A Amazon Brasil anunciou um investimento de R$ 13,5 bilhões em 2024, reafirmando sua estratégia de crescimento no país e o compromisso com projetos sociais e tecnológicos. Juliana Sztrajtman, CEO da Amazon Brasil, destacou que o Brasil é a maior aposta da empresa, com mais de R$ 55 bilhões investidos desde 2012. A operação já conta com 200 polos logísticos e gera 36 mil empregos.

A Amazon Brasil anunciou um investimento de R$ 13,5 bilhões para 2024, conforme declaração de Juliana Sztrajtman, CEO da empresa. Este valor representa 25% do total investido no país desde 2012, que já soma mais de R$ 55 bilhões. Sztrajtman destacou a relevância do Brasil como um mercado emergente e a importância de projetos sociais e tecnológicos que a empresa está implementando.
Com mais de 200 polos logísticos, a Amazon gera 36 mil empregos diretos e indiretos, sendo 90% ocupados por brasileiros. A empresa já realiza entregas no mesmo dia em cerca de 40 cidades e busca expandir esse número. A CEO enfatizou que a operação é voltada para atender às necessidades dos consumidores brasileiros, que demandam rapidez e variedade de produtos.
O crescimento do e-commerce no Brasil é notável, passando de 4% do varejo em 2019 para uma estimativa entre 15% e 20% atualmente. Sztrajtman afirmou que a Amazon vê um grande potencial de crescimento no país, que é o segundo maior mercado emergente da companhia, atrás apenas da Índia. O Prime Day, por exemplo, já superou a Black Friday em vendas, evidenciando a valorização dos consumidores pela experiência oferecida.
A tecnologia também é um foco importante para a Amazon, com 75% das entregas utilizando inteligência artificial (IA) para otimizar rotas e melhorar a eficiência. Além disso, a empresa desenvolve projetos sociais, como o Favela Log, que promove entregas em comunidades por moradores locais, e o Pro Saber, que reforma bibliotecas e incentiva a leitura infantil.
Louise Faleiros, diretora-geral da Amazon Prime Video Brasil, destacou o investimento em produções originais brasileiras, com 46 lançamentos desde 2019. A plataforma também detém direitos de transmissão de eventos esportivos, como a Copa do Brasil e a NBA, reforçando seu papel no entretenimento local. Cleber Morais, diretor-geral da AWS Brasil, mencionou a capacitação de mais de 800 mil pessoas em tecnologia, contribuindo para o desenvolvimento de talentos no país.
Com os investimentos bilionários em infraestrutura e tecnologia, a Amazon reafirma seu compromisso com o Brasil. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a inclusão e o desenvolvimento social, especialmente em comunidades carentes. Projetos que visam melhorar a qualidade de vida e a educação podem se beneficiar do apoio coletivo, gerando um impacto positivo duradouro.

Francine Ferrari, empresária de 46 anos, fundou a Neobambu, que traz a madeira termotratada ao Brasil, promovendo sustentabilidade na construção civil e conquistando certificações internacionais. A Neobambu, sob a liderança de Francine, desafia estigmas de um setor masculino, educando profissionais sobre soluções sustentáveis e viáveis, enquanto se destaca como uma voz feminina forte.

O Atlas da Violência 2025 aponta um aumento de mais de 50% nos casos de violência contra crianças de 0 a 4 anos, evidenciando a falha das políticas públicas e a urgência de ações intersetoriais. Mariana Luz, CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, destaca a necessidade de uma abordagem coletiva para proteger as crianças e critica a ineficácia das políticas atuais.

A reabilitação profissional é crucial para a reintegração de trabalhadores acidentados, promovendo um retorno humanizado ao mercado de trabalho. O apoio especializado é fundamental para garantir direitos e facilitar o processo.

O Ministério da Saúde lançou o programa Agora Tem Especialistas, com 1.700 vagas para médicos especialistas, visando reduzir a espera por atendimentos no SUS. As inscrições vão até 28 de julho.

Festival Feira Preta, maior evento de cultura negra da América Latina, foi cancelado por falta de patrocínio, evidenciando a negligência das empresas em explorar o mercado negro.

Influenciadores destacam os riscos da "adultização" e exploração infantil nas redes sociais, após vídeo de Felca gerar indignação e clamor por proteção a menores online. A saúde mental dos jovens depende de ações efetivas.