Claudia Alves lançou o livro "O Bom do Alzheimer", compartilhando sua experiência de ressignificação da relação com sua mãe, mostrando que a aceitação da doença pode trazer aprendizado e superação. A obra reflete sobre como a convivência com o Alzheimer transformou suas relações familiares e ajudou outras pessoas a lidarem com a doença.

Claudia Alves, pedagoga e gerontóloga, lançou o livro "O Bom do Alzheimer", onde compartilha sua experiência de cuidar da mãe diagnosticada com a doença. Ao longo de quinze anos, Claudia transformou a dor da situação em aprendizado e superação, buscando ajudar outras pessoas que enfrentam desafios semelhantes. O livro apresenta uma narrativa que alterna entre o diagnóstico da mãe e memórias da infância de Claudia, mostrando como a aceitação da doença pode ressignificar relações familiares.
Em suas redes sociais, Claudia, que possui 362 mil inscritos no YouTube e 1,2 milhões de seguidores no Instagram, tem se dedicado a apoiar aqueles que lidam com o Alzheimer. Ela observa que muitos buscam suas orientações para entender melhor as fases da doença e encontrar formas de lidar com a angústia que a situação provoca. A pedagoga destaca que o diagnóstico da mãe não apenas transformou sua relação com ela, mas também impactou a dinâmica familiar, incluindo sua relação com a filha e o marido.
Claudia relata que o processo de escrever o livro foi terapêutico, permitindo que ela enfrentasse feridas do passado que acreditava já curadas. "Fazer esse livro mexeu em feridas e traumas", afirma, ressaltando que expor sua história trouxe alívio. Ela acredita que cada experiência difícil, como uma doença degenerativa, pode trazer lições valiosas, e que a dor é parte do crescimento pessoal.
A aceitação do Alzheimer foi crucial para que Claudia mudasse sua perspectiva. Ela abandonou seu emprego para se dedicar integralmente aos cuidados da mãe, realizando trabalhos esporádicos até encontrar um novo caminho nas redes sociais e na educação. A pedagoga enfatiza que cada jornada é única e que é possível encontrar formas de ressignificar a dor, oferecendo esperança a quem passa por situações similares.
O livro "O Bom do Alzheimer" está disponível por R$ 49,90 (192 páginas) e R$ 29,99 (ebook), publicado pela Editora Sextante. Claudia espera que sua história inspire outros a buscar apoio e a encontrar novos significados em suas experiências. Ela acredita que a união e o suporte mútuo são fundamentais para enfrentar os desafios impostos pela doença.
Iniciativas como a de Claudia podem servir de exemplo para que a sociedade civil se mobilize em apoio a famílias que enfrentam o Alzheimer. A solidariedade e o compartilhamento de experiências podem fazer a diferença na vida de muitos, promovendo um ambiente de acolhimento e aprendizado.

Startups de saúde podem se inscrever até 30 de junho para a segunda edição do Maice Lab, promovido pelo Hospital Maice em Caçador (SC), com foco em inovação e pré-aceleração. O programa oferece mentoria e a chance de testar soluções no hospital, visando aprimorar a gestão e a experiência do paciente.

Nos dias 3 e 4 de fevereiro de 2025, a Livraria Simples promove a primeira Feira do Livro da Rocha no Bixiga, com debates, vendas de livros e atividades culturais. O evento visa atrair novos leitores e fortalecer laços comunitários.

O Papo João Rock, evento do festival João Rock, ocorrerá em São Paulo no dia treze de maio, com painéis sobre música e transformação social, mediado por Titi Müller e MariMoon. O evento contará com discussões relevantes sobre a evolução musical e o futuro dos festivais, reunindo nomes como Marina Person, Fernanda Paiva e Fioti. As inscrições são limitadas e podem ser feitas no site oficial.

Neste domingo, a Praça Saens Peña na Tijuca será transformada em um cinema a céu aberto com o Circuito Faz na Praça, promovendo cultura local com música ao vivo e o documentário "Noel Rosa – Um espírito circulante". O evento, gratuito, visa revitalizar a memória cultural do bairro, que já teve mais de 14 cinemas de rua, mas atualmente não conta com nenhuma sala em funcionamento. A iniciativa é do coletivo cultural Faz na Praça, em parceria com a Tijuca Filmes, e busca trazer diversidade de filmes e visibilidade a artistas locais.

Ticiana Rolim fundou a Somos Um e defende uma filantropia estratégica no Brasil, onde doações familiares cresceram apenas 8% em 2022, apesar do aumento das fortunas. O Idis aponta desconfiança e burocracia como barreiras.

O programa “Reconhecer, Reparar, Religar para Seguir” busca fortalecer laços entre Brasil e Angola, culminando na viagem simbólica “A Grande Travessia” em 2025, focando em memória e reparação histórica. A iniciativa, liderada por pesquisadores da UNESP, visa resgatar relações culturais e promover justiça reparatória após séculos de escravização.