O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) busca famílias voluntárias para o Projeto Cães nas Escolas de Gestão Compartilhada, que treinará cães de assistência para crianças com Transtorno do Espectro Autista e deficientes visuais. As famílias cuidarão dos animais por cerca de oito meses, recebendo suporte da equipe do CBMDF, enquanto os cães serão preparados para promover inclusão e autonomia.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) está recrutando famílias do Distrito Federal para se tornarem voluntárias no Projeto Cães nas Escolas de Gestão Compartilhada. O objetivo é treinar cães de assistência das raças Labrador, Golden Retriever e Pastor Alemão para apoiar crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e pessoas com deficiência visual. Essa iniciativa busca promover a inclusão e a autonomia dessas pessoas.
As famílias selecionadas participarão do projeto por aproximadamente oito meses, durante os quais serão responsáveis pelos cuidados diários dos cães, incluindo alimentação, segurança e passeios. Esse período é crucial para o desenvolvimento dos animais, pois eles serão expostos a diversas situações e estímulos que ajudam na sua socialização.
Além de beneficiar as crianças e adultos que receberão os cães, o projeto também visa a formação profissional de alunos das Escolas Cívico-Militares, que aprenderão sobre o adestramento de cães. Ao final do treinamento, os cães retornarão ao centro de treinamento do CBMDF para completar sua formação.
As famílias interessadas em participar devem preencher um formulário disponível no site do CBMDF. A equipe de treinamento fornecerá todo o suporte e orientação necessários durante o processo, garantindo que as famílias se sintam preparadas para essa importante missão.
Essa ação do CBMDF é um exemplo de como a sociedade pode se mobilizar para apoiar causas sociais e promover a inclusão. A participação de famílias voluntárias é fundamental para o sucesso do projeto e para a melhoria da qualidade de vida de muitas pessoas.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas e divulgadas, pois podem transformar a vida de indivíduos e famílias. A união da comunidade pode fazer a diferença na promoção de projetos sociais que visam a inclusão e o bem-estar de todos.

A Fundación Casita de Mausi, criada em memória de Carol, já acolheu mais de 18,2 mil pacientes com câncer, oferecendo apoio essencial em hospedagem, alimentação e transporte na Cidade do Panamá. A ONG, que opera há 29 anos, garante dignidade e conforto a quem enfrenta a doença, promovendo eventos de arrecadação para sustentar suas atividades.

Homem em situação de rua é preso no Guará por ser foragido da Justiça, enquanto o governo do Distrito Federal intensifica ações de acolhimento e assistência à população vulnerável. O aumento de 19,8% na população em situação de rua no DF, com 3.521 pessoas, destaca a urgência de políticas públicas eficazes. O governo promete mais vagas em abrigos e programas de apoio.

Janaina Tavares, da ActionAid, destaca que o RH no terceiro setor deve priorizar escuta ativa e bem-estar das equipes, essenciais para a sustentabilidade da missão em contextos vulneráveis.

O III Direito do Terceiro Setor Law Summit, promovido pela OAB-SP, abordou a profissionalização das organizações sociais e a defesa da democracia, destacando a criação do Laboratório Permanente sobre Cartórios e Terceiro Setor. A presidente da Comissão da OAB-SP, Laís de Figueiredo Lopes, enfatizou a importância da legislação para a atuação das organizações, enquanto Viviana Santiago, da Oxfam, ressaltou seu papel na defesa de direitos humanos. A filantropa Neca Setúbal expressou preocupação com as eleições de 2026, destacando a necessidade de ações que fortaleçam a democracia e a representatividade.

O Instituto Lar dos Velhinhos Maria Madalena realizará um bazar beneficente neste sábado, com leilão de móveis e sorteio de senhas. O evento visa fortalecer a interação comunitária e arrecadar fundos.

Ministros do STF votam a favor de garantir o Benefício de Prestação Continuada (BPC) a mulheres vítimas de violência doméstica, mesmo sem vínculo com o INSS, dependendo de análise judicial. A decisão impacta a proteção social dessas mulheres.