A campanha da grife American Eagle com Sydney Sweeney para arrecadar fundos contra a violência doméstica gerou polêmica ao focar em seu corpo, resultando em críticas e aumento de 20% nas ações da marca.

A atriz Sydney Sweeney, famosa por seu trabalho em séries de sucesso, está no centro de uma polêmica envolvendo uma campanha da grife American Eagle. A iniciativa visa arrecadar fundos para vítimas de violência doméstica, mas o foco no corpo da atriz gerou críticas. O conteúdo da campanha, que inclui um trocadilho entre "genes" e "jeans", tem sido considerado insensível por muitos internautas.
As críticas se intensificaram nas redes sociais, onde usuários apontaram que a campanha parece mais um apelo ao público masculino do que uma conscientização sobre a violência doméstica. Um seguidor expressou sua indignação, afirmando que a estratégia de marketing é "absurda e repugnante". Outros comentários ressaltaram a insensibilidade da marca ao associar um produto de moda a uma causa tão séria.
Além das críticas sobre o tom da campanha, alguns usuários levantaram questões sobre possíveis conotações raciais. Um vídeo da campanha, onde Sweeney substitui a palavra "genes" por "jeans", foi interpretado por alguns como uma escolha infeliz, especialmente considerando a aparência da atriz. A discussão sobre a representação e a sensibilidade em campanhas publicitárias ganhou força nas redes sociais.
Apesar da controvérsia, a American Eagle não parece estar preocupada com as reações negativas. De acordo com informações da Exame, as ações da empresa aumentaram em 20%, resultando em uma valorização de aproximadamente US$ 400 milhões. Isso sugere que a marca pode estar se beneficiando da atenção gerada pela campanha, mesmo que esta seja controversa.
A situação levanta questões sobre a responsabilidade das marcas ao abordar temas delicados como a violência doméstica. A forma como a American Eagle escolheu se posicionar pode ter gerado um debate importante, mas também expôs a necessidade de uma abordagem mais cuidadosa e respeitosa em campanhas que visam causas sociais.
Neste contexto, é fundamental que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que realmente façam a diferença na vida das vítimas de violência. Projetos que promovem a conscientização e oferecem suporte às vítimas podem ser essenciais para transformar essa realidade e garantir que a luta contra a violência doméstica seja tratada com a seriedade que merece.

Marcelo Rubens Paiva, autor de "Feliz Ano Velho", reflete sobre paternidade e desafios sociais em seu novo livro, "O Novo Agora", após o sucesso do filme "Ainda Estou Aqui", que homenageia sua mãe.

Mais de 73% dos custos da demência no Brasil são suportados por pacientes e cuidadores informais, totalizando R$ 87,3 bilhões em 2019. Estudo destaca a urgência de políticas públicas para apoiar esses cuidadores.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, anunciou a revisão do edital da COP 30 para incluir pratos típicos do Pará, como açaí e tucupi, após pressão de chefs locais e da OEI. A mudança visa valorizar a gastronomia regional no evento.

Transporte público no Rio de Janeiro é criticado por falta de acessibilidade para idosos, conforme destaca o gerontólogo Alexandre Kalache. Recentemente, 1.542 cidades em 51 países, incluindo 34 no Brasil, foram reconhecidas como "amigas do idoso" pela OMS.

O incêndio no Museu Nacional do Brasil gerou doações limitadas, totalizando R$ 1,1 milhão, enquanto a reconstrução custa R$ 100 milhões. O diretor, Alexander Kellner, clama por mais apoio financeiro.

A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, inaugurou o Espaço Acolher, um centro de atendimento humanizado para mulheres vítimas de violência e seus autores. A unidade, com equipe especializada, visa promover a conscientização e proteção das vítimas, destacando a importância de políticas públicas eficazes.