São Paulo registra primeiro caso de sarampo em vacinado, reforçando a urgência da vacinação. Após o Brasil ser declarado livre do sarampo pela OPAS, novos casos em 2025, incluindo um em um homem vacinado em São Paulo, levantam preocupações sobre a necessidade de manter a vacinação em dia. Além disso, foram confirmados casos no Rio de Janeiro e um importado no Distrito Federal. A vacinação continua sendo a principal estratégia para evitar a reintrodução do vírus e proteger a comunidade.

Após o Brasil ter recuperado, em novembro de 2024, o status de "país livre do sarampo" pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), novos casos da doença em 2025 levantam preocupações sobre a vacinação. A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo confirmou o primeiro caso na capital paulista, envolvendo um homem de 31 anos que completou o esquema vacinal na infância. Apesar da infecção, a vacinação ajudou a amenizar a gravidade do quadro clínico.
Além do caso em São Paulo, foram registrados três casos em municípios do Rio de Janeiro e um caso importado no Distrito Federal, que envolveu uma mulher de 35 anos que viajou para diversos países. Esses eventos ressaltam a importância de manter a vacinação em dia, uma vez que a proteção individual também beneficia a comunidade, evitando a reintrodução do vírus.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, que se manifesta inicialmente com febre alta, tosse seca, coriza e conjuntivite. Após alguns dias, surgem erupções vermelhas pelo corpo. O vírus é transmitido por via aérea, principalmente através de gotículas de saliva expelidas ao tossir ou espirrar, e pode permanecer no ar por até duas horas em ambientes fechados.
A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Ela é indicada para crianças de 12 meses a menores de cinco anos, pessoas de cinco a 29 anos e trabalhadores da saúde, entre outros grupos. É importante que a população esteja atenta ao calendário vacinal e busque a imunização.
As autoridades de saúde enfatizam que a vacinação é a principal medida para manter o Brasil livre do sarampo. A proteção coletiva depende do engajamento de todos, e a adesão à vacinação é fundamental para evitar surtos e proteger os mais vulneráveis.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso à vacinação e a informações sobre a importância da imunização. Projetos que promovem a saúde pública e a conscientização sobre doenças evitáveis devem ser apoiados pela sociedade civil, garantindo um futuro mais seguro para todos.

O Brasil registra 16,6 milhões de casos de diabetes, com 15,2 milhões em pré-diabetes, evidenciando um aumento preocupante. Especialistas alertam sobre os riscos de complicações cardiovasculares e a importância do diagnóstico precoce.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou o programa Agora Tem Especialistas, com 1,7 mil vagas para aprimoramento de médicos e 1 mil novas bolsas de residência multiprofissional, visando melhorar o atendimento no SUS.

O Brasil introduziu o HIFU, um tratamento não invasivo que reduz em até 70% os tremores de Parkinson imediatamente após a aplicação, representando um avanço significativo na terapia. O Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, é pioneiro na oferta dessa tecnologia, que já é utilizada em outros países. O procedimento, realizado com o paciente acordado e sem anestesia geral, utiliza ultrassom focado para destruir áreas do cérebro responsáveis pelos tremores. A seleção dos pacientes é criteriosa, considerando possíveis contraindicações.

Gestantes da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Taguatinga participam do projeto Chá de Bênçãos, que promove acolhimento e troca de experiências a partir de 28 semanas de gestação, com atividades de relaxamento e celebração.

O Brasil enfrenta um aumento alarmante nos casos de câncer de vulva, com diagnósticos subindo de 405 em 2013 para 1.436 em 2023. Sintomas como coceira e feridas devem ser avaliados por médicos.

O governo federal relançou o programa "Agora Tem Especialistas" para reduzir a fila por médicos especialistas no SUS, utilizando dívidas de hospitais como pagamento por atendimentos. A iniciativa, que visa aumentar o acesso a serviços de saúde, foi assinada pelo presidente Lula e busca atender áreas críticas como oncologia e cardiologia.