O Brasil avança na saúde com o projeto do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde (SUS), financiado em US$ 320 milhões pelo Novo Banco do Desenvolvimento. A iniciativa, liderada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visa integrar tecnologia e saúde digital, promovendo um centro de excelência em saúde digital em São Paulo. O projeto inclui a construção de um edifício sustentável de 150 mil m² e a criação de uma rede de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) inteligentes em todo o país.

O Brasil avança na modernização do Sistema Único de Saúde (SUS) com a proposta de um hospital inteligente, apresentada ao Novo Banco do Desenvolvimento (NDB) em 7 de julho. O projeto, que conta com um financiamento de US$ 320 milhões, foi entregue pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, à presidenta do banco, Dilma Rousseff. A iniciativa visa integrar tecnologia e saúde digital, inspirando-se em modelos de sucesso da China.
O Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI-Brasil) será construído em São Paulo, no complexo do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). A parceria entre o Ministério da Saúde e a USP busca unir inovações médicas e tecnológicas do Brasil, China e outros países do BRICS. O projeto inclui um Grupo de Trabalho para coordenar a implementação, envolvendo diversas instituições.
A estrutura do hospital terá 150 mil m² e seguirá padrões internacionais de sustentabilidade e inovação. O projeto arquitetônico prevê práticas avançadas em logística interna, controle de infecções e preparação para desastres. O ambiente será projetado para promover o bem-estar de pacientes e equipes, otimizando a eficiência energética.
O ITMI-Brasil se tornará um centro de excelência em saúde digital, utilizando tecnologias como inteligência artificial, telessaúde e automação hospitalar. O objetivo é garantir uma operação eficiente, com regulação inteligente de leitos e redução do tempo de permanência dos pacientes, proporcionando um atendimento ágil e seguro.
Além do hospital, o Ministério da Saúde planeja estruturar uma rede de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) inteligentes em todo o país. Com o mesmo investimento de US$ 320 milhões, a estratégia inicial contempla dez UTIs, que serão modernizadas com tecnologias avançadas e suporte digital, visando melhorar o cuidado especializado no SUS.
Iniciativas como essa são fundamentais para transformar a saúde pública no Brasil. A colaboração entre setores pode impulsionar projetos que melhorem a qualidade dos serviços de saúde. A união da sociedade civil pode ser um grande aliado na promoção de melhorias significativas na área da saúde, beneficiando a população e fortalecendo o sistema de saúde.

Em abril de 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou a maior enchente de sua história, com chuvas que devastaram Porto Alegre. O governo federal destinou R$ 1,4 bilhão para assistência e reconstrução, beneficiando 451 municípios.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) investe em energia sustentável no Nordeste, com R$ 580 milhões em projetos que geram empregos e inclusão social. A Central Geradora Eólica Seridó e o Complexo Solar Monte Verde promovem desenvolvimento econômico e social, descentralizando a produção de energia e beneficiando comunidades locais.

A Pamonha Cabocla Tereza, de Serrania, Minas Gerais, evoluiu de um negócio familiar informal em 2007 para uma produção de 1,5 mil pamonhas diárias, faturando R$ 250 mil mensais e expandindo para cinco estados. A inovação e práticas sustentáveis impulsionaram seu crescimento, atraindo novos clientes e gerando empregos.

A partir de 18 de agosto de 2025, a Caixa Econômica Federal iniciará o pagamento do Bolsa Família e do Auxílio Gás, com valor de R$ 108, priorizando regiões em emergência climática. Cerca de 19,2 milhões de famílias receberão o Bolsa Família e 5,1 milhões o Auxílio Gás, que visa aliviar o custo do gás de cozinha. O pagamento será antecipado em algumas áreas afetadas por desastres climáticos.

A senadora Mara Gabrilli criticou o veto do presidente Lula à pensão vitalícia para crianças com Síndrome Congênita do Zika, destacando a necessidade urgente de apoio às famílias. A pressão por mudanças continua.

Ministros da Saúde e da Fazenda anunciaram a troca de dívidas de hospitais privados por atendimentos ao SUS, visando melhorar a saúde pública. A medida pode converter até R$ 2 bilhões em serviços médicos anuais.