O Educavest, cursinho gratuito da Rede Municipal de Educação de São Paulo, abre vagas remanescentes para alunos do 8º e 9º anos em 18 polos. Inscrições são presenciais nos CEUs, com documentos necessários.

O Educavest, cursinho pré-vestibulinho gratuito da Rede Municipal de Educação de São Paulo, está com vagas remanescentes disponíveis em dezoito polos. Nesta fase, além dos alunos do nono ano, estudantes do oitavo ano que buscam aprimorar seus conhecimentos também podem se inscrever. As inscrições ocorrem presencialmente nos Centros Educacionais Unificados (CEUs) que ainda possuem vagas, sendo necessário apresentar documentos de identidade do estudante e do responsável.
Atualmente, dos trinta e dois polos do Educavest na capital paulista, dezoito ainda têm vagas abertas. Entre os locais com oportunidades, destacam-se o CEU Água Azul, com trinta e cinco vagas, e o CEU Barro Branco, com vinte vagas. Outros polos, como o CEU Inácio Monteiro e o CEU Heliópolis, também oferecem diversas vagas, totalizando um número significativo de oportunidades para os interessados.
A grade curricular do cursinho é composta por quinze horas-aula, distribuídas em três aulas de Língua Portuguesa, três de Ciências Humanas, três de Ciências da Natureza e seis de Matemática. Cada aula tem duração de quarenta e cinco minutos, além de visitas a instituições que oferecem Ensino Médio Integrado ao Técnico, proporcionando uma experiência enriquecedora aos alunos.
No último ano, cinquenta e sete estudantes que participaram do Educavest foram aprovados nas Escolas Técnicas Estaduais (Etecs), com sete deles conquistando o primeiro lugar em suas respectivas classificações. Essa taxa de aprovação demonstra a eficácia do programa em preparar os alunos para os desafios dos processos seletivos.
Se não houver vagas disponíveis para matrícula imediata, os interessados podem se inscrever em uma lista de espera, garantindo assim a possibilidade de ingresso no cursinho. O Educavest foi criado para apoiar estudantes do nono ano e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na preparação para os processos seletivos das instituições de ensino técnico, como as ETECs.
Iniciativas como o Educavest são fundamentais para garantir acesso à educação de qualidade. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar e expandir programas que beneficiem jovens em sua formação acadêmica e profissional, contribuindo para um futuro mais promissor.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados avança na aprovação do novo Plano Nacional de Educação (PNE), focando em metas realistas e governança colaborativa para combater desigualdades. O novo plano busca erradicar a aprendizagem abaixo do básico e promover uma educação adaptada às necessidades atuais.

Mais de 18 milhões de estudantes participam da 20ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), com recorde de 57.222 escolas inscritas. A competição, promovida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), oferece prêmios significativos e oportunidades de ingresso em universidades.

A Câmara dos Deputados aprovou a criação da Carteira Nacional de Docente (CNDB), reconhecendo a identidade profissional de professores e garantindo benefícios em todo o Brasil. A proposta, que segue para sanção presidencial, visa facilitar o acesso a recursos e descontos, reforçando a importância da categoria. A relatora, deputada Ana Pimentel (PT-MG), destacou a necessidade de um documento nacional para docentes, semelhante ao que já existe para médicos e advogados. A iniciativa gerou debates, com apoio e críticas sobre a criação de carteirinhas para diversas profissões.

Escolas do DF celebram o Dia do Campo com eventos que valorizam a educação rural. A iniciativa, que ocorreu em 16 de abril de 2025, envolveu 22 escolas e destacou a importância da comunidade rural na formação dos alunos.

Levantamento do MEC revela que apenas 59,2% das crianças do 2º ano do ensino fundamental estão alfabetizadas, com metas de 80% até 2030. Enchentes no Rio Grande do Sul impactaram os resultados.

Médico geneticista Zan Mustacchi desmistifica a hipersexualidade em pessoas com síndrome de Down, enfatizando a falta de percepção social sobre comportamentos íntimos e a importância da educação sexual desde a infância.