Neste Dia Mundial sem Tabaco, a corrida se destaca como aliada no combate ao vício, aliviando sintomas de abstinência e melhorando a saúde pulmonar, segundo estudo da revista Physiological Reviews.

No dia 31 de maio, celebra-se o Dia Mundial sem Tabaco, uma data que ressalta a luta contra o tabagismo, um dos vícios mais difíceis de superar. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1,25 bilhão de adultos em todo o mundo são usuários de tabaco. Nesse contexto, a corrida surge como uma alternativa eficaz no combate à dependência, pois a liberação de endorfina durante a atividade física ajuda a aliviar a ansiedade e o desejo de fumar.
A prática da corrida oferece benefícios significativos para quem deseja abandonar o tabagismo. Entre eles, destacam-se a melhora da capacidade pulmonar e da saúde cardiovascular, ambas afetadas pelo uso do tabaco. Além disso, a corrida auxilia no controle do estresse e na redução dos sintomas de abstinência, funcionando como uma distração que diminui as fissuras causadas pelo cigarro.
Uma pesquisa publicada na revista Physiological Reviews em 2023 analisou os efeitos das atividades físicas na dependência do tabaco. Os resultados mostraram que a prática de exercícios físicos reduz significativamente a vontade de fumar e alivia a maioria dos sintomas de abstinência em fumantes a curto prazo. O estudo também indicou que o exercício pode melhorar o humor dos fumantes, embora aqueles com altos níveis de dependência possam não perceber os mesmos benefícios.
Antes de iniciar a corrida, é fundamental que os fumantes adotem cuidados específicos. A médica Renata Dias alerta que a capacidade aeróbica de muitos fumantes é reduzida, o que pode resultar em maior cansaço e falta de ar durante a atividade física. A pneumologista Maria Enedina Scuarcialupi destaca que a corrida pode ser um complemento ou, em alguns casos, uma alternativa ao tratamento, dependendo do grau de dependência de nicotina de cada paciente.
É importante que os fumantes estejam cientes de possíveis problemas respiratórios ou cardiovasculares antes de começarem a correr. Se não houver doenças pré-existentes, a prática regular de exercícios pode levar a uma melhora significativa no desempenho físico. Para aqueles que enfrentam complicações devido ao tabagismo, a corrida pode contribuir para uma recuperação considerável, aproximando a saúde de um estado mais normal.
Essas informações ressaltam a importância de iniciativas que promovam a saúde e o bem-estar, especialmente para aqueles que lutam contra o tabagismo. A união da sociedade civil pode ser um fator crucial para apoiar projetos que ajudem na recuperação de fumantes e na promoção de hábitos saudáveis, beneficiando assim a comunidade como um todo.

Coletivo Favela In, fundado por empreendedores da Rocinha em 2020, promove inclusão produtiva e empreendedorismo por meio de educação e inovação, fortalecendo negócios locais e capacitando jovens e mulheres.

O ministro Flávio Dino defendeu que o INSS deve conceder o Benefício de Prestação Continuada a mulheres vítimas de violência doméstica em situação de vulnerabilidade, mesmo sem vínculo previdenciário. A decisão, que está sendo analisada pelo STF, visa garantir suporte financeiro durante o afastamento dessas mulheres, reconhecendo a necessidade de proteção econômica conforme a Lei Maria da Penha. A medida pode impactar significativamente a assistência a essas vítimas em todo o país.

O seminário 'Protocolo pela Vida' foi realizado pelo MPDFT para discutir a violência no trânsito no Distrito Federal, que registrou 191 mortes em 2024. O evento visa promover a prevenção e o acolhimento às vítimas.

O Índice de Desenvolvimento Humano das Consultoras de Beleza (IDH-CB) da Natura atingiu 0,653, o maior desde 2014, impulsionado pela inclusão das vendedoras da Avon e iniciativas de inclusão financeira.

Jessica Tauane compartilha sua vivência com hidradenite supurativa (HS), doença que afeta 0,41% da população brasileira. O dermatologista João Vitor Perez destaca a importância do diagnóstico precoce e opções de tratamento.

O caso de Alice, uma menina brasileira autista não verbal, que aguardou 50 dias para se reunir com seu cão de companhia, inspirou a "Lei Teddy", proposta pela deputada Inês de Sousa Real. O projeto visa proibir o transporte de animais no porão de aviões, garantindo dignidade e segurança para famílias com necessidades especiais. O pai de Alice expressou esperança na aprovação da lei, ressaltando a importância de direitos para pessoas com deficiência.