A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou o Projeto de Lei 88/24, que garante diagnóstico e tratamento para trombofilia no SUS a idosos e gestantes. A proposta segue para análise em outras comissões.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 88/24, que estabelece a obrigatoriedade de diagnóstico e tratamento para trombofilia no Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas com mais de 60 anos e gestantes. Essa medida visa integrar o cuidado em saúde para grupos mais vulneráveis, considerando os riscos associados à trombofilia, que pode resultar em coágulos sanguíneos e complicações graves durante a gravidez.
O projeto determina que os testes para trombofilia sejam realizados conforme os protocolos definidos pelo Ministério da Saúde. A trombofilia é uma condição que aumenta o risco de formação de trombos (coágulos) nas veias ou artérias, podendo causar abortos espontâneos ou morte fetal durante a gestação. O relator do projeto, deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE), manifestou apoio à proposta, destacando a importância de garantir acesso a tecnologias confiáveis para diagnóstico e tratamento.
O deputado Medeiros enfatizou que o SUS deve priorizar o atendimento a pessoas idosas, que estão mais expostas aos riscos da trombofilia. A aprovação do projeto representa um passo significativo na proteção da saúde de grupos vulneráveis, assegurando que tenham acesso a cuidados essenciais. O projeto foi apresentado pelo deputado Duarte Jr. (PSB-MA) e agora segue para análise em caráter conclusivo nas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher, Saúde, Finanças e Tributação, e Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para que o Projeto de Lei 88/24 se torne lei, é necessário que seja aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. A tramitação do projeto reflete um compromisso com a saúde pública e a proteção dos direitos das pessoas idosas e gestantes, que frequentemente enfrentam desafios significativos em relação à saúde. A inclusão do diagnóstico e tratamento para trombofilia no SUS é um avanço importante na promoção da saúde integral.
Além de garantir acesso a cuidados médicos, a proposta também abre espaço para discussões sobre a importância de campanhas de conscientização e prevenção relacionadas à trombofilia. A mobilização da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem melhorar a qualidade de vida de pessoas afetadas por essa condição, especialmente em um contexto onde o acesso à saúde é um direito fundamental.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo ações que garantam que todos tenham acesso a diagnósticos e tratamentos adequados. Projetos que visem apoiar a saúde de idosos e gestantes devem ser estimulados pela sociedade civil, contribuindo para um futuro mais saudável e justo para todos.

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) participou da abertura do 29º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes, abordando o aumento alarmante de casos da doença e a necessidade de ações efetivas. O evento, que contou com a presença de mais de 40 instituições de saúde, destacou a urgência em combater a obesidade e melhorar o acesso ao diagnóstico e tratamento, com projeções que indicam que o número de brasileiros com diabetes tipo 2 pode saltar de 16 milhões para 24 milhões até 2050.

A cantora Preta Gil faleceu aos 50 anos após uma batalha intensa contra o adenocarcinoma, que se espalhou pelo corpo. Ela buscou tratamentos experimentais nos Estados Unidos, mas não obteve sucesso.

O hospital Mont Serrat, em Salvador, é o primeiro do SUS voltado a cuidados paliativos, oferecendo conforto e humanização a pacientes com doenças graves. Relatos de pacientes destacam a qualidade do atendimento e a importância do ambiente familiar.

Seis casos de sarampo foram confirmados em Campos Lindos, Tocantins, entre pacientes não vacinados que tiveram contato com viajantes. A vigilância em saúde atua em ações de contenção e vacinação.
O Ministério da Saúde lançou um Manual Técnico para atender indígenas expostos ao mercúrio, visando melhorar a saúde nas comunidades afetadas pela mineração ilegal. A publicação, resultado de colaboração com diversas instituições, traz diretrizes práticas para profissionais de saúde, focando na identificação e cuidado de casos de contaminação. A iniciativa é parte de uma nova Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, com materiais adaptados para línguas indígenas e ações de formação previstas para 2025.

Estudo da USP revela que bolachas recheadas podem reduzir em até 40 minutos a expectativa de vida saudável, enquanto bananas podem adicionar 8 minutos. Pesquisa destaca a importância de hábitos alimentares na saúde.