O Detran-DF lançou o Movimento Maio Amarelo 2025, reunindo mais de 3 mil alunos em atividades educativas sobre segurança no trânsito e proteção infantil, destacando inovações como semáforos para deficientes visuais.

Com o tema 'Desacelere. Seu bem maior é a vida', o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) inaugurou, em parceria com órgãos do governo local e federal, o evento do Movimento Maio Amarelo 2025 no Museu da República. Criado em 2014 pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, a campanha busca conscientizar a população sobre os altos índices de acidentes e mortes no trânsito.
O evento de abertura contou com a presença de mais de três mil alunos de escolas públicas do DF, além de professores que participaram do 15º ciclo do curso Mobilidade e Trânsito. A professora Érica Costa destacou a importância de abordar a temática do trânsito desde a educação infantil, afirmando que 'abordar essa temática desde cedo é muito importante'.
A gerente de ação educativa de trânsito, Magda de Melo Brandão, enfatizou que a participação das crianças é fundamental para promover melhores condutas no trânsito. 'Se a gente educar, preparar a criança hoje, com certeza colheremos cidadãos mais conscientes', afirmou. O evento também incluiu demonstrações de equipamentos e exposições de viaturas do Detran-DF, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
Entre as atividades, destacaram-se palestras educativas, jogos, apresentações teatrais e intervenções artísticas. Murilo Valentim, supervisor de segurança viária, apresentou um simulador de realidade virtual que ilustra os perigos da imprudência no trânsito. 'No simulador, o condutor vai para contramão, para o acostamento e, no final, simulamos um acidente de trânsito', explicou.
A diretoria de engenharia de trânsito do Detran também apresentou um novo semáforo desenvolvido para auxiliar pessoas com deficiência visual. Além disso, o projeto Proteção, em parceria com a Childhood Brasil, foi apresentado, visando o enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes. A técnica de formação profissional, Layane Aguiar, aplicou uma dinâmica que ensina as crianças sobre os limites do toque.
O Detran-DF anunciou que a campanha de 2025 incluirá blitzes educativas, palestras em empresas e escolas, além de ações em locais de grande circulação. É fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a segurança no trânsito e a proteção de crianças e adolescentes. Vítimas de acidentes podem precisar de ajuda na recuperação, e projetos como esse devem ser estimulados pela comunidade.

O Brasil enfrenta um envelhecimento populacional acelerado, exigindo adaptações em políticas públicas e cuidados, segundo a médica Martha Oliveira. A falta de preparação econômica agrava os desafios.

Cardiologista Eric Topol destaca a história inspiradora de L.R., uma paciente de 98 anos, e discute a importância do sistema imunológico e do estilo de vida na longevidade saudável. Ele alerta sobre mitos em torno de pílulas antienvelhecimento e enfatiza que a prevenção de doenças deve ser baseada em evidências científicas.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e o Banco do Brasil iniciam capacitação técnica para projetos de crédito de carbono, visando conservação florestal e práticas agrícolas sustentáveis. A parceria busca impulsionar investimentos e reduzir desigualdades regionais, promovendo um mercado de carbono mais estruturado no Brasil.

Projeto de lei no Senado propõe que a vontade de doação de órgãos prevaleça sobre a autorização familiar, visando aumentar as doações no Brasil, onde 42,4% das famílias recusam. A mudança pode respeitar a decisão do doador mesmo após a morte.

Estudo revela que questionários de ansiedade e depressão têm validade cultural distinta entre Brasil, Portugal e Espanha, impactando diagnósticos e políticas de saúde mental. A pesquisa destaca a necessidade de adaptação cultural para avaliações precisas.

O Comitê de Cultura do Distrito Federal iniciou um mapeamento para identificar agentes culturais e entender sua exclusão de fomento público. A ação visa democratizar o acesso a políticas culturais e reduzir desigualdades.