Gestantes da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Taguatinga participam do projeto Chá de Bênçãos, que promove acolhimento e troca de experiências a partir de 28 semanas de gestação, com atividades de relaxamento e celebração.

As gestantes atendidas na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Taguatinga têm a chance de participar de um evento especial chamado Chá de Bênçãos. Este projeto, realizado trimestralmente, é voltado para mulheres grávidas a partir de 28 semanas e busca proporcionar um espaço de acolhimento e valorização. Inspirado em cerimônias promovidas por doulas, o evento vai além do pré-natal, oferecendo uma experiência única para as futuras mamães.
Cerca de doze gestantes se reúnem na UBS para um bate-papo inicial, onde compartilham suas expectativas e preocupações sobre o parto. Os temas abordados incluem autoestima, autocuidado, rede de apoio e amamentação. Essa troca de experiências é fundamental para criar um ambiente de apoio mútuo entre as participantes.
Após a conversa, as gestantes desfrutam de um escalda-pés e aprendem técnicas de relaxamento, como meditação e massagem. Essas atividades visam promover o bem-estar físico e emocional das participantes, preparando-as para o momento do parto. O evento também inclui momentos de pintura e a tradicional despedida da barriga, além de uma sessão de fotos para registrar essa fase especial da vida.
A cada edição do Chá de Bênçãos, novas atividades são incorporadas, enriquecendo ainda mais a experiência das gestantes. O projeto é promovido pela equipe multidisciplinar (e-Multi) da UBS, com o apoio da gerência, demonstrando o compromisso da unidade com a saúde e o bem-estar das gestantes.
Essas iniciativas são essenciais para fortalecer a rede de apoio às futuras mães, contribuindo para uma gestação mais saudável e tranquila. O Chá de Bênçãos não apenas oferece cuidados, mas também cria laços entre as participantes, que podem se apoiar mutuamente durante e após a gravidez.
Iniciativas como essa merecem ser estimuladas pela sociedade civil, pois promovem a saúde e o bem-estar das gestantes. O apoio da comunidade pode fazer a diferença na continuidade de projetos que valorizam a experiência da maternidade e fortalecem os vínculos entre as futuras mamães.

Pesquisadores da UFSCar descobriram uma alteração genética rara ligada a níveis elevados da proteína ADAM10, que pode ser um biomarcador para a detecção precoce da doença de Alzheimer. O estudo, que analisa o genótipo de quinhentos voluntários, busca desenvolver testes sanguíneos para identificar riscos de Alzheimer em estágios iniciais, contribuindo para diagnósticos mais precisos e triagens populacionais.

O ministro Flávio Dino acatou pedido da AGU para que a União conceda R$ 50 mil e pensão vitalícia a vítimas do vírus Zika, apesar de questões fiscais levantadas. A decisão visa garantir apoio financeiro essencial.

Desafios online resultam em mortes de crianças, gerando alerta da SBP sobre riscos. Recentemente, duas tragédias envolvendo crianças chamaram a atenção para os perigos dos desafios online. Uma menina de 8 anos no Distrito Federal e um garoto de 10 anos em Belo Horizonte perderam a vida após participarem de atividades relacionadas ao "desafio do desodorante". A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) emitiu um alerta sobre os riscos à saúde física e emocional de crianças e adolescentes, destacando que pelo menos 56 jovens sofreram ferimentos graves ou faleceram entre 2014 e 2025 devido a esses desafios. A SBP recomenda que pais e educadores supervisionem as atividades online e promovam a conscientização sobre segurança digital.

Mães em período de lactação podem sofrer com a nova "síndrome geniturinária da lactação", que apresenta sintomas semelhantes à menopausa, mas é frequentemente ignorada. A pesquisa destaca a urgência de tratamento e conscientização.

Estudo recente indica que o suco de romã pode reduzir a glicemia em até 15 minutos, devido à presença de antioxidantes como antocianinas, oferecendo nova esperança no controle do diabetes tipo 2.

Pesquisa Datafolha revela que 62% dos brasileiros se preocupam com a esteatose hepática, mas 24% desconhecem os métodos de diagnóstico. A falta de informação pode levar a crenças em tratamentos não comprovados.