O Instituto Palavra Aberta promove o Encontro Internacional de Educação Midiática em Brasília, abordando a segurança digital e a supervisão familiar após tragédias envolvendo crianças na internet. O evento, gratuito, ocorrerá em 22 e 23 de maio, reunindo especialistas para discutir a importância da educação midiática.

Recentemente, a morte de uma criança em Ceilândia, decorrente de um desafio na internet, trouxe à tona a urgência da educação midiática. O Instituto Palavra Aberta, que promove o Encontro Internacional de Educação Midiática, destaca a importância da supervisão familiar no uso das redes sociais. O evento ocorrerá em Brasília nos dias 22 e 23 de maio, abordando a autonomia e o pensamento crítico, fundamentais para a segurança digital das crianças.
A presidente executiva do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco, enfatizou em entrevista que, apesar de serem nativas digitais, as crianças ainda são inocentes digitais. Ela ressaltou que a tragédia recente evidencia a necessidade de desenvolver habilidades para identificar riscos no ambiente online. “Crianças pequenas não têm maturidade para interpretar conteúdos digitais, e as redes sociais estabelecem idade mínima de treze anos por essa razão”, afirmou.
Blanco também destacou que o papel da família é crucial na fiscalização do uso das redes sociais. Os pais devem utilizar controles parentais e acompanhar o que os filhos consomem online. “Criar um ambiente digital seguro é essencial, e essa responsabilidade deve ser compartilhada com as empresas de tecnologia e as escolas, que têm um papel educativo importante”, explicou.
O Encontro Internacional de Educação Midiática reunirá especialistas, pesquisadores e representantes do poder público para discutir políticas públicas e estratégias que promovam a participação responsável de toda a sociedade no mundo digital. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 20 de maio, com vagas limitadas.
Entre os convidados internacionais estão Merve Lapus, do Common Sense Education, e Safa Ghnaim, da Tactical Tech. No Brasil, confirmaram presença autoridades como João Brant, secretário de Políticas Digitais da SECOM, e Pilar Lacerda, secretária nacional dos Direitos das Crianças e Adolescentes. O evento será transmitido digitalmente para aqueles que se inscreverem previamente.
Essa iniciativa é uma oportunidade para a sociedade civil se mobilizar em torno da educação midiática e da proteção das crianças no ambiente digital. Projetos que visam aumentar a conscientização e a segurança online devem ser apoiados, pois podem fazer a diferença na vida de muitas famílias e contribuir para um ambiente digital mais seguro.

A Biblioteca Parque Villa-Lobos, em São Paulo, oferece curso gratuito de produção de podcast com aulas híbridas de agosto a novembro de 2025. Inscrições até 31 de julho, com seleção por projeto autoral.

A Casa de Chá, em Brasília, atraiu 143 mil visitantes em quase um ano e se destaca pela formação profissional em parceria com o Senac, que abrirá 6.600 vagas em cursos variados.

O Senado aprovou um projeto de lei que garante 30% de mulheres nos conselhos de empresas estatais, incluindo cotas para mulheres negras ou com deficiência, aguardando sanção presidencial. Essa medida visa aumentar a representatividade feminina em cargos de liderança.

A Praia de Copacabana sedia a 4ª edição do Orquestra Ouro Preto Vale Festival, com apresentações gratuitas, incluindo a estreia da ópera "Feliz ano velho" e shows de Mart’nália e do Bloco Sargento Pimenta. O maestro Rodrigo Toffolo destaca a versatilidade da orquestra e a importância de tornar a música de concerto acessível ao público.

O governo paulista planeja transferir seu centro administrativo para os Campos Elíseos, adicionando 230 mil m² de escritórios ao centro, com um investimento de R$ 4,7 bilhões em novas construções e retrofits. Essa movimentação pode revitalizar o mercado imobiliário da região, que enfrenta estagnação desde 2018 e possui um estoque de prédios antigos.

Jovens expostos a conteúdos misóginos nas redes sociais enfrentam riscos de radicalização, como evidenciado por relatos de Lury Morais, que destaca a falta de referências positivas de masculinidade. A urgência de um diálogo emocional nas relações familiares é crucial para mitigar esses efeitos.