A exposição “Caelestis” na Vila Cultural Cora Coralina, em Goiânia, destaca a arte do Cerrado, unindo estudantes do Senac e artistas de Olhos D’Água. As obras, que incluem vestuário e esculturas, valorizam saberes ancestrais.

Na última semana, o diretor da Vila Cultural Cora Coralina, Gilmar Camilo, convidou o público para visitar a exposição “Caelestis”, que ficará em exibição até 7 de setembro, com entrada gratuita. A mostra apresenta peças de vestuário e esculturas inspiradas no Cerrado, resultado de uma colaboração entre estudantes do Senac Fashion School de Goiás e artistas da comunidade de Olhos D’Água, localizada a 119 quilômetros de Goiânia.
A exposição destaca técnicas ancestrais e a conexão com a natureza, refletindo a cultura local. Os artistas de Olhos D’Água, que vivem de forma autossuficiente, utilizam materiais como barro, palha e fibras naturais para criar suas obras. A comunidade, reconhecida como patrimônio material e imaterial pela Lei Estadual 22.043 de 2023, preserva tradições que remontam à década de 1940, quando enfrentou desafios como a falta de eletricidade por 16 anos.
O estilista Jum Nakao atuou como mentor do projeto, que teve início em junho de 2024, durante uma visita à Feira do Troca de Alexânia. Essa interação possibilitou que os alunos do Senac conhecessem as técnicas e materiais utilizados pelos artistas locais. O resultado é uma coleção que inclui esculturas de animais simbólicos do zodíaco e vestuário que combina saberes ancestrais e conhecimentos modernos de moda.
Entre as obras, destaca-se uma coruja gigante, símbolo de Libra, feita com folhas secas, além de um carneiro de palha de milho e um touro com crochê. A escultura de Virgem é uma mulher alada feita de fibra de bananeira, enquanto Sagitário é representado por um centauro de três metros, construído com bambu e outros elementos do Cerrado. Cada peça reflete a rica biodiversidade e a cultura local, promovendo uma reconexão com a natureza.
Para aqueles que não podem visitar Goiânia, um documentário intitulado “Opera Fashion – Desfile Caelestis”, dirigido por Jum Nakao e João Menino, está disponível no YouTube. O filme captura a essência da exposição, complementado por depoimentos de alunos e participantes do projeto, que podem ser encontrados na página do Senac Goiás.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas e divulgadas, pois promovem a valorização da cultura local e o fortalecimento de comunidades. A união da sociedade civil pode impulsionar projetos que preservam tradições e incentivam a criatividade, contribuindo para um futuro mais sustentável e culturalmente rico.

As olimpíadas científicas no Brasil têm se destacado como um meio eficaz de engajamento escolar, com a USP reservando 219 vagas para participantes e um projeto de lei em tramitação para ampliar essa iniciativa.

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Luiz Paulino, sobrevivente do massacre do Carandiru, ganha destaque com suas obras impactantes, agora reconhecidas em exposições e adquiridas por importantes instituições de arte. O artista, que passou treze anos no presídio, retrata a brutalidade do sistema prisional em suas telas, que misturam realismo e surrealismo. Recentemente, suas obras foram compradas pelo Museu Nacional de Belas Artes e pela Pinacoteca do Estado de São Paulo, além de um livro em sua homenagem ser organizado por Paulo Herkenhoff.

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