A Câmara dos Deputados aprovou urgência para o PL 3935/2008, que amplia a licença-paternidade para 15 dias e garante estabilidade no emprego por 30 dias após a licença. A votação final deve ocorrer em agosto.

Pouco antes do recesso parlamentar, a Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o Projeto de Lei 3935/2008, que propõe a ampliação da licença-paternidade no Brasil de cinco para 15 dias. Além disso, a proposta garante estabilidade no emprego por 30 dias após o término da licença. Com a aprovação da urgência, o projeto poderá ser votado diretamente no plenário da Câmara, acelerando sua tramitação, uma vez que já havia sido aprovado pelo Senado.
O projeto, que está em tramitação desde 2008, ganhou novo impulso após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro de 2023, que determinou que o Congresso deveria regulamentar o direito à licença-paternidade em um prazo de 18 meses. Esse prazo expirou em julho de 2025, durante o recesso parlamentar, e agora a expectativa é que a votação final ocorra em agosto.
Atualmente, os pais no Brasil têm direito a cinco dias consecutivos e remunerados em casos de nascimento, adoção ou guarda compartilhada, conforme a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Empresas que participam do Programa Empresa Cidadã podem estender esse período para até 20 dias. Contudo, um levantamento da VR revelou que a maioria dos pais (77%) opta por tirar apenas os cinco dias previstos por lei.
Em comparação, pelo menos dez países, como Espanha, Holanda e Finlândia, oferecem licença-paternidade de 30 dias ou mais. A aprovação do PL colocaria o Brasil em conformidade com as recomendações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que sugere um mínimo de 14 dias de afastamento após o parto ou adoção. A especialista em Direito e Processo do Trabalho, Juliana Mendonça, destaca a desigualdade histórica na distribuição de responsabilidades entre homens e mulheres após a chegada de um novo membro na família.
Os principais desafios para a aprovação do projeto incluem os custos para a Previdência e a resistência de setores empresariais, que temem impactos negativos, especialmente para pequenas empresas. Embora o custo inicial do afastamento recaia sobre as empresas, os benefícios a longo prazo, como aumento da produtividade e uma dinâmica familiar mais equilibrada, superam essa despesa.
Além do PL 3935/2008, o Senado analisa outras propostas que visam ampliar a licença-paternidade e revisar as regras da licença-maternidade. Projetos como a PEC 58/2023 e o PL 6063/2024 buscam estender esses períodos, reconhecendo a importância da participação ativa dos pais. Nessa situação, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam um ambiente familiar mais saudável e equilibrado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou investimentos de R$ 4,67 bilhões em favelas de 32 municípios, com R$ 200 milhões destinados a Osasco, visando melhorias habitacionais e infraestrutura. A ação beneficiará 375 mil famílias e inclui a construção de 240 unidades na Favela da 13 e 194 na Favela do Limite, além do Plano de Ação Periferia Viva, que envolve a comunidade nas decisões.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que amplia o acesso à cirurgia plástica reparadora de mamas no SUS para todas as mulheres que passaram por mastectomia, independentemente da causa. A nova legislação também obriga os planos de saúde a oferecerem o procedimento, promovendo dignidade e autonomia às pacientes. A senadora Margareth Buzetti, autora do projeto, destaca que a medida desafoga o Judiciário e o SUS.

A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, Janja, recebeu o artista Jay Boggo no Palácio do Planalto para discutir arte e sustentabilidade, enfatizando a construção de um futuro igualitário. O estilista destacou a importância do afeto e da cultura nas conversas.

Relatório revela que 83 praças no Rio de Janeiro apresentam riscos para crianças, com brinquedos quebrados e falta de segurança, exigindo revitalização urgente. A situação afeta a socialização e bem-estar da comunidade.

A violência armada no Brasil compromete a educação infantil, com estudantes em áreas afetadas apresentando desempenho escolar inferior e altos índices de abandono. O Unicef destaca a urgência de ações coordenadas para garantir direitos e segurança.

PUC-SP suspende estudantes por racismo em evento esportivo e implementa cursos sobre igualdade racial. A universidade busca promover um ambiente inclusivo e cria Código de Conduta para eventos.