A cineasta Marianna Brennand estreia "Manas" nos cinemas brasileiros, após conquistar prêmios em Veneza e Cannes. O filme aborda o tráfico infantil com sensibilidade e autenticidade, destacando a atuação de Jamilli Correa.

A cineasta Marianna Brennand estreia seu filme "Manas" nos cinemas do Brasil após mais de uma década de trabalho. O filme, que aborda o tráfico e a exploração infantil, foi exibido no Festival de Veneza, onde Marianna conquistou o prêmio de Melhor Direção. Além disso, ela foi reconhecida no Festival de Cannes com o prêmio Women in Motion Emerging Talent, que apoia mulheres em início de carreira no cinema.
O projeto começou com a ideia de uma reportagem, mas Marianna percebeu que o formato documental não permitiria transmitir a profundidade da dor vivida pelas meninas retratadas. Assim, ela decidiu fazer sua estreia na ficção, mantendo as verdades descobertas durante suas pesquisas. Para o elenco, a diretora visitou cidades ribeirinhas, selecionando não-atores para atuar ao lado de nomes conhecidos, como Rômulo Braga e Dira Paes.
A personagem principal, Marcielle, é interpretada por Jamilli Correa, e a atriz Dira Paes, que é paraense, também está envolvida no projeto desde o início. A trama segue a vida de uma jovem que sonha em deixar sua casa, enquanto enfrenta as obrigações familiares e a necessidade de ajudar nas finanças da casa. O filme retrata a exploração sexual de forma sutil, evitando a sensualização e focando na tensão emocional.
Com uma narrativa que lembra a pescaria com timbó, onde a toxina paralisa temporariamente os peixes, "Manas" destaca o drama pessoal de Marcielle e de outras meninas da região amazônica. A atuação de Jamilli e a cinematografia do Amazonas têm sido elogiadas em festivais internacionais, atraindo a atenção do público e da crítica.
O filme foi exibido na Jornada dos Autores do Festival de Veneza, onde recebeu aclamação e prêmios. Agora, enquanto "Manas" estreia no Brasil, Marianna Brennand continua sua jornada na Europa, recebendo reconhecimento por seu trabalho e contribuindo para a visibilidade de questões sociais importantes.
Iniciativas como a de Marianna Brennand são essenciais para dar voz a temas que precisam ser discutidos. A união da sociedade civil pode ser um poderoso motor para apoiar projetos que visam ajudar vítimas de exploração e promover mudanças sociais significativas.

O filme “É o Complexo”, que estreia no CineCarioca Nova Brasília, destaca talentos da favela do Engenho da Rainha e é parte de uma trilogia inspirada em Chico Buarque. A obra promete gerar discussões sobre a realidade local.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro autorizou a Prefeitura de Petrópolis a assumir a "Casa da Morte" para criar um memorial em homenagem às vítimas da ditadura militar, com investimento de R$ 1,4 milhão. A decisão, proferida pela 4ª Vara Cível, destaca a importância do projeto e a compensação aos proprietários. A próxima fase envolve o desenvolvimento do museu e um plano educativo sobre a história do local.

Estudo da Diversitera revela que profissionais trans no Brasil enfrentam desigualdade salarial de 20% em relação a colegas cisgêneros e têm apenas 0,8% de representatividade no mercado formal. A transfobia persiste em ambientes corporativos.

Felipe Freire, pastor evangélico, superou os traumas da "cura gay" e promove uma teologia inclusiva, enfrentando ataques online enquanto acolhe os marginalizados pela religião. Sua jornada é um exemplo de fé autêntica e amor.

O bairro Parque Canoas, em Lagoa Santa, Minas Gerais, destaca-se por integrar áreas de preservação, tipologias habitacionais diversas e ciclovias, promovendo uma ocupação urbana sustentável e incentivando o uso de bicicletas.

Quatrocentos trabalhadores atuam na construção do Ramal do Salgado, com 10% de progresso. A obra, parte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, beneficiará 5 milhões de pessoas no Ceará.