A Câmara Municipal do Rio manteve o veto do prefeito Eduardo Paes ao "Dia da Cegonha Reborn", que homenagearia artesãs de bonecos realistas, enquanto derrubou outro veto, criando o projeto "Praia limpa é lixo zero". A decisão gerou descontentamento entre as artesãs, que defendem a importância de seu trabalho para a saúde mental.

A Câmara Municipal do Rio de Janeiro manteve o veto do prefeito Eduardo Paes à criação do "Dia da Cegonha Reborn", uma data que homenagearia artesãs que produzem bonecos hiper-realistas. A proposta, que previa a comemoração em quatro de setembro, foi defendida pelo vereador Vitor Hugo (MDB) durante a sessão, mas não obteve os votos necessários para ser derrubada, recebendo apenas 21 votos a favor da derrubada, enquanto eram necessários 26.
Vitor Hugo expressou sua frustração com a decisão, afirmando que a proposta foi mal interpretada. Ele ressaltou a importância do trabalho das artesãs para a saúde mental de muitas pessoas, afirmando que a data seria uma singela homenagem a essas profissionais. O projeto de lei nº 1892/2023 visava reconhecer o esforço de mulheres que criam os bonecos conhecidos como Cegonhas.
O veto foi mantido apesar da presença de um grupo de artesãs, liderado por Janaina Affonso, que se manifestou em apoio à proposta. Elas carregavam cartazes pedindo "respeito às cegonhas" e expressaram sua tristeza pela manutenção do veto. Janaina destacou que o trabalho delas não deve ser visto como algo negativo, mas sim como uma ferramenta que ajuda no equilíbrio da saúde mental.
O veto ao "Dia da Cegonha Reborn" foi assinado por Eduardo Paes em quatro de junho, quando ele utilizou suas redes sociais para justificar a decisão de forma irônica. Em contrapartida, os vereadores conseguiram derrubar outro veto do prefeito, referente ao projeto "Praia limpa é lixo zero", que busca transformar o Rio de Janeiro em um modelo de gestão de resíduos nas praias.
A proposta "Praia limpa é lixo zero", também de autoria de Vitor Hugo, visa combater a poluição plástica e promover a utilização de produtos reutilizáveis. Além disso, sugere ações para fomentar práticas sustentáveis no comércio da orla carioca e incentivar a educação ambiental entre banhistas e comerciantes.
Esses eventos demonstram a importância da mobilização social e do apoio à cultura local. Projetos que valorizam profissões e iniciativas sustentáveis merecem ser estimulados pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitas pessoas e o meio ambiente. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença e promover mudanças significativas.

Pesquisadores da USP descobriram que a toxina do escorpião Brotheas amazonicus, chamada BamazScplp1, tem potencial para tratar câncer de mama, mostrando eficácia semelhante ao paclitaxel. A descoberta abre novas possibilidades terapêuticas, embora a toxina também afete células saudáveis. A equipe busca formas de torná-la mais seletiva e menos tóxica.

Uma mulher em Campo Grande denunciou violência doméstica ao solicitar dipirona pelo telefone 190, resultando na prisão do agressor. Ela elogiou a rapidez do atendimento policial.

Flavia Aranha, estilista pioneira em sustentabilidade, anuncia novas coleções na Flip, incluindo itens para casa e uma collab com Amyr Klink, destacando o artesanato local de Paraty.

Tati Machado e Ana Maria Braga se reencontraram no programa "Mais Você" e discutiram a nova Lei do Luto Materno e Parental, que assegura direitos a pais em luto. A lei, que entra em vigor em agosto, garante licença-maternidade e apoio psicológico, promovendo um atendimento humanizado.

O filme "Manas", de Marianna Brennand, aborda a exploração sexual infantil no Pará, destacando a vida de uma menina de 13 anos em um ambiente violento. A obra, premiada em Veneza, busca gerar empatia e conscientização.

Carolina Dieckmann enfrenta o desafio de interpretar Leila, uma personagem oposta à sua personalidade, no remake de "Vale Tudo". A atriz destaca a importância de seu trabalho em impactar vidas, relembrando o "efeito Camila".