Maria Fernanda, diagnosticada com Doença Falciforme ao nascer, passou por transplante de medula óssea e apresenta melhora significativa. O Dia Mundial de Conscientização ressalta a importância do Teste do Pezinho para diagnóstico precoce.
O diagnóstico de Doença Falciforme pode ser um choque para as famílias, como foi para Teresino Barros, que recebeu a notícia sobre sua filha, ainda recém-nascida. Desde então, a família tem enfrentado desafios, mas o tratamento precoce foi fundamental para evitar complicações. Teresino destaca que a atenção constante à saúde da filha foi decisiva, e hoje ela apresenta uma melhora significativa.
A jovem, que começou o tratamento no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) aos seis anos, passou por transfusões sanguíneas mensais e, recentemente, realizou um transplante de medula óssea. Após a alta, as visitas ao hospital diminuíram de duas vezes por semana para uma, o que representa um avanço importante em sua recuperação. Maria Fernanda expressa otimismo em relação ao futuro, sentindo-se mais disposta.
O caso de Maria Fernanda é um exemplo de como o diagnóstico precoce pode impactar positivamente a vida de crianças com a doença. Atualmente, mais de novecentas crianças com Doença Falciforme estão em acompanhamento no HCB. O Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme, celebrado em dezenove de junho, ressalta a importância do Teste do Pezinho, que permite identificar a condição antes do aparecimento de sintomas.
O Teste do Pezinho é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) através do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN). No Distrito Federal, esse exame é crucial para garantir o encaminhamento precoce ao HCB, evitando infecções graves e permitindo um acompanhamento mais próximo das crianças. A oncologista pediátrica e diretora técnica do HCB, Ísis Magalhães, enfatiza a importância desse diagnóstico inicial.
Desde dois mil e cinco, a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme (PNAIPDF) assegura acesso a serviços ambulatoriais especializados em todo o Brasil. Para crianças a partir de quatro meses, jovens e adultos que ainda não foram diagnosticados, a rede pública oferece o exame de eletroforese de hemoglobina para detecção da doença. O acompanhamento multidisciplinar, com uma equipe composta por hematologistas, infectologistas, psicólogos, neurologistas e nutricionistas, é essencial para a saúde das crianças.
A Doença Falciforme é uma condição genética que afeta os glóbulos vermelhos, tornando-os mais rígidos e frágeis, o que pode causar anemia e complicações graves. A conscientização sobre a doença e a importância do diagnóstico precoce são fundamentais. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo ações que garantam o acesso a tratamentos e cuidados essenciais para as crianças afetadas.

O Brasil lançou o teste de biologia molecular DNA-HPV no SUS, com apoio da OPAS e OMS, visando diagnosticar precocemente o HPV em 12 estados e eliminar o câncer do colo do útero até 2030.

Em 2024, o câncer se tornou uma das principais causas de morte no Brasil, com 238.477 óbitos, refletindo uma mudança no perfil de mortalidade e exigindo melhorias no tratamento oncológico pelo SUS. A mortalidade por doenças cardíacas também permanece alta, com 365.772 mortes. A situação é crítica, especialmente em 15% das cidades, onde o câncer já iguala ou supera as mortes por doenças do coração.

Aumento nas internações por dengue em São Paulo preocupa. Pesquisa revela que 89% dos hospitais enfrentam alta nas internações, com UTI e tempo de permanência em crescimento.

Cerca de 16,8 milhões de brasileiros têm diabetes, muitos sem diagnóstico. Campanhas de conscientização e exames regulares são essenciais para evitar complicações graves e garantir tratamento adequado.
A ABHH atualizou diretrizes para leucemia linfocítica crônica, destacando inibidores de BTK e BCL-2. Novas terapias visam melhorar o tratamento e acesso no SUS, além de reforçar a importância de exames moleculares e prevenção de infecções.

Cirurgia fetal inovadora corrige síndrome de Chiari tipo 2 em feto no Rio de Janeiro. A operação, realizada no Instituto Estadual do Cérebro, promete avanços na medicina.