O governo brasileiro, sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, está desenvolvendo um decreto para implementar a nova Estratégia Nacional de Fronteiras (ENaFron), que integrará ações de diversos ministérios com foco em direitos humanos e desenvolvimento sustentável. A proposta visa substituir a abordagem militar predominante por uma gestão civil mais abrangente, promovendo serviços básicos e políticas sociais nas regiões de fronteira.

O governo brasileiro, sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, está desenvolvendo um decreto para reformular a atuação nas regiões de fronteira do país. A nova Estratégia Nacional de Fronteiras (ENaFron) busca integrar ações de vários ministérios, priorizando aspectos como direitos humanos e desenvolvimento sustentável, além de segurança militar. O decreto, que será assinado pelo presidente, pretende substituir o protagonismo militar por uma gestão mais civil.
O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República será responsável por coordenar as ações na região, unificando esforços de mais de trinta órgãos civis e militares. Atualmente, a presença das Forças Armadas se concentra em ações de segurança, como combate ao tráfico de drogas e contrabando, mas carece de articulação com políticas sociais, de saúde e educação. A proposta visa mudar essa abordagem, promovendo uma gestão colaborativa.
A minuta do decreto sugere que, embora os militares mantenham um papel central na segurança, a gestão incluirá a cooperação entre diferentes áreas do governo, com metas e responsabilidades compartilhadas. O Plano Nacional de Fronteiras, que será formalizado, detalhará as ações e mecanismos de acompanhamento, visando a oferta de serviços básicos, como vacinação e assistência social, nos postos de fronteira.
Além disso, o plano contempla medidas voltadas à educação e ao desenvolvimento econômico sustentável, como agricultura familiar e turismo ecológico. As ações deixarão de ser temporárias, tornando-se parte de uma política de Estado com continuidade e monitoramento. Um dos focos principais será a proteção dos direitos humanos, com ações integradas para combater o tráfico de pessoas e a exploração sexual.
A proposta também inclui políticas para garantir documentação civil a populações indígenas e migrantes, além de proteção à infância e juventude e iniciativas voltadas para a comunidade LGBTQIAPN+. O GSI confirmou que a estratégia está em elaboração e será apresentada a entes federativos e à sociedade civil, com a expectativa de conclusão até o final de dois mil e vinte e cinco.
Com uma extensão de quinze mil setecentos quilômetros de fronteiras terrestres, o Brasil possui uma das maiores fronteiras do mundo, abrangendo cerca de quinhentos e oitenta e oito municípios e uma população de aproximadamente nove milhões e quatrocentas mil pessoas. Em um contexto onde a articulação entre segurança e desenvolvimento é crucial, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam melhorias nas condições de vida nas regiões de fronteira.

A Copa do Brasil feminina retorna após nove anos, reunindo 32 equipes em um formato mata-mata. A CBF investe na competitividade e visibilidade do futebol feminino no Brasil, com foco na representatividade.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) do Brasil impôs restrições ao uso de bloqueadores hormonais e cirurgias de transição para pessoas trans, gerando preocupações sobre a saúde mental dessa população. Pesquisadores alertam que essas medidas podem resultar em retrocessos significativos nos cuidados de saúde e na pesquisa científica, afetando especialmente jovens trans e suas famílias.

Mariangela Hungria, microbiologista brasileira, foi laureada com o World Food Prize em 2025 por sua pesquisa em bioinsumos que otimizam a fixação de nitrogênio na soja, beneficiando 40% das lavouras no Brasil.

O Circuito Rua Viva, idealizado pelo Coletivo Truvação e apoiado pela Ventoinha Produções, ocorrerá em julho, com apresentações gratuitas em Ceilândia e Taguatinga, promovendo a arte urbana. O evento visa fortalecer a interação entre artistas e o público em praças do Distrito Federal.

A Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) revogou a proibição da comercialização de açaí na COP30, após pressão do governo federal, reconhecendo sua relevância cultural e econômica. O açaí, símbolo da culinária paraense, movimenta mais de R$ 1 bilhão anualmente, enquanto outros alimentos permanecem vetados por questões sanitárias.

A Companhia Mungunzá enfrenta uma ordem de despejo da Prefeitura de São Paulo para a construção de um conjunto habitacional, gerando protestos pela preservação do Teatro de Contêiner. O espaço cultural, que é um ponto turístico e referência comunitária, deve ser desocupado em quinze dias, mas a companhia resiste à medida.