Projeto de Lei 4090/24 propõe isenção de ICMS para próteses mamárias de silicone, visando facilitar a reconstrução mamária após mastectomia. Medida busca garantir dignidade e autoestima às mulheres.

O Projeto de Lei 4090/24, em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na compra de próteses mamárias de silicone para mulheres que passaram por mastectomia total ou parcial. Essa medida visa facilitar o acesso à reconstrução mamária, especialmente para aquelas que enfrentam o câncer de mama ou outras condições que exigem a remoção da mama.
Para obter a isenção, as pacientes deverão apresentar um laudo médico que comprove a realização da mastectomia e a necessidade do uso da prótese. Além disso, será exigida uma receita médica específica, documentação pessoal da paciente e, quando necessário, a documentação da instituição médica responsável pelo tratamento. A isenção se aplicará tanto a compras feitas diretamente pelas pacientes quanto por hospitais e clínicas.
O deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), autor da proposta, enfatiza que a mastectomia representa um desafio físico e emocional significativo para as mulheres. Ele ressalta que a reconstrução mamária é uma etapa crucial na recuperação, mas que muitas pacientes não conseguem arcar com os custos. A isenção do ICMS é vista como uma forma de garantir o acesso a um direito fundamental, que é a reconstrução da autoestima e dignidade das mulheres.
A proposta também prevê que o Poder Executivo estabeleça normas para regulamentar a aplicação da isenção e garantir a fiscalização adequada, evitando abusos. É fundamental que a isenção do ICMS não gere custos adicionais para as pacientes, assegurando que o benefício seja repassado integralmente ao consumidor final.
As comissões de Defesa dos Direitos da Mulher, Saúde, Finanças e Tributação, e Constituição e Justiça e de Cidadania analisarão a proposta. Para que o projeto se torne lei, é necessário que seja aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitas mulheres que enfrentam desafios após a mastectomia. O apoio a projetos que visam a reconstrução da autoestima e dignidade é essencial para promover uma sociedade mais justa e solidária.

A Secretaria de Estado de Saúde alerta sobre 7.666 vagas de mamografia não utilizadas. Apenas 1.061 exames foram agendados entre janeiro e março, evidenciando a necessidade de conscientização das mulheres a partir dos 50 anos para a realização do exame.
O Ministério da Saúde oficializou a inclusão do transplante de membrana amniótica no tratamento de queimaduras no SUS, prometendo acelerar a cicatrização e reduzir dores. A implementação ocorrerá em até 180 dias.

Com a chegada do inverno, autoridades de saúde enfatizam a importância da vacinação contra a gripe e da ventilação em ambientes fechados para prevenir doenças respiratórias. A vacinação anual é crucial, especialmente para grupos prioritários, e hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e boa hidratação, fortalecem o sistema imunológico.

Pesquisa Datafolha revela que 62% dos brasileiros se preocupam com a esteatose hepática, mas 24% desconhecem os métodos de diagnóstico. A falta de informação pode levar a crenças em tratamentos não comprovados.

O Brasil registrou cerca de 600 mil mortes por diabetes tipo 2 em uma década, com pesquisa da Tufts University revelando que a má alimentação gerou 14,1 milhões de casos em 2018. Fatores como baixo consumo de grãos integrais e excesso de carne processada foram destacados.

Hospital Nardini de Mauá implementa projeto de cuidados paliativos, atendendo 770 pacientes. A iniciativa visa humanizar o atendimento, promovendo acolhimento e comunicação eficaz.