O Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) reformulou seu modelo de visitas, permitindo acesso direto aos pacientes e introduzindo visitas pet, resultando em mais de 50 visitas na primeira semana. A mudança visa fortalecer vínculos familiares e proporcionar suporte emocional.

O Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), vinculado à Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), implementou um novo modelo de visitas que visa aproximar os pacientes internados de seus familiares. A mudança, que começou no final de junho, substitui a antiga sala de visitas por um formato mais acolhedor, permitindo que os familiares acessem diretamente os ambientes de cuidado. A iniciativa é acompanhada por uma equipe multiprofissional, garantindo a segurança e o conforto dos pacientes.
A antiga sala de visitas, que apresentava baixa adesão, foi desativada. Antes, apenas um paciente recebia visitas por dia, mas na primeira semana do novo modelo, mais de cinquenta pacientes foram visitados. Em um único dia, dezoito pacientes receberam visitas, evidenciando a eficácia da mudança. As visitas agora ocorrem diariamente, sem necessidade de agendamento, e os familiares podem permanecer por até duas horas, com possibilidade de extensão.
O novo modelo também permite que grupos de visitantes acessem áreas como enfermaria e pronto-socorro, além de incluir a participação de crianças e idosos, desde que haja comunicação prévia com a equipe do hospital. A diretora de assistência à saúde do HSVP, Thaís Braga, destaca a importância de organizar o fluxo de visitantes, especialmente para grupos mais sensíveis.
Outro aspecto inovador são as visitas pet, que têm proporcionado suporte emocional aos pacientes. Luiz Gustavo Teles, responsável técnico de assistência em psiquiatria do HSVP, ressalta que a presença de animais no ambiente terapêutico ajuda a amenizar sintomas de ansiedade e solidão, além de estimular a interação e afetividade entre pacientes e familiares.
Alan Derlon, que visitou sua esposa internada, compartilhou sua experiência positiva: “Poder entrar, conhecer os espaços, ver onde ela está sendo cuidada, isso traz alívio. Está tudo bem organizado e nos sentimos acolhidos.” A reformulação também integrou os profissionais que atuavam na sala anterior às equipes assistenciais, fortalecendo o cuidado contínuo.
Iniciativas como essa são fundamentais para humanizar o atendimento em hospitais. A união da sociedade civil pode contribuir significativamente para a continuidade e expansão de projetos que promovem o bem-estar emocional de pacientes e familiares. O apoio a essas causas é essencial para garantir que mais pessoas tenham acesso a um atendimento mais humano e acolhedor.

O filme “É o Complexo”, que estreia no CineCarioca Nova Brasília, destaca talentos da favela do Engenho da Rainha e é parte de uma trilogia inspirada em Chico Buarque. A obra promete gerar discussões sobre a realidade local.

Dez Baianas do Acarajé serão certificadas pela Prefeitura do Rio, garantindo legalidade e segurança em suas atividades. O reconhecimento fortalece a cultura afro-brasileira e assegura direitos.

Rebeca Bomani, jovem da Vila Cruzeiro, une sua paixão pelo futebol à carreira de modelo, inspirando jovens em vulnerabilidade através de um projeto social que promove inclusão e oportunidades.

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou de mutirão no Hospital Universitário de Brasília, onde foram realizadas 28 cirurgias e inaugurados novos equipamentos de diagnóstico, ampliando o acesso ao SUS.

O Ministério das Mulheres, em colaboração com a Universidade de Brasília, lançou um curso online sobre o 'Protocolo Não é Não', visando capacitar estabelecimentos para proteger mulheres de assédio e violência. A iniciativa busca promover segurança em espaços de lazer, oferecendo treinamento e um selo de certificação. A professora Débora Diniz destaca a urgência do protocolo, dada a alarmante taxa de feminicídios e assédios no Brasil. A ministra Márcia Lopes enfatiza a importância de disseminar essa informação em todo o país.

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, pela primeira vez, permitir o registro civil de uma pessoa como gênero neutro, destacando a importância da autoidentificação. A relatora, ministra Nancy Andrighi, enfatizou a complexidade da identidade de gênero e a necessidade de dignidade para todos, reconhecendo o sofrimento da pessoa envolvida. A decisão visa garantir respeito e proteção às identidades não-binárias, alinhando-se a precedentes do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre direitos fundamentais.