Foi lançado o projeto "Absorva o Bem" no Distrito Federal, que disponibiliza absorventes gratuitos em banheiros públicos, promovendo dignidade e saúde para quem menstrua. A iniciativa, idealizada pela Secretaria de Estado de Atendimento à Comunidade, busca combater a pobreza menstrual e já arrecadou mais de 30 mil absorventes.

Na manhã de 8 de maio, foi inaugurado o projeto Absorva o Bem no Distrito Federal, que disponibiliza absorventes gratuitos em banheiros públicos de grande circulação. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Estado de Atendimento à Comunidade, busca assegurar dignidade e saúde para todas as pessoas que menstruam. Com o lema 'se precisar, pegue; se puder, doe', o programa visa facilitar o acesso a produtos de higiene menstrual.
A vice-governadora Celina Leão destacou que, embora já exista a distribuição de absorventes para pessoas em situação de vulnerabilidade pela Secretaria de Saúde, o Absorva o Bem é direcionado a todos que necessitam do item em locais como órgãos públicos e estações de metrô. Ela ressaltou que muitas meninas em situação de vulnerabilidade podem faltar até 60 dias por ano às aulas devido à falta de acesso a absorventes, enfatizando a importância da saúde menstrual.
A idealizadora do projeto, Clara Roriz, mencionou que a ideia surgiu após uma conversa com uma mulher que expressou a urgência de voltar para casa por não ter absorventes. Essa interação a levou a refletir sobre a dignidade menstrual e a necessidade de criar um espaço seguro para quem menstrua. As caixas que serão instaladas nos banheiros públicos funcionarão como pontos solidários, permitindo que as pessoas peguem ou doem absorventes.
Inicialmente, as caixas serão colocadas em 40 locais, incluindo administrações regionais, defensorias e Unidades Básicas de Saúde (UBSs), com a meta de expandir para 100 pontos. A iniciativa já conta com a colaboração de diversos órgãos, que arrecadaram mais de 30 mil absorventes. Entre os parceiros estão a Câmara Legislativa do DF, o Tribunal de Justiça do DF e a Defensoria Pública do DF.
O projeto Absorva o Bem não apenas busca atender uma necessidade imediata, mas também visa promover a saúde e a inclusão social. A vice-governadora enfatizou que a falta de acesso a absorventes pode levar a infecções e outros problemas de saúde, o que torna a iniciativa ainda mais relevante. A ação é um passo importante para garantir que todas as pessoas tenham condições adequadas para gerenciar sua saúde menstrual.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas e ampliadas pela sociedade civil. A união em torno de causas que promovem a dignidade e a saúde menstrual pode fazer uma diferença significativa na vida de muitas pessoas. Mobilizar recursos para apoiar projetos que garantam acesso a produtos de higiene é fundamental para transformar essa realidade e promover a inclusão social.
Iniciou a terceira turma do curso da Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos, com 65 servidores da Secretaria de Saúde do DF, para capacitar na instalação de hortos em unidades de saúde. A formação, em parceria com a Fiocruz Brasília, visa promover saúde integral e expandir práticas integrativas.

Cinquenta e sete meninas entre 10 e 14 anos se tornam mães diariamente no Brasil, evidenciando a gravidade da gravidez infantil, especialmente em áreas isoladas e entre populações indígenas. O estudo do Instituto AzMina revela a falta de informação e acesso a políticas públicas, destacando a naturalização da maternidade infantil e a necessidade urgente de intervenções eficazes.

Mais de quinhentos trabalhadores foram resgatados em Porto Alegre do Norte (MT) em condições análogas à escravidão, com indícios de tráfico de pessoas e aliciamento. A operação revelou graves violações trabalhistas.

Bill Gates elogiou o Sistema Único de Saúde (SUS) e o programa Bolsa Família em seu blog, destacando seu impacto na saúde pública e na redução da pobreza no Brasil. Ele sugere que outros países adotem essas estratégias.

No Web Summit Rio, a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, anunciou a seleção de cinquenta startups femininas para o programa Mulheres Inovadoras, com prêmios de até R$ 100 mil. O foco é capacitar e aumentar a competitividade no setor tecnológico, enquanto o déficit de profissionais de TI pode chegar a quinhentos mil até 2030.

Após ser diagnosticado com autismo aos 54 anos, um professor da USP lidera pesquisa em inteligência artificial para diagnósticos precoces de TEA, promovendo inclusão e conscientização.