No dia 23 de novembro, a Defensoria Pública de São Paulo lança o mutirão "Direito às Origens", em parceria com a Associação Brasileira de Pessoas Adotadas, para auxiliar adotivos na busca por informações sobre sua origem biológica. A ação, que ocorre no auditório da Defensoria, reforça o direito ao acesso a informações garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e visa conscientizar sobre esse direito ainda pouco conhecido.

A Defensoria Pública de São Paulo irá lançar, no dia 23 de novembro, o mutirão "Direito às Origens". Este evento tem como objetivo oferecer assistência jurídica a pessoas adotadas que buscam informações sobre sua origem biológica. A ação será realizada em parceria com a Associação Brasileira de Pessoas Adotadas e ocorrerá no auditório da Defensoria, localizado na Rua Boa Vista, 170, no centro de São Paulo, das 8h30 às 12h.
O acesso a informações sobre o processo de adoção é um direito garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Convenção de Haia sobre proteção à infância. Esse direito está relacionado a aspectos fundamentais como identidade, saúde e livre desenvolvimento da personalidade. Embora garantido a partir dos dezoito anos, ele pode ser acessado antes, mediante orientação jurídica e psicológica.
O mutirão "Direito às Origens" será uma oportunidade para centralizar esforços na garantia do acesso a processos de adoção, um direito ainda desconhecido por muitos adotivos e por órgãos públicos que podem ser acionados para obter documentos. A Associação Brasileira de Pessoas Adotadas já havia lançado, em maio de 2023, a cartilha "Direito às Origens", em parceria com o coletivo Adotivas, para conscientizar os adotivos sobre esse direito.
Os interessados poderão preencher um formulário disponibilizado pela Defensoria Pública para participar do mutirão. Embora a ação seja restrita ao Estado de São Paulo, há planos para expandi-la a nível nacional. Essa iniciativa é uma resposta à necessidade de informar e apoiar aqueles que buscam entender melhor sua origem e história familiar.
O evento é uma celebração ao Dia Nacional da Adoção, que ocorre em 25 de maio, e visa promover a conscientização sobre os direitos das pessoas adotadas. A Defensoria Pública e a Associação Brasileira de Pessoas Adotadas esperam que essa ação ajude a desmistificar o processo de adoção e a importância do acesso à informação.
Iniciativas como essa são essenciais para fortalecer a rede de apoio a pessoas adotadas. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, promovendo projetos que garantam o acesso à informação e ao suporte necessário para aqueles que buscam entender suas origens.

O programa Território Hip Hop, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, investiga como as letras de rap moldam identidades de jovens negros e periféricos, destacando a influência das mensagens sobre negritude.

No Estadão Summit ESG 2025, especialistas enfatizaram que a diversidade nas empresas só traz resultados quando acompanhada de inclusão, destacando a resistência a essas práticas em várias regiões. Cris Kerr, CEO da CKZ Diversidade, ressaltou que um ambiente seguro é crucial para a inovação. Aline Nascimento e Tom Mendes abordaram a importância de considerar a diversidade no desenvolvimento de produtos, enquanto José Renato Nalini alertou sobre a emergência climática em São Paulo.

O governo brasileiro, por meio da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), busca reduzir desigualdades regionais e promover um desenvolvimento equilibrado em áreas prioritárias como o Semiárido e a Faixa de Fronteira.

Hendyohara, influenciadora digital e mãe solo de uma criança com autismo, compartilha suas lutas e aprendizados na maternidade, destacando a importância do amor e do autocuidado em sua jornada.

O Al Farabi, conhecido como Alfa Bar, promove em agosto o ciclo formativo “Inserindo práticas antirracistas no cotidiano” com a educadora Marcelle Oliver, visando fortalecer a cultura antirracista. O evento incluirá encontros para a equipe e o público, além de cartazes educativos. A iniciativa busca transformar o espaço em um ponto de referência no combate ao racismo, promovendo diálogos sobre igualdade racial e valorização da negritude. As inscrições são gratuitas e limitadas.

O Brasil enfrenta uma desigualdade na distribuição de médicos, com o Sudeste concentrando 334,1 mil profissionais, enquanto o Norte tem apenas 31,7 mil. O Ministério da Saúde planeja aumentar bolsas de residência médica para atrair médicos a áreas remotas.