O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, lançou o programa Super Ação SP, que visa erradicar a pobreza de 35 mil famílias em dois anos, desafiando o Bolsa Família. O evento contou com a presença de 210 prefeitos e enfatizou a importância da capacitação profissional.

Cotado para a presidência em 2026, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lançou, na manhã de 20 de março, o programa Super Ação SP, com o objetivo de erradicar a pobreza em São Paulo. O evento, realizado no Palácio dos Bandeirantes, contou com a presença de cerca de 210 prefeitos, que representam aproximadamente um terço dos mandatários municipais do estado. O programa visa atender 35 mil famílias nos próximos dois anos, oferecendo complementos de renda e cursos de capacitação profissional.
Durante a cerimônia, Tarcísio enfatizou a importância da fé e da crença para o sucesso do programa, afirmando que a iniciativa pretende ser um contraponto ao Bolsa Família e às políticas assistenciais do governo Lula (PT). O governador destacou que o Super Ação SP busca romper com o ciclo de pobreza, inicialmente focando em 1% das famílias registradas no Cadastro Único (CadÚnico), que atualmente conta com 3,2 milhões de famílias em São Paulo.
A primeira-dama, Cristiane Freitas, também participou do evento, apresentando o programa "Caminho para Capacitação", que organizará trinta caravanas para oferecer cursos de formação em diversas áreas, como cabeleireiro e culinária. Tarcísio ressaltou que a inclusão no mercado de trabalho é fundamental para aumentar o poder aquisitivo das famílias atendidas.
O programa Super Ação SP prevê um investimento de até R$ 500 milhões, que deve ser aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Os recursos serão utilizados para complementar os valores do Bolsa Família e oferecer outros serviços de assistência social, com repasses que podem chegar a R$ 10,4 mil por família ao longo de dois anos.
Em sua fala, Tarcísio criticou a eficácia dos programas assistenciais existentes, afirmando que, embora sejam importantes, não são suficientes para garantir a prosperidade das famílias. Ele negou que o programa tenha um caráter eleitoral, enfatizando que o foco é realmente fazer a diferença na vida das pessoas.
O lançamento do Super Ação SP representa uma oportunidade significativa para a sociedade civil se mobilizar em prol de projetos que visem a inclusão e a capacitação de famílias em situação de vulnerabilidade. Iniciativas como essa devem ser apoiadas e estimuladas, pois podem transformar a realidade de muitos cidadãos e promover um futuro mais justo e igualitário.

Mulheres estão redefinindo o atletismo, com Tara Dower quebrando o recorde da Trilha dos Apalaches e Audrey Jimenez se destacando na luta livre, desafiando estereótipos de resistência e força.

O Pit Stop Educativo para motociclistas, realizado nos dias 30 e 31 de agosto no Distrito Federal, promoveu orientações sobre segurança viária e primeiros socorros, em resposta ao aumento da frota de motos. A ação, coordenada pelo Departamento de Trânsito (Detran-DF) e parceiros, visa reduzir acidentes e conscientizar motociclistas sobre a importância da direção defensiva.

A pandemia de Covid-19 evidenciou a importância da saúde social, mostrando que vínculos sociais são cruciais para o bem-estar e a longevidade. A falta de relacionamentos significativos pode ser tão prejudicial quanto hábitos nocivos à saúde.

O governo federal reduziu o período de proteção do Bolsa Família de dois anos para um ano em caso de aumento de renda, priorizando famílias vulneráveis, especialmente mulheres com filhos pequenos. As mudanças visam aumentar a eficiência do programa e atender melhor quem realmente precisa, em um cenário de orçamento reduzido.

Jesuíta Barbosa retorna ao teatro com a peça "Sonho Elétrico", após seis anos, em parceria com a Companhia Brasileira de Teatro e o neurocientista Sidarta Ribeiro, abordando crises sociais e ambientais. O espetáculo, que explora sonhos e memórias, destaca a importância da arte como resistência e renovação em tempos difíceis.

Um estudo da USP revela que a herança indígena no DNA brasileiro é de 13%, superando estimativas anteriores. A pesquisa identificou 8 milhões de variantes genéticas, algumas deletérias, com implicações para a saúde e medicina de precisão.