentos em Santo André e São Bernardo. Defesa Civil emitiu alerta severo e trens da CPTM estão paralisados.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja para queda de temperatura em São Paulo, com mínimas de até 3ºC e geadas. Abrigo Solidário será ativado para acolher pessoas em situação de rua.

Cemaden alerta para chuvas intensas no Sudeste até domingo, com risco muito alto em Petrópolis e alto em Juiz de Fora e Cachoeiro de Itapemirim, aumentando a possibilidade de deslizamentos e inundações.

Ministério da Integração reconhece emergência em cinco cidades do Pará devido a chuvas intensas, permitindo acesso a recursos federais para assistência humanitária.