A Corrida Tiradentes, promovida pela Polícia Militar do Distrito Federal, atraiu três mil participantes e arrecadou mais de 12 toneladas de alimentos, destacando a luta contra a violência de gênero. O evento, realizado em 25 de maio, contou com a presença de autoridades e enfatizou a importância da integração entre civis e militares. Todos os corredores receberam medalhas, celebrando o sucesso da iniciativa.

A Corrida Tiradentes, um evento tradicional no Distrito Federal, ocorreu no último domingo, reunindo cerca de três mil participantes, entre civis, militares e atletas amadores. Promovida pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a corrida teve início às 7h, na quadra 102 do Eixão Sul, com as inscrições esgotadas em menos de quinze minutos. A cerimônia de abertura contou com a presença do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e outros representantes do governo local.
A comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Barros Habka, destacou que a Corrida Tiradentes simboliza a integração, cidadania e respeito, ressaltando o papel da corporação na promoção da segurança e em causas sociais. Este ano, o evento teve como tema central o enfrentamento à violência contra a mulher, uma questão de grande relevância na sociedade atual.
A vice-governadora Celina Leão enfatizou a importância do evento, afirmando que a corrida é a mais tradicional de Brasília e que, neste ano, carrega uma mensagem especial de proteção às mulheres. A corrida não apenas promoveu a conscientização, mas também arrecadou mais de doze toneladas de alimentos, que serão doados a instituições beneficentes do Distrito Federal.
Os vencedores das diferentes categorias foram anunciados, com destaque para os primeiros colocados nas provas de cinco e dez quilômetros. Na categoria feminina de cinco quilômetros, a PMDF Ativo Melissa Saqueto foi a vencedora, enquanto na masculina, Luciomar Martins de Oliveira conquistou o primeiro lugar. No percurso de dez quilômetros, Camila Rueda Orlando Martins e Jean Carlos Gomes Nunes foram os campeões nas categorias femininas e masculinas, respectivamente.
Todos os participantes receberam medalhas de participação, celebrando o sucesso da Corrida Tiradentes. O evento não apenas promoveu a saúde e o bem-estar, mas também uniu a comunidade em torno de uma causa importante, reforçando a necessidade de ações coletivas para enfrentar a violência contra a mulher.
Iniciativas como a Corrida Tiradentes mostram como a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar vítimas de violência e promover a igualdade de gênero devem ser estimulados pela comunidade, criando um ambiente mais seguro e justo para todos. A mobilização em torno de causas sociais é fundamental para transformar realidades e oferecer suporte a quem mais precisa.

Após denúncias de Felipe Bressanim Pereira, o Felca, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, se comprometeu a discutir projetos de proteção infantil nas redes sociais. O vídeo de Felca, que abordou a adultização de crianças, gerou grande repercussão e levou à remoção da conta do influenciador Hytalo Santos no Instagram. A proposta de segurança para crianças na internet, já aprovada no Senado, está em tramitação na Câmara.

Rafaela Silva, campeã olímpica de judô, compartilha no podcast Zona Segura suas lutas contra depressão e racismo, além de seu compromisso com a saúde mental e projetos sociais para crianças.

O Coral Jovem Heliópolis se apresentará na Fundação Casa Ouro Preto, em São Paulo, para 39 adolescentes em medida socioeducativa, destacando um jovem violinista. A ação, promovida pelo Instituto Baccarelli, visa a educação musical e inclui um repertório diversificado sob regência de Otávio Piola.

A 13ª Festa do Livro da USP Leste, realizada de 8 a 10 de abril, reuniu mais de 40 editoras, mas atraiu um público menor que o esperado, apesar de um aumento na movimentação em comparação a edições anteriores.

Brasil não cumprirá meta de erradicação do trabalho infantil até 2025, com mais de 1,6 milhão de crianças no mercado, sendo 586 mil em situações severas de exploração. Ações integradas são urgentes.

O alistamento feminino nas Forças Armadas registrou 33.721 inscrições, superando em 23 vezes as vagas disponíveis. Mulheres poderão se incorporar em 2026, com melhorias em infraestrutura e segurança nos quartéis.